Rompendo o silêncio histórico do povo melaninoso, protagonizando o outro ponto de vista de uma outra história que se evita ser contada, afrocentrizando o olhar paradigmático sobre a cultura oficialmente formatada, patenteada e legítimada como única.
Total de visualizações de página
Pesquisar estehttp://umbrasildecor.wordpress.com/2013/05/29/jornal-cobre-lancamento-de-escrito blog
domingo, 24 de agosto de 2008
Manual do imbecil
A principal filosofia de um imbecil é dar demasiada importância às regras em vez da resolução de levar a bom termo uma difícil situação; pois para ele a primeira regra é que a lei deve sempre suplantar a justiça, nunca o contrário. Ele, o imbecil, nunca comete erros, mas sim algumas falhas banalíssimas e corriqueiras. Sempre carrega sua infalível verdade de bolso quando sai à rua, e permanece com ela na cabeceira da cama quando em seu lar. Ele se compraz com a burocracia e tem múltiplos orgasmos quando consegue implementa-la em sua rotina diária. Seu principal inimigo é o desconhecido, aquele que tem uma cútis antagônica, uma religião diferente, ou uma opinião discrepante; também qualquer tipo de inovação ou renovação. Para ele só existe duas maneiras de se executar um trabalho: o modo errado e o seu próprio modo.
Um imbecil de verdade desenvolve constantemente seu dom de ouvir sem escutar, olhar sem ver e tocar sem nada sentir. Seu passatempo predileto é o de redigir e citar clausulas, artigos, regimentos, contratos e afins. As estatísticas são suas armas preferidas, enquanto as ciências exatas o protege; fazendo com que possa citar impunemente as regras de três, geometrizando seu trabalho num quadrado perfeito. Ele se proclama cidadão de primeira, fazendo a festa no seu Excel, com traje a rigor. Nada escapa à sua mente fotográfica; cada detalhe, cada fase é cuidadosamente apreciada, e que se dane os pontos e as vírgulas; que as metáforas e entrelinhas se explodam. Com ele só anda a certeza de que está sempre certo; não existe duplo sentido ou dois caminhos, as linhas não fazem curvas, pois o papo é reto. Pensa que o mundo seria perfeito, se todos fossem seus clones e não imagina como o planeta conseguiu sobreviver sem a imbeciologia; para ele, esta seria a religião perfeita para a salvação do planeta. Como um herói único ele se dispõe a sacrificar-se e redigir a 22º manifesto imbecil definitivo para o bem de todos e felicidade geral da nação. Assim, todos os boçais com um só pensamento, contrato e regimento interno numa única cartilha, finalmente ditariam a ordem e o progresso da verdade definitiva.
A imbecilidade é a única instituição competente e que funciona no mundo inteiro como um perfeito relógio de quartzo, é osso duro de roer, pega um, pega geral; também vai pegar você.
Eles reinam absolutos no reino da burocracia, se deliciando numa eterna orgia, entre papeis, carimbos, ordem de serviços e boletins de ocorrências. Explodem num vergonhoso prazer, ao chegar num clímax decorrente do ato de expelir um cidadão para outra repartição, seção ou situação.
Nessa nação de imbecis, o que mais resta salvo o respeito perdido numa estrada sem volta. Restam apenas fragmentos de pensamentos saudosos de uma vida no aquém; pensamentos de desdém, pelo bem que se tem sem poder fazer a ninguém, pra ninguém; sem perder a carteira oficial de imbecil medieval.
Teoria da informação
Nos balcões da vida a educação é vendida de bar em bar, em farmácia, no açougue, ou no botequim da esquina, nas ruas, ônibus ou metrô; não importando onde, seu preço fixo sempre obedeceu a uma tabela flutuante, seja a mesma virtual ou de mentira. Portanto, poucos sabem quanto custa às próprias custas, pois fazer as contas, somente se gasta as contas do terço rezado entre os dedos tremulados.
Educação de classe, ou de barão, sempre vai a leilão; leilão do saber fazer por que, pra quê, o quê, com quê; ela é a carta magna da alforria, escrita com cifrões.
Quantos preciosos zeros são preciso, para desprender-se dessa prisão preventiva, assinada por um rei Momo, colombina, ou pelos caprichosos de plantão? O balconista emudece ante a questão que embranquece. Carta de alforria loira, perfumada e de olhos azuis, não tem preço; como aquele ingresso no bondinho do pão de açúcar, num dia de verão sem arrastão, nessa cidade corrompida pela perversão; isso tem preço. Nessa cidade de muitos risos e alegria, há muito mais que mil palhaços no salão; nessa cidade cheia de encantos mil, há muitos torturadores e tubarões de plantão, nesse país tropical abençoado por Deus, o senhorio é o Diabo; nosso mulato exonero já dançou inúmeras vezes nesta maravilha de cenário; foi dispensado pelo balconista, pois não possuía a cútis adequada a informação desejada. Mesmo assim nosso balcão de informação encontra-se aberto 24h, basta você acessar nosso leilão de tecnologia, mediante a uma módica quantia, poderá escolher com garantia, um pouco de sabedoria pro seu dia-a-dia; tudo de acordo com seu biótipo, sua classe e etnia. Garantido por lei; lei do mercado, lei da oferta e procura, lei do cão. Garanta já sua informação, ou dance no salão de eterna festa, na maravilha do cenário deste país tropical abençoado por Deus.
Mas aqui nessa cidade que continua linda, analisar as manchetes jornalísticas é no mínimo tragicômico, quando observamos as informações negras passadas pelos empresários que sabotam seus próprios produtos - fixando datas de validades em seus eletro-eletrônicos; a fim de fazer com que o cliente permaneça num eterno retorno, satisfazendo assim a gula do mercado financeiro, que sempre se esmera em criar novos caprichos, necessidades e desejos para a massa. Uma dessas manchetes criminosas, do dia 26 janeiro, dizia que o comandante-geral da policia militar do Rio de Janeiro, havia exonerado o coronel da corregedoria da PMERJ; simplesmente por ele ter afirmado em seu blog, que “um dos motivos da corrupção na polícia são os baixos salários da corporação”. Podemos notar que o coronel esqueceu de olhar a tabela, e observar o preço da verdade. Preço de deputados, senadores, juízes e de policiais é notório; a tabela é clara. Mesmo as verdades mentidas, mentiras verdadeiras, ou verdades virtuais, têm seus preços fixados, mesmo que flutuante, no mercado de ações do poder. Portanto, comprar informações e vender verdades, é crime inafiançável nesta democracia político-demagógica. O mercado não comporta a concorrência dos opostos; os analfabetos que não são capazes de decodificar tais tabelas, são gentilmente convencidos a lavar pratos nos porões das DPOs de nosso Brasil varonil. Esse coronel se contagiou com o vírus do pensar e acabou se empolgando em sua dissertação; cometendo assim um ato de traição aos princípios democráticos da ditadura branca. Sua educação foi comprada a preço pré-fixado pelo conluio, portanto, qualquer deserção dessa impávida cultura, é se condenar ao exílio. Educação e cultura são patrimônios que se deve resguardar a qualquer custo, pois disso depende esse processo mercadológico de ordem e progresso. Um processo simples e sem complicações, sustentado pela mídia e pelo sistema educacional; lugares em que nunca se permite a mentira, mas também jamais se fala a verdade. Pesar, medir, e analisar cada informação e mais que trabalho cidadão, é obrigação; obrigação de quem tem a zelar pela dignidade e respeito próprios. Se assim não for, continuaremos a comprar gato por lebre, e sempre voltar querendo mais; enganar e se enganado acaba virando doença crônica.
Democracia, racismo e educação
Quando um “intelectual” da educação se propõe a redigir um tratado sobre o assunto, ele se encontra no extremo oposto do “profissional da educação” que redige o mesmo tratado. Ao contrário do primeiro, este conta em seu histórico com a experiência, competência e a criatividade transformadora, para compreender cada estagio como situações que se assemelham ao amolengar do um fruto. Ou seja, ele não se embasa somente em pesquisas histórico-bibliográficas e em observações experimentais.
A pesquisa teórica necessita do aval prático, sem tal valia, ela se estagna, circulando em volta de si mesma, sendo só mais uma teoria desenvolvida por um “agente de gabinete”. Portanto, não cabe a teoria o pretenso monopólio da verdade.
Tornou-se uma lástima observar que tais verdades ocupam as principais páginas de nossos livros didáticos, enquanto nosso sistema educacional relega ao terceiro plano a pesquisa e extensão (uma comprova a outra).
A mídia tem sido a grande porta-voz e mantenedora dessa cultura, forjando a necessidade de heróis, desconstruindo o sujeito à medida que transforma cidadãos em indivíduos.
Gilberto Freire foi um grande exemplo do legado deixado portais intelectuais de gabinete - que se apropriam de premissas verdadeiras, para implantar falsas ideologias; ele usa o funesto episódio da tentativa de extermínio do povo negro, para justificar o engodo da democracia racial brasileira.
Se a própria democracia se mostra como o maior engano da história humana, dá pra imaginar o que seja esse arremedo ideológico em relação à questão racial. Pra começar, nossa democracia criou um imenso paradoxo, não permitindo nem admitindo ser alvo de quaisquer questionamentos. Democracia essa ditada por órgãos como a OMC, BIC, OMS, FMI, Monsanto e tantos outros detentores do poder: Ela, a democracia, transformou-se numa ditadura refinada, evoluída; evitando o desgaste da tortura em massa, massificando o indivíduo. Ela se pôs acima do bem e do mal; qualquer fato diferente dela é considerado anátema, é anarquismo, é comunismo, é sem valia. Enfim é qualquer coisa, menos ela mesma: “a democracia”.
O mesmo se dá em relação à questão racial tupiniquim, que também se refinou evoluindo para um perfeito preconceito democrático. Visto que se expandiu para além do excesso de melanina, abarcando também os deficientes, os idosos, os homossexuais, as mulheres, os maconheiros, enfim: toda e qualquer minorias. O detalhe perverso desse processo; é perceber que tudo isso é potencializado pela condição social do indivíduo. O binômio preto-pobre, preto-velho, bicha-preta, mulher-negra, nêga-maluca, etc. Tal binômio é protegido pela guardiã da cultura e dos bons costumes: a mídia. Ela, com extrema habilidade, vêm naturalizando esta condição social brasileira; a pobreza. A pobreza no Brasil tornou-se um fato cultural, como foi a escravidão e continua sendo a matança nos países Africanos, como é encontrar um corpo de um bebê feminino jogado e deixado para falecer na rua, ou no lixo em qualquer parte da China, ou como a institucionalização da tortura a imigrantes nos Estados Unidos.
É natural para nossos Alunos portar um MP3 ou celular, estando os mesmos permanentemente plugados à cultura de massa, sem mencionar a nossa TV aberta de cada dia; um de nossos maiores depósitos de lixo que se tem notícia. A sabatina apregoada pela mídia, de que o indivíduo precisa de um herói, afirmando e confirmando assim a fraqueza do sujeito - tal como a propaganda nazista que repetia a mentira até ela tornar-se verdade; tem sido experimentada com sucesso na terra de Santa Cruz pela mídia mundial.
Lamentavelmente, a maioria de nossos livros didáticos - assim como alguns influentes escritores brasileiros, vem corroborando com esse processo, salvaguardando “democraticamente” em suas páginas, essa mórbida ideologia. Esses formadores de opiniões, como comissários do sistema financeiro mundial, têm a missão distribuir os papeis sociais, classificando-os pelo sistema pós-moderno de casta: através da melanina, do gênero, da religião, das escolhas pessoais, etc.
A ciência, além de conceber a si mesma, inventou a pobreza. Tornando-a cientifica com as benções da ação midiática, financiada pelos donos das pesquisas: a elite, patenteadoras e detentoras das relações de poder.
Portanto, é ao “homem de bens” que nossa democracia deve servir. Por isso foi criada, por Gilberto Freire, a democracia racial; temperada com muita hipocrisia, misturada com demagogia, mantida com engodos, movida por tramóias e aquecida por adulações promovidas pelas relações de poder.
Por isso a escola afirmar ser melhor estudar do que ler; leitura é poder transformador. Melhor saber pronomes, pessoas, objeto diretos e indiretos, além das quatro operações, que na verdade são duas.
sábado, 19 de abril de 2008
Cidadania e democracia tupiniquim.
Nosso sistema democrático-cristão-ocidental é um sistema “perfeito”, e por isso adotado por nossa cultura representativa terceiro-mundista. Sabemos que a mesma, emana do povo (?); é o poder da maioria. Mas de qual maioria? Sabemos que nossa bula econômica ditada pelo consenso de Washington, delega ao FMI, OMC, BID e todas as instituições financeiras mundiais, ditarem as regras no terceiro mundo; pelas quais nossos governantes são gentilmente coagidos a administrar seu país. Ou seja, nossa democracia foi devidamente seqüestrada, amputada e desfigurada, para legitimar interesses de um punhado de empresas multinacionais.
A hegemonia, a padronização, a uniformização são necessárias à formação, controle e a manipulação de um fiel e adestrado mercado-escravo consumidor.
Imaginemos agora essa mesma democracia solta no espaço escolar: Espaço das diferenças, da convivência entre contrastes concretos e abstratos. Neste mesmo espaço, onde o lema da bandeira nacional é o principal mote catequizador de posturas; um espaço dividido e ordenado de forma utilitarista, que se reflete na uniformização pedagógica, sem mencionar na hegemonia das idéias e aspirações; notórias na metodologia das reproduções em vez das produções dos estudantes. Por isso o brasileiro “educado,” continuamente realiza suas brasileirices, baseado nos silogismos fornecidos pela mídia, principal educadora da geração Big Brother, pensado estar fazendo a coisa mais certa do mundo. Sua extrema ingenuidade faz lembrar o australopicinius africano frente aos homo habilis europeu. O homem tupiniquim sabe que as instituições nacionais são meras fachadas do crime organizado, estão falidas, servindo apenas como instrumento de coasão. Baseado nesse princípio ele rechaça qualquer coisa que tenha ligação com a mesma, evitando a política, e mais, evitando fazer política.
Apesar da falência da educação, ela continua sendo a única via pela qual ele, o homo tupiniquim, poderia usar como instrumento para adquirir autonomia. Mas, contraditoriamente, ele tem aversão; estudar lhe causa ojeriza. Criou-se ai um paradoxo, um paradigma. Ele se recusa a desafiar-se entrando no trem das possibilidades; sua atitude passiva de se paralisar na estação da vida, adquirindo o bilhete da esperança revoltada. Assim o estado e o povo se completam; um dissemina arapucas através de panegíricos, enquanto o outro se deixa conduzir ao cadafalso estratificador.
Assim a natureza tupiniquim se torna carregada de contradições: ela faz amar odiando, construir destruindo, fugindo daquilo que mais deseja, além de usar dois pesos e duas medidas, criando comunidades de infernos particulares num paraíso tropical. Portanto, se não iniciarmos uma discussão “democrática” (?) sobre Democracia, nunca chegaremos à autonomia; permaneceremos incrustados na hegemonia e na ignomia político-partidária, onde os economistas propõem e a mídia empõe.
A hegemonia, a padronização, a uniformização são necessárias à formação, controle e a manipulação de um fiel e adestrado mercado-escravo consumidor.
Imaginemos agora essa mesma democracia solta no espaço escolar: Espaço das diferenças, da convivência entre contrastes concretos e abstratos. Neste mesmo espaço, onde o lema da bandeira nacional é o principal mote catequizador de posturas; um espaço dividido e ordenado de forma utilitarista, que se reflete na uniformização pedagógica, sem mencionar na hegemonia das idéias e aspirações; notórias na metodologia das reproduções em vez das produções dos estudantes. Por isso o brasileiro “educado,” continuamente realiza suas brasileirices, baseado nos silogismos fornecidos pela mídia, principal educadora da geração Big Brother, pensado estar fazendo a coisa mais certa do mundo. Sua extrema ingenuidade faz lembrar o australopicinius africano frente aos homo habilis europeu. O homem tupiniquim sabe que as instituições nacionais são meras fachadas do crime organizado, estão falidas, servindo apenas como instrumento de coasão. Baseado nesse princípio ele rechaça qualquer coisa que tenha ligação com a mesma, evitando a política, e mais, evitando fazer política.
Apesar da falência da educação, ela continua sendo a única via pela qual ele, o homo tupiniquim, poderia usar como instrumento para adquirir autonomia. Mas, contraditoriamente, ele tem aversão; estudar lhe causa ojeriza. Criou-se ai um paradoxo, um paradigma. Ele se recusa a desafiar-se entrando no trem das possibilidades; sua atitude passiva de se paralisar na estação da vida, adquirindo o bilhete da esperança revoltada. Assim o estado e o povo se completam; um dissemina arapucas através de panegíricos, enquanto o outro se deixa conduzir ao cadafalso estratificador.
Assim a natureza tupiniquim se torna carregada de contradições: ela faz amar odiando, construir destruindo, fugindo daquilo que mais deseja, além de usar dois pesos e duas medidas, criando comunidades de infernos particulares num paraíso tropical. Portanto, se não iniciarmos uma discussão “democrática” (?) sobre Democracia, nunca chegaremos à autonomia; permaneceremos incrustados na hegemonia e na ignomia político-partidária, onde os economistas propõem e a mídia empõe.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Os dez mandamentos jurídico-pedagógicos para um coordenador de metropolitana tornar-se um secretário de educação
Art.1º . Todo coordenador de educação deve assimilar que pessoas são números e não gente. Estando, pois, dispensado o coordenador de ouvi-los falar de seus sentimentos e aspirações. Afinal, números são racionais e não primos e menos ainda parentes.
Art. 2º. Todo coordenador deve tomar decisões administrativas, cujas conseqüências não lhes dizem respeito, visto que nenhuma delas interferirão em nada em sua vida, mas sim na vida dos inúmeros chefes e arrimos de família.
Art. 3º. Todo coordenador deve dispensar a polidez, a agradabilidade e o fino trato na relação com os números. Ser rápido e rasteiro ao cortar cabeças, esse deve ser o principal lema.
Art. 4º. Todo coordenador deve ter em mente que números foram feitos para serem manipulados, portanto nunca deve culpar-se ou arrepender-se de quaisquer decisões.
Art. 5º. Todo coordenador deve desconsiderar antigos colegas de profissão, principalmente agora que, em relação à instituição, tais colegas não passam de meros números estatísticos na ponta de sua big caneta bic.
Art. 6º. Todo coordenador deve fazer uso indiscriminado do assédio moral com intuito último de manipular subordinados e colegas de profissão.
Art. 7º. Todo coordenador deve ter em mente que seu papel social é o de subjugar e submeter cidadãos ao capricho do sistema. Sendo revogado qualquer intenção contrária ao citado artigo.
Art. 8º. Todo coordenador deve negar clemência a qualquer ser pensante, visto que o mesmo pode transformar-se em foco de contaminação a outros seres, induzindo-os também ao ato de pensar. Tal atitude, a de pensar, ameaça o equilíbrio de nossas instituições e do lindo, gostoso e confortável sistema vigente.
Art. 9º. Todo coordenador deve vender sua alma ao demônio, fazer o diabo, mas nunca, eu disse nunca, abandonar seu cargo de confiança. Pois retornar à sala de aula para tornar-se também mais um número estatístico é o pior castigo para a raça de sangue azul dos coordenadores.
Art. 10º. Todo coordenador que seguir pari passo tais recomendações, terá descoberto o caminho das pedras para conseguir o que muitos querem mas poucos alcançam: o milagre de flutuar num mar de mensalões imunes à ética, moral e cooperatividade. Louvando sempre a pseudo-cidadania, promovendo a educação zero à esquerda; tal como o salário do professorado.
E o mais importante de tudo é ver a oficialização da nova disciplina curricular: a estatístico-filosófica.
Quanto a nós, meros números estatísticos e reles instrumentos de trabalho do “omem” da caneta e do carimbaço, só podemos repetir (sem pensamentos dúbios, por favor!): que deus o tenha em bom lugar!!!
Art. 2º. Todo coordenador deve tomar decisões administrativas, cujas conseqüências não lhes dizem respeito, visto que nenhuma delas interferirão em nada em sua vida, mas sim na vida dos inúmeros chefes e arrimos de família.
Art. 3º. Todo coordenador deve dispensar a polidez, a agradabilidade e o fino trato na relação com os números. Ser rápido e rasteiro ao cortar cabeças, esse deve ser o principal lema.
Art. 4º. Todo coordenador deve ter em mente que números foram feitos para serem manipulados, portanto nunca deve culpar-se ou arrepender-se de quaisquer decisões.
Art. 5º. Todo coordenador deve desconsiderar antigos colegas de profissão, principalmente agora que, em relação à instituição, tais colegas não passam de meros números estatísticos na ponta de sua big caneta bic.
Art. 6º. Todo coordenador deve fazer uso indiscriminado do assédio moral com intuito último de manipular subordinados e colegas de profissão.
Art. 7º. Todo coordenador deve ter em mente que seu papel social é o de subjugar e submeter cidadãos ao capricho do sistema. Sendo revogado qualquer intenção contrária ao citado artigo.
Art. 8º. Todo coordenador deve negar clemência a qualquer ser pensante, visto que o mesmo pode transformar-se em foco de contaminação a outros seres, induzindo-os também ao ato de pensar. Tal atitude, a de pensar, ameaça o equilíbrio de nossas instituições e do lindo, gostoso e confortável sistema vigente.
Art. 9º. Todo coordenador deve vender sua alma ao demônio, fazer o diabo, mas nunca, eu disse nunca, abandonar seu cargo de confiança. Pois retornar à sala de aula para tornar-se também mais um número estatístico é o pior castigo para a raça de sangue azul dos coordenadores.
Art. 10º. Todo coordenador que seguir pari passo tais recomendações, terá descoberto o caminho das pedras para conseguir o que muitos querem mas poucos alcançam: o milagre de flutuar num mar de mensalões imunes à ética, moral e cooperatividade. Louvando sempre a pseudo-cidadania, promovendo a educação zero à esquerda; tal como o salário do professorado.
E o mais importante de tudo é ver a oficialização da nova disciplina curricular: a estatístico-filosófica.
Quanto a nós, meros números estatísticos e reles instrumentos de trabalho do “omem” da caneta e do carimbaço, só podemos repetir (sem pensamentos dúbios, por favor!): que deus o tenha em bom lugar!!!
terça-feira, 15 de abril de 2008
Pedagogia da Moral
São abundantes os exemplos de que o desenvolvimento intelectual e o moral, não seguem o mesmo compasso. O cotidiano tem nos mostrado, afirmado, confirmado e reconfirmado através de fatos político-sociais equivocados; da prefeitura ao congresso nacional, dos lares à escola, da vida à ausência dela.
Nossa escola tem se detido nos conteúdos ditos fundamentais, valorizando a álgebra e a gramática em detrimento da arte e da filosofia, superestimando o quociente intelectual e subestimando o quociente emocional. Nosso cotidiano tem nos alertado, dizendo que algo está fora da “ordem”; quando clama por paz, por respeito e por segurança. Quando tememos por nossa integridade física, é de bom alvitre lembrar que esse temor se deve à ausência da integridade moral, que grassa nossa sociedade e que criou e tem mantido essa tempestuosa conjuntura.
Quando a escola se revestir de coragem e fibra para colocar as normas e as regras eqüidistante da moral e da ética, no lugar da supervalorização de umas e supressão de outras respectivamente, estará pronta para nos alfabetizar emocionalmente e nossa sociedade certamente refletirá tal mudança.
A credito ser este o provável caminho para o sepultamento da famigerada pedagogia de “Gerson”, criada para fazer contraponto com o excessivo e equivocado valor que se confere a “lei, a ordem e ao progresso” a qualquer preço.
Poderíamos começar, mesmo que timidamente, pela transparência. Isso vai promover o destemor ao expressar e assinar em baixo de nossas opiniões. Depois poderíamos deixar de lado a hipocrisia; isso nos transformaria em pessoas mais autênticas, mais gente, sem medo de encarar os fatos.
Acredito que tais características são indispensáveis à formação de nossa predisposição na migração de paradigmas, quesito fundamental para a assunção de uma nova postura atitudinal.
Nossa geografia continental, com “grandes” médicos , advogados, engenheiros, cientistas, jornalistas, juízes, escritores, matemáticos, enfim, grandes intelectuais que devido a atuações duvidosas , guarda-se muitas reservas quanto a formação moral dos mesmos. Torna-se deveras preocupante quando professores e educadores começam a engrossar a fila desse “rol de intelectuais”. Está é a hora de se rever valores, de ser sabático, de preparar-se um “bemch marck” ético-moral abolindo a pusilanimidade e o pernosticismo. Para, afinal ingressar na prática do estranhamento das atitudes, ditas “normais” na prática cotidiana, que é a do conformismo e aceitação tácita “Gersoniana”.
Sem isso estaremos fadados a falência total e irrestrita. Seremos paciente de um grande sanatório dirigido por loucos, ao lado de uma enfermaria seqüelados e paralisados mentais, que se auxiliam mutuamente a pular do décimo oitavo andar do edifício Joelma. §
Nossa escola tem se detido nos conteúdos ditos fundamentais, valorizando a álgebra e a gramática em detrimento da arte e da filosofia, superestimando o quociente intelectual e subestimando o quociente emocional. Nosso cotidiano tem nos alertado, dizendo que algo está fora da “ordem”; quando clama por paz, por respeito e por segurança. Quando tememos por nossa integridade física, é de bom alvitre lembrar que esse temor se deve à ausência da integridade moral, que grassa nossa sociedade e que criou e tem mantido essa tempestuosa conjuntura.
Quando a escola se revestir de coragem e fibra para colocar as normas e as regras eqüidistante da moral e da ética, no lugar da supervalorização de umas e supressão de outras respectivamente, estará pronta para nos alfabetizar emocionalmente e nossa sociedade certamente refletirá tal mudança.
A credito ser este o provável caminho para o sepultamento da famigerada pedagogia de “Gerson”, criada para fazer contraponto com o excessivo e equivocado valor que se confere a “lei, a ordem e ao progresso” a qualquer preço.
Poderíamos começar, mesmo que timidamente, pela transparência. Isso vai promover o destemor ao expressar e assinar em baixo de nossas opiniões. Depois poderíamos deixar de lado a hipocrisia; isso nos transformaria em pessoas mais autênticas, mais gente, sem medo de encarar os fatos.
Acredito que tais características são indispensáveis à formação de nossa predisposição na migração de paradigmas, quesito fundamental para a assunção de uma nova postura atitudinal.
Nossa geografia continental, com “grandes” médicos , advogados, engenheiros, cientistas, jornalistas, juízes, escritores, matemáticos, enfim, grandes intelectuais que devido a atuações duvidosas , guarda-se muitas reservas quanto a formação moral dos mesmos. Torna-se deveras preocupante quando professores e educadores começam a engrossar a fila desse “rol de intelectuais”. Está é a hora de se rever valores, de ser sabático, de preparar-se um “bemch marck” ético-moral abolindo a pusilanimidade e o pernosticismo. Para, afinal ingressar na prática do estranhamento das atitudes, ditas “normais” na prática cotidiana, que é a do conformismo e aceitação tácita “Gersoniana”.
Sem isso estaremos fadados a falência total e irrestrita. Seremos paciente de um grande sanatório dirigido por loucos, ao lado de uma enfermaria seqüelados e paralisados mentais, que se auxiliam mutuamente a pular do décimo oitavo andar do edifício Joelma. §
Nossa inducação é dez!!!
Enquanto a pobreza se transforma num curioso espetáculo para deleite de nossa elite e para o próprio povo - que imagina ser este um problema pontual;de acordo com o que faz crer a mídia fascista - com direito a favela-tur , e nativos fazendo estripulias para sobreviver como atração principal. A religião virando um grandioso show diário-dominical-obrigatório-senão-cê-vai-pro-inferno; E a filantropia transmutada num dos principais braços da máfia na lavagem de narcodólares tendo como subsidiária o serviço nacional de pistolagem; tendo em seus quadros profissionais impávidos, militares de todas as patentes e tipos diversos; serviço fácil, garantido e de alta rotatividade, e o mais importante: são profissionais assim - como seus mandatários - impassíveis à agonia da ética, do respeito, do amor-próprio, ou da auto-estima e que a exemplo dos adeptos da lei de Gerson, assistem de camarote a extinção desses valores sufocados pelos discursos retórico-surreais-dissimulado dos que acreditam ter devorado um Rei num ato antropofágico ancestral. E agora juram possuir os poderes deste suposto que sem o mínimo pudor expõem a público com suas libidinosas atitude enquanto falam de liberdade: de ir e vir, de expressão de MERCADO, etecetera. Se alguém ousar pensar diferente, em liberdade e igualdade por exemplo, cortam-lhe a cabeça. Liberdade e igualdade são como água e óleo, mas eles tentam mostrar que são como Romeu e Julieta - a deliciosa iguaria composta de goiabada e queijo - omitindo a morte trágica de ambos ao final do episódio.
Nossa educação se recusa a formar cidadãos leitores de discursos sublimares e retóricas descaradas. Ela tem conformado o indivíduo em sua zona de conforto, pacificando e acomodando-o no embalo do “grande irmão I, II, III, e IV”. Enquanto nossa elite quando está de bom-humor promove as revoluções necessárias e convenientes. A questão suscitada é a seguinte: quando será que o indivíduo passará a ser sujeito de sua própria história? Essa questão só poderá ser respondida pelos alfabetizados emocionais. Apesar de nossa realidade mostrar um contingente absurdo de analfabetos funcionais com vocação explicita para gado marcado a caminho do matadouro. Infelizmente parece que nossos mestres, doutores e professores ainda não se localizaram nesta conjuntura sodomita. As escolas, faculdades e universidades idem. Visto que as regras prescinde ao educando e ao educador, dissimulando dessa forma o autoritarismo travestindo-o de gestão democrática. Enquanto sabotam e boicotam iniciativas, perseguem os que expressam seus pensamentos e suas opiniões, consolidando a ditadura branca. Paralelamente seus súditos realizam o serviço sujo; o apartheid do sujeito ou do grupo que ousar pensar fora da bula prescrita pelos tecnocratas.
Acredito que somos resultado de nossas escolhas. Nesse contexto vislumbro três opções, ou direções a seguir:
1-permanecer em nossa zona de conforto.
2- fazer, ou tentar fazer diferente.
3- ser amigo do rei.
E como diz o ditado; cada cabeça uma sentença. Ou seja, cada escolha tem seu preço, seu devido ônus. O principal ponto é descobrir que preço é esse e se temos condições de arcar com o mesmo. Para saber é preciso perguntar, para perguntar é necessário primeiro saber que existe uma pergunta a ser formulada. Para tanto é preciso questionar, para questionar temos que nos aventurar fora de nossa zona de conforto; eis o grande desafio do século.
Para o indivíduo analfabeto funcional está é uma tarefa homérica e hercúlea, pois se faz necessário inconformar-se com essa realidade banalizadora do jeitinho e das falcatruas e ler as entrelinhas dos presentes de grego nos discursos “democráticos”.
Para os indivíduos analfabetos emocionais é necessário que sair da aba do rei e perceber que o “Enola Gay” não é um símbolo de liberdade, mais sim, de atrocidade.
Ser sabático é não usar o xador da hipocrisia democrática. É não admitir nem se submeter ao “viramundo”.
Atitude: é isso que se espera de um líder, seja o mesmo presidente, coordenador, ou mesmo um diretor de uma pequena unidade escolar. Ele precisar primeiro,no mínimo se conscientizar de que seu cargo seu cargo não é eterno, depois perceber que não se individualiza o coletivo, e por último não mascarar a realidade enquanto possa de bom moço. Atitude: é isso que se espera de professores que ainda não banalizaram esse estado de coisas, de manipulações, dissimulações e privilégios indecorosos. Que não se conformam e nunca se conformarão com tal modelito feshion estiloso como querem fazer crer esses costureiros de realidade alheia.Talvez minhas opiniões possam me condenar ao uso democrático da burca. Por outro lado, é de bom alvitre para os senhores feudal o exemplo de Anastácia, que mesmo amordaçada, teve seu silêncio ecoado através dos séculos tal qual Gandhi. Quiçá essas palavras possam ser olvidadas ou mesmo silenciadas quando todos forem democraticamente chamados à avaliação conjuntural deste espaço.
Quando será que a esperança vencerá o medo? Quando a comunidade deixará de ser privada? Quando a fome zero deixará de ser garoto propaganda de um futuro e virtual jardim do Éden de um povo formado por Elias? O Deus da incoerência, da fome, da peste e dos pestes é brasileiro? É para formarmos leitores do AI-5 que estamos educando? Neste caso, Deus é um velho de barbas longas brancas, longas e é brasileiro. Jesus é um africano loiro de olhos azuis. Maria é favelada e faz uns programinhas por fora e José é um desempregado, camelô da central do Brasil. Por isso religião agora faz parte das disciplinas escolares; laicidade é o cassete!!! Pastores e padres são cacófatos e pedófilos nas horas vagas. Com esse milagre educacional, este país com certeza vai pra frente. E o cidadão continuará sendo oficialmente estuprado de verde e amarelo, tudo dentro da lei, é claro!!! §
Nossa educação se recusa a formar cidadãos leitores de discursos sublimares e retóricas descaradas. Ela tem conformado o indivíduo em sua zona de conforto, pacificando e acomodando-o no embalo do “grande irmão I, II, III, e IV”. Enquanto nossa elite quando está de bom-humor promove as revoluções necessárias e convenientes. A questão suscitada é a seguinte: quando será que o indivíduo passará a ser sujeito de sua própria história? Essa questão só poderá ser respondida pelos alfabetizados emocionais. Apesar de nossa realidade mostrar um contingente absurdo de analfabetos funcionais com vocação explicita para gado marcado a caminho do matadouro. Infelizmente parece que nossos mestres, doutores e professores ainda não se localizaram nesta conjuntura sodomita. As escolas, faculdades e universidades idem. Visto que as regras prescinde ao educando e ao educador, dissimulando dessa forma o autoritarismo travestindo-o de gestão democrática. Enquanto sabotam e boicotam iniciativas, perseguem os que expressam seus pensamentos e suas opiniões, consolidando a ditadura branca. Paralelamente seus súditos realizam o serviço sujo; o apartheid do sujeito ou do grupo que ousar pensar fora da bula prescrita pelos tecnocratas.
Acredito que somos resultado de nossas escolhas. Nesse contexto vislumbro três opções, ou direções a seguir:
1-permanecer em nossa zona de conforto.
2- fazer, ou tentar fazer diferente.
3- ser amigo do rei.
E como diz o ditado; cada cabeça uma sentença. Ou seja, cada escolha tem seu preço, seu devido ônus. O principal ponto é descobrir que preço é esse e se temos condições de arcar com o mesmo. Para saber é preciso perguntar, para perguntar é necessário primeiro saber que existe uma pergunta a ser formulada. Para tanto é preciso questionar, para questionar temos que nos aventurar fora de nossa zona de conforto; eis o grande desafio do século.
Para o indivíduo analfabeto funcional está é uma tarefa homérica e hercúlea, pois se faz necessário inconformar-se com essa realidade banalizadora do jeitinho e das falcatruas e ler as entrelinhas dos presentes de grego nos discursos “democráticos”.
Para os indivíduos analfabetos emocionais é necessário que sair da aba do rei e perceber que o “Enola Gay” não é um símbolo de liberdade, mais sim, de atrocidade.
Ser sabático é não usar o xador da hipocrisia democrática. É não admitir nem se submeter ao “viramundo”.
Atitude: é isso que se espera de um líder, seja o mesmo presidente, coordenador, ou mesmo um diretor de uma pequena unidade escolar. Ele precisar primeiro,no mínimo se conscientizar de que seu cargo seu cargo não é eterno, depois perceber que não se individualiza o coletivo, e por último não mascarar a realidade enquanto possa de bom moço. Atitude: é isso que se espera de professores que ainda não banalizaram esse estado de coisas, de manipulações, dissimulações e privilégios indecorosos. Que não se conformam e nunca se conformarão com tal modelito feshion estiloso como querem fazer crer esses costureiros de realidade alheia.Talvez minhas opiniões possam me condenar ao uso democrático da burca. Por outro lado, é de bom alvitre para os senhores feudal o exemplo de Anastácia, que mesmo amordaçada, teve seu silêncio ecoado através dos séculos tal qual Gandhi. Quiçá essas palavras possam ser olvidadas ou mesmo silenciadas quando todos forem democraticamente chamados à avaliação conjuntural deste espaço.
Quando será que a esperança vencerá o medo? Quando a comunidade deixará de ser privada? Quando a fome zero deixará de ser garoto propaganda de um futuro e virtual jardim do Éden de um povo formado por Elias? O Deus da incoerência, da fome, da peste e dos pestes é brasileiro? É para formarmos leitores do AI-5 que estamos educando? Neste caso, Deus é um velho de barbas longas brancas, longas e é brasileiro. Jesus é um africano loiro de olhos azuis. Maria é favelada e faz uns programinhas por fora e José é um desempregado, camelô da central do Brasil. Por isso religião agora faz parte das disciplinas escolares; laicidade é o cassete!!! Pastores e padres são cacófatos e pedófilos nas horas vagas. Com esse milagre educacional, este país com certeza vai pra frente. E o cidadão continuará sendo oficialmente estuprado de verde e amarelo, tudo dentro da lei, é claro!!! §
domingo, 13 de abril de 2008
Super-bobo ou super-herói?
Professor Pardal, Professor aloprado ou Professor Presidente, não importa. O importante é ser um professor criativo para sobreviver à perversidade do sistema de ensino brasileiro. As vezes cria-se apenas bugigangas e até Franksteins, mas certamente de uma maneira ou de outra, todos são formados por ele; o professor. É certamente um dos principais heróis do país, visto que além de sua função ele também exerce as de psicólogo, psicanalista, psiquiatra, enfermeiro, atleta, embaixador, educador, prisioneiro político e saco de pancada de pais mau-humorados. Pelas mãos dele, já passaram gênios e monstros, anjos e malditos, padres e pedófilos (não necessariamente nesta ordem), pastores e políticos (também não necessariamente nesta ordem). O povo apenas faz figuração nos bancos escolares nos primeiros anos de alfabetização, para servir de número estatístico para o sistema. Este tem sido o principal motivo da crise existencial da maioria dos mestres que não praticam a economia da ética. Esta profissão é no mínimo “suis generis”, diferente da medicina por exemplo, “onde o sol ilumina o sucesso e a pele esconde o fracasso”. Ser mestre significa reunir condições inter, multi e transdisciplinares. É partir ou ficar à medida em que o amolengar mostre o amadurecimento do fruto para o postar de novas sementeiras. Seja ensinando uma arte, uma técnica ou ciência, mesmo com o aviltamento de seus dividendos (que é uma grande piada facista-judaico-nazista), ele não modera seu saber. Mesmo em face da conjuntura prostituta vigente, onde a educação não passa de mais um negócio, um balcão de liquidações, promoções e queima da força de trabalho do peão do magistério. Ele tem seu saber leiloado diariamente, a público e ao público, pelo poder oficial vigente pela módica quantia de hum real e noventa e nove centavos. Mas em compensação, são “carinhosamente” lembrados a cada um dia do ano, como toda e qualquer minoria, lá no palácio do governo. Nessa ocasião um bando de alienados, de “aspones” e “formatados” são premiados com cinco minutos de fama, institucionalizados pela escravidão consentida. Nesta cerimônia se resume a valorização do professorado brazilleiro, que tem suas diretrizes curriculares, suas regras e normas, enfim, sua linha de ação formatadas pelos interesses e humores do sistema financeiro. Assim a função da educação depende exclusivamente do câmbio flutuante e do fantasma encarnado da inflação, que de fantasma não tem nada. Sendo assim ele, o professor, não passa de um refém sem valor nas mãos inescrupulosas de grupos políticos, servindo como moeda de troca por ocasião do sufrágio universal. Apesar de não justificar, explica o porquê da prioridade à matemática e ao português, em detrimento da filosofia e da arte. Mestres destas áreas são considerados imprescindíveis e respectivamente os seguintes, são no mínimo descartáveis nesse sistema protecionista, fisiologista, nepotista e corporativista. Eu tenho um sonho: sonho que um dia os imprescindíveis e os descartáveis deixaram de anestesiarem-se com a morfina da indiferença e da complacência, se desformatando e saindo da invisibilidade escrevendo o certo por linhas tortas, deletando esta vil realidade. E tudo isso sem tecla “S.A.P.”
Escola viva?
É não raro assistirmos estupefatos pela TV, alguns episódios inusitados referentes ao reino animal, tal como a fraternidade entre os incompatíveis cães e gatos, uma tigresa que alimenta filhotes de uma leitoa ou de um outro animal qualquer. Ou seja, a transformação e o domínio da natureza do bicho pelo ambiente, pelo modo-vivêndi ou por ele próprio. Já com o animal racional, conhecido com espécie humana, a história é diversa; ele também é influenciado pelo ambiente, modo de vida e principalmente por ele mesmo, podendo ter seu comportamento radicalmente modificado.
O ambiente escolar funciona como um perfeito laboratório concernente à observação, pesquisa e análise desses fatos protagonizados pelos mesmos. Confirmam-se abundantemente teorias e hipóteses, observando o desenrolar dos capítulos envolvendo os pais, os filhos e seus pares. O sentimento de auto-estima, os vícios, o caráter, a ética, a fibra, as paranóias, o pernosticismo, as esquizofrenias, suas preferências, manias e posturas. O amálgama de tudo isso no caldeirão escolar, é a essência do antídoto para o fim anunciado da espécie.
Mas lamentavelmente, esses ingredientes encontram-se ainda em condições de alunos[1], abdicando a condição de estudante, recusando o desconhecido novo mundo novo; estão mergulhados na herança paterna, agarrados ao instituto cultural adquirido no velho mundo materno. Tornaram-se spectros, seres das trevas que sofrem agudamente quando divisam a luz emitida pelos mestres no portal das cavernas de suas consciências de australopitecíneos[2]. Um mestre numa sala abarrotada de neanderthais, australopithecus, homo habilis, sapiens e herectus, que mantém sua serenidade enquanto nosso sistema educativo oferece a carcaça de bolsa família[3] como restos de banquete dos comensais[4], proporcionando o pandemônio necessário para atitudes de natureza duvidosa; é um ser anormal.
O que pensam (se é que pensam...) esses alunos desse mestre? O que esperam desses alunos, esses mestres? Existe alguma esperança de construção ou de reconstrução, nessa contagem regressiva de contexto atômico? A natureza desses pithecantrhopus[5] pode ser redirecionada a um novo recomeçar? Os animais irracionais, através de suas atitudes, afirmam que sim. Ora bolas, mas eles são irracionais, guiam-se pelos instintos; enquanto a prerrogativa da malícia adquirida pertence unicamente ao gênero humano que desdenha tais exemplos, considerando-se uma raça superior em demasia para receber lição de moral de um bicho, que não sabe nem mesmo falar.
Os animais são personagens simples, eles não complicam a vida. Os homens são animais complexos; se podem complicar por que facilitar? Afinal é justamente isso, a complicação, que provoca a adrenalina; o maldito vício humano que traz a sensação do prazer de viver intensamente o presente, sem cogitar o futuro. O espaço escolar e um espaço de construção e reconstrução de futuro, portanto um local de torturas que irrita qualquer aluno. Os mestres, aos olhos dos mesmos, são terríveis Vampiros a persegui-los com sede insaciável de sangue.
Assim, a escola paralela da vida, tornou-se um conto de terror petrificante, onde dificilmente podem-se apontar vilões ou heróis, mocinhos ou bandidos e anjos ou demônios na terra do sol.
[1] Prefixo A indica a falta de algo, e luno; luz. Ou seja; desprovido de luz, conhecimento, saber, etc.
[2] O primeiro ancestral humano, reconhecidos como “hominídios”.
[3] Um dos inúmeros programas sociais populistas do governo federal.
[4] Personagens de Rubião.
[5] Homo herectus.
O ambiente escolar funciona como um perfeito laboratório concernente à observação, pesquisa e análise desses fatos protagonizados pelos mesmos. Confirmam-se abundantemente teorias e hipóteses, observando o desenrolar dos capítulos envolvendo os pais, os filhos e seus pares. O sentimento de auto-estima, os vícios, o caráter, a ética, a fibra, as paranóias, o pernosticismo, as esquizofrenias, suas preferências, manias e posturas. O amálgama de tudo isso no caldeirão escolar, é a essência do antídoto para o fim anunciado da espécie.
Mas lamentavelmente, esses ingredientes encontram-se ainda em condições de alunos[1], abdicando a condição de estudante, recusando o desconhecido novo mundo novo; estão mergulhados na herança paterna, agarrados ao instituto cultural adquirido no velho mundo materno. Tornaram-se spectros, seres das trevas que sofrem agudamente quando divisam a luz emitida pelos mestres no portal das cavernas de suas consciências de australopitecíneos[2]. Um mestre numa sala abarrotada de neanderthais, australopithecus, homo habilis, sapiens e herectus, que mantém sua serenidade enquanto nosso sistema educativo oferece a carcaça de bolsa família[3] como restos de banquete dos comensais[4], proporcionando o pandemônio necessário para atitudes de natureza duvidosa; é um ser anormal.
O que pensam (se é que pensam...) esses alunos desse mestre? O que esperam desses alunos, esses mestres? Existe alguma esperança de construção ou de reconstrução, nessa contagem regressiva de contexto atômico? A natureza desses pithecantrhopus[5] pode ser redirecionada a um novo recomeçar? Os animais irracionais, através de suas atitudes, afirmam que sim. Ora bolas, mas eles são irracionais, guiam-se pelos instintos; enquanto a prerrogativa da malícia adquirida pertence unicamente ao gênero humano que desdenha tais exemplos, considerando-se uma raça superior em demasia para receber lição de moral de um bicho, que não sabe nem mesmo falar.
Os animais são personagens simples, eles não complicam a vida. Os homens são animais complexos; se podem complicar por que facilitar? Afinal é justamente isso, a complicação, que provoca a adrenalina; o maldito vício humano que traz a sensação do prazer de viver intensamente o presente, sem cogitar o futuro. O espaço escolar e um espaço de construção e reconstrução de futuro, portanto um local de torturas que irrita qualquer aluno. Os mestres, aos olhos dos mesmos, são terríveis Vampiros a persegui-los com sede insaciável de sangue.
Assim, a escola paralela da vida, tornou-se um conto de terror petrificante, onde dificilmente podem-se apontar vilões ou heróis, mocinhos ou bandidos e anjos ou demônios na terra do sol.
[1] Prefixo A indica a falta de algo, e luno; luz. Ou seja; desprovido de luz, conhecimento, saber, etc.
[2] O primeiro ancestral humano, reconhecidos como “hominídios”.
[3] Um dos inúmeros programas sociais populistas do governo federal.
[4] Personagens de Rubião.
[5] Homo herectus.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
sistema binário de Educação
Era uma vez um Professor...
UMA HISTÓRIA DE TERROR...!!!
Era uma vez... Um vampiro que vivia as claras, em plena luz, alimentando-se do saber humano desde o século XV. Seu nome era professor, ele vivia sugando o saber de qualquer um que cruzasse seu caminho. Era raro uma presa escapar de suas garras, sua sede era implacável e irresistível. Mas... Como qualquer ser, ele também tinha seu calcanhar de Aquiles. E o dos vampiros como o do professor era os famigerados e amaldiçoados diários, boletins e canhotos. Estas eram as armas mais eficazes para impedir o voraz ataque desse mutante. Também no solo sagrado dos “conselhos de classe” suas forças podiam ser minadas, deixando-o vulnerável e confuso, visto que neste momento está cercado desses objetos sagrados, propiciando assim a seus perseguidores estrondosas vitórias momentâneas.
Pois bem, certa feita um grupo desses seres, invadiram uma bucólica escolinha pública do interior. Sua clientela era basicamente de excepcionais. Os incautos não possuíam nem um só diariozinho, nem boletim informativo, nem mesmo uns canhotos para se defenderem... foi um massacre!!! O ataque em massa foi terrível, eram mais de 40 autistas num cubículo sobre as influências fluídicas desses mutantes lutando bravamente para não sucumbirem. Foi uma batalha dialógica memorável. Mas, felizmente a cavalaria chegou armada até os dentes, com diários, boletins, canhotos a serem preenchidos, informativos e até uma tabela com datas de conselhos de classes, além das famosas e perigosas efemérides: Eram os destemidos diretores, coordenadores e supervisores em seus corcéis brancos, impávidos colossos com seus pendões da esperança que a terra descia. Oh classe amada e idolatrada salve, salve!!! Finalmente, depois de muito esforço conseguiram dominar aqueles pérfidos seres, encurralando-os num canto da sala sobre uma pequena mesa e cadeira abarrotadas de normas e regras. Sem esses valentes paladinos, e sem suas providenciais intervenções, esses sórdidos seres mutantes fora-da-lei, se transformariam em poderosos educadores ameaçando dessa forma o equilíbrio e o status social capitalista. Sem dúvida um desastre sem precedente na história universal, o que seria simplesmente inadmissível.
Felizmente temos o “Senhor dos diários” e seus guardiões, unidos nesta cruzada contra o mal que ronda nossos inocentes autistas. E nossa sociedade continua em plena ordem e progresso. Agora podemos dormir em paz e afirmar com toda a certeza:
A esperança venceu o medo. Professores zero, diários dez!!!
Agora vamos falar sério! A educação no Brasil está resumida a um sistema de promoção automática do aluno à série seguinte, para o governo poder se vangloriar dos altos índices de aprovações. Em outras palavras, para evitar a evasão escolar livra-se do aluno mesmo que ele não tenha competências, após inúmeras e repetidas avaliações, para tanto. Mesmo nestas condições o aluno sabe que o conselho de classe irá aprová-lo, de uma maneira ou de outra; estando apto ou não.
Ao longo de seu exercício, este conselho vem formatando uma geração de conformistas e desvalidos, perpetuando a sensação generalizada da ausência de valores éticos. Certamente “nossos formandos estarão aptos a ser mais um candidato aos inúmeros vestibulares dessas faculdades chinfrins” onde se paga e se passa. Ou talvez esteja o mesmo apto a se inscrever no “show do milhão”, talvez conseguir responder corretamente qual a fórmula da água e assim ganhar o direito de ser governador de uma unidade federativa qualquer. Mas se responder errado, ganha do mesmo jeito. Afinal ser governador é questão de (in) competência.
Creio que chegará o dia em que a legalidade dará lugar à justiça e o nosso conselho não mas será formado por pusilânimes e pernósticos, que fazem uso da legalidade para promover descalabros. Infelizmente se esquecem que estão mexendo no futuro de pessoas, gente.
Necessário se faz refletir, se não estamos promovendo nossos alunos a meros pontos estatísticos a nosso favor. Diários bonitos, coordenadores, supervisores e diretores contentes; alunos idem. Priorizamos os papéis em detrimento do estudante, para justificar os números de um governo hipócrita; a isso dá-se o nome de competência. Hitler também era competente: tirou a Alemanha da recessão, criou milhares de emprego, baixou a inflação e além do mais era um grande mecenas, um amante das artes. No entanto...
Nosso trabalho é a profilaxia para sobrevivermos à inoperância e incompetência de um estado vergonhoso, prepotente e desprovido de dignidade. É inadmissível que um conselho de classe se preste de instrumento para inviabilizá-lo, empregando o cinismo e a contumaz hipocrisia, fazendo uso da “legalidade” para encobrir a ética. §
UMA HISTÓRIA DE TERROR...!!!
Era uma vez... Um vampiro que vivia as claras, em plena luz, alimentando-se do saber humano desde o século XV. Seu nome era professor, ele vivia sugando o saber de qualquer um que cruzasse seu caminho. Era raro uma presa escapar de suas garras, sua sede era implacável e irresistível. Mas... Como qualquer ser, ele também tinha seu calcanhar de Aquiles. E o dos vampiros como o do professor era os famigerados e amaldiçoados diários, boletins e canhotos. Estas eram as armas mais eficazes para impedir o voraz ataque desse mutante. Também no solo sagrado dos “conselhos de classe” suas forças podiam ser minadas, deixando-o vulnerável e confuso, visto que neste momento está cercado desses objetos sagrados, propiciando assim a seus perseguidores estrondosas vitórias momentâneas.
Pois bem, certa feita um grupo desses seres, invadiram uma bucólica escolinha pública do interior. Sua clientela era basicamente de excepcionais. Os incautos não possuíam nem um só diariozinho, nem boletim informativo, nem mesmo uns canhotos para se defenderem... foi um massacre!!! O ataque em massa foi terrível, eram mais de 40 autistas num cubículo sobre as influências fluídicas desses mutantes lutando bravamente para não sucumbirem. Foi uma batalha dialógica memorável. Mas, felizmente a cavalaria chegou armada até os dentes, com diários, boletins, canhotos a serem preenchidos, informativos e até uma tabela com datas de conselhos de classes, além das famosas e perigosas efemérides: Eram os destemidos diretores, coordenadores e supervisores em seus corcéis brancos, impávidos colossos com seus pendões da esperança que a terra descia. Oh classe amada e idolatrada salve, salve!!! Finalmente, depois de muito esforço conseguiram dominar aqueles pérfidos seres, encurralando-os num canto da sala sobre uma pequena mesa e cadeira abarrotadas de normas e regras. Sem esses valentes paladinos, e sem suas providenciais intervenções, esses sórdidos seres mutantes fora-da-lei, se transformariam em poderosos educadores ameaçando dessa forma o equilíbrio e o status social capitalista. Sem dúvida um desastre sem precedente na história universal, o que seria simplesmente inadmissível.
Felizmente temos o “Senhor dos diários” e seus guardiões, unidos nesta cruzada contra o mal que ronda nossos inocentes autistas. E nossa sociedade continua em plena ordem e progresso. Agora podemos dormir em paz e afirmar com toda a certeza:
A esperança venceu o medo. Professores zero, diários dez!!!
Agora vamos falar sério! A educação no Brasil está resumida a um sistema de promoção automática do aluno à série seguinte, para o governo poder se vangloriar dos altos índices de aprovações. Em outras palavras, para evitar a evasão escolar livra-se do aluno mesmo que ele não tenha competências, após inúmeras e repetidas avaliações, para tanto. Mesmo nestas condições o aluno sabe que o conselho de classe irá aprová-lo, de uma maneira ou de outra; estando apto ou não.
Ao longo de seu exercício, este conselho vem formatando uma geração de conformistas e desvalidos, perpetuando a sensação generalizada da ausência de valores éticos. Certamente “nossos formandos estarão aptos a ser mais um candidato aos inúmeros vestibulares dessas faculdades chinfrins” onde se paga e se passa. Ou talvez esteja o mesmo apto a se inscrever no “show do milhão”, talvez conseguir responder corretamente qual a fórmula da água e assim ganhar o direito de ser governador de uma unidade federativa qualquer. Mas se responder errado, ganha do mesmo jeito. Afinal ser governador é questão de (in) competência.
Creio que chegará o dia em que a legalidade dará lugar à justiça e o nosso conselho não mas será formado por pusilânimes e pernósticos, que fazem uso da legalidade para promover descalabros. Infelizmente se esquecem que estão mexendo no futuro de pessoas, gente.
Necessário se faz refletir, se não estamos promovendo nossos alunos a meros pontos estatísticos a nosso favor. Diários bonitos, coordenadores, supervisores e diretores contentes; alunos idem. Priorizamos os papéis em detrimento do estudante, para justificar os números de um governo hipócrita; a isso dá-se o nome de competência. Hitler também era competente: tirou a Alemanha da recessão, criou milhares de emprego, baixou a inflação e além do mais era um grande mecenas, um amante das artes. No entanto...
Nosso trabalho é a profilaxia para sobrevivermos à inoperância e incompetência de um estado vergonhoso, prepotente e desprovido de dignidade. É inadmissível que um conselho de classe se preste de instrumento para inviabilizá-lo, empregando o cinismo e a contumaz hipocrisia, fazendo uso da “legalidade” para encobrir a ética. §
Assinar:
Comentários (Atom)