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terça-feira, 20 de outubro de 2015

PRETITUDE Econômica: Mais que uma feira preta...!!

https://www.facebook.com/zilda.chaves.16/videos/1061451510544632/

É o Povo melanodérmico somando em sua coletividade nas favelas cariocas enquanto incomoda a branquitude e seu séquito nazi-fascista tupiniquim...Salve Luiza Mahin...!!



Ao som de um instrumento da resistência Negra nossa feira preta tem seu início... 




... A harmonia se fez presente no sorriso negro...





          ... Na negritude a flor da pele... 




                    ...Na unidade...



                   ... Na sintonia...



                 ... Até nas diferenças...




... Nos contrastes e entre-aspas...




              ... Entre gerações...



... Assim cuidamos uns dos outros para podermos nos curar do mal trazido pela doença do racismo...




... Com nossa energia espalhada pelo ar...




              ...Nossa resistência...




                    ... E capacidade de AMAR...




...A coletividade está no ar, mesmo que tentem nos separar...








    ...Pois agora, não mostramos os dentes somente pra sorrir...





terça-feira, 13 de outubro de 2015

Comissão da verdade sobre a escravidão no Brazil: Nosso banquete de tratos, tratados e contratos...

A única possibilidade de uma raposa fazer trato com um Galo seria se o saci viesse a cruzar as pernas... Foi desse modo que o trato promulgado na lei 10.639/2003; um trato entre um infame opressor e um incauto oprimido. Ou seja, um trato entre Negros e brancos; passou a ser o mais indecoroso trato de que se tem notícia até os dias de hoje, visto que o opressor nem se deu ao trabalho de trazer o Saci... Mas o trato foi assinado assim mesmo, pois o oprimido estava com muita pressa de conquistar sua alforria, e afoitamente assinou o tratado sem se dar conta de que o folclórico personagem não estava nem na antessala, do congresso, mas só em sua imaginação.

Sua imaginação também o fez pensar na existência de uma possível consciência branca, ou até mesmo nas possibilidades de algum senso de ética incolor. O negro com sua imaginação matizada, pensou que a diversidade contida naquele branco discurso branco fosse mesmo real, tão provável quanto o Saci cruzando as pernas na antessala do congresso nacional. Por isso, ele cruzou os dedos e acreditou que estivesse em harmonia com o Mito em seu ato de sintonia com a natureza;  com a natureza humana...

A mesma natureza humana que fez com que os marinheiros que se revoltaram contra os castigos da chibata em 1910, no Rio de Janeiro, a capital do Brazil, fossem todos assassinados por acreditarem numa suposta sinceridade de presidentes de repúblicas, assinando então, um tratado de rendição.

De todos os tripulantes dos três navios envolvidos na revolta, os maiores porta aviões do Brazil na época, só o Almirante negro João Cândido e mais dois conseguiram sobreviver ao suplício pra contar a história. Os corpos dos companheiros nunca chegaram ao destino, pois a valente marinha do Brazil cuidou para que todos desaparecessem misteriosamente  no fundo do mar, durante a viagem com destino a Mato Grosso.

Eles não levaram em consideração que raras são as pessoas brancas que nos consideram como humanos, alegando que direitos humanos são para humanos. Portanto, direitos não se aplicam a pessoa de cor. Visto que tal funesto princípio se encontra em consonância com a religião, a ciência e a política brancas de forma explícita e sem disfarces. 

Mas ele, o oprimido comissionado que assina tratado com brancos, tem esperança de que opressor um dia vá trazer o Saci, e ele, o Saci,  finalmente vai cruzar as pernas e o trato vai ser enfim, honrado. Assim, a alforria vai se fazer valer por si só, como a mitológica mágica  dos seres encantados dede a floresta Atlântica até a mata Amazônica,, enquanto os tumbeiros cruzam as favelas da zona sul a zona norte, como outrora passaram pelas tabas indígenas dizimando mais de cinco milhões de vida indígenas, agora trucida e suplicia os netos e bisnetos de quase cinco milhões de africanos sequestrados; e hoje esses irmãos, rotulados de afrodescendentes, que nem sabem que não sabem que são pretos e que por essa razão são diuturnamente esquartejados através da tortura do corpo e da alma e explicitamente acobertados pela escrotidão dos quatro poderes, além da igreja e da mídia. 

Essa comissão da verdade, e nenhum de seus membros, integram os féretros de dor que cortam as veias das famílias pretas, vítimas desse Estado de terror; Famílias pretas que sobrevivem a cada dia esquivando-se dos projéteis do fuzil estatal. Enquanto essa comissão assina, o Estado assassina. Verdadeiro é o Saci da antessala que, ao contrário dessa comissão, mostra a sua cor só pra quem acredita nela...

Acreditar não pelo fato de existir finalmente uma família preta na casa branca, já que isso significa que se esse preto precisou ser um preto de terno e gravata, portanto, em sendo assim, não pode ser um preto confiável, pois é um preto que se veste como branco; um preto que faz discurso de branco; um preto que vive como branco e prioriza a branquitude, só poderia mesmo ser um preto doméstico.

Sendo assim, dá pra entender porque todo branco deseja ter seu preto ostentação; Wall Street tem o seu, por que os brazilleiros não poderiam ter uma comissão de pretos ostentação...!?? Colocar uma coleira em seu preto é tudo que um branco ou uma branca deseja; não há nada mais exótico do que um cão preto papagaio de pirata.

Desse modo, o opressor tem seu aliado e consegue seguir oprimindo de forma violentamente tranquila. São esses pretos domesticados pela Casagrande que fazem o trabalho sujo da branquitude, seja com o chicote do feitor em suas mãos, seja como capitão-do-mato e torturador... Comissão ostentação...!? A gente vê por aqui...!!

domingo, 11 de outubro de 2015

Lei da Mordaça


Nas ferramentas apresentadas na construção do mundo como mundo e do mundo como sociedade, observamos a eficiência dessas mesmas ferramentas quando nos deparamos com as leis da natureza; a chave mestra que abre a caixa das ferramentas de Pandora; leis essas que trazem o equilíbrio, permitindo que a vida se manifeste dentro de sua plenitude e potencialidade.

Mais quando nos detemos para observar as leis que constroem a sociedade, nos deparamos com um mecanismo meticulosamente articulado com o intuito de contenção e controle de uma imensa maioria em favor de uma ínfima minoria; leis que blindam esses opressores que terceirizam sua infâmia e perversidade para se perpetuarem no total controle, lapidando suas vaidades, ganâncias e frivolidades.

Seguindo os princípios norteadores interpretados dentro dos conceitos de dubiedades e conveniências, tais leis fazem valer os privilégios e benefícios da elite, sendo tão precisas como o próprio princípio da incerteza.

Desse modo, podemos inferir que nossas leis tem a função única de impedir que a justiça possa ser exercida, e que possa promover dessa maneira as possibilidades do equilíbrio social e de uma possível equidade na diversidade.

Portanto, o verniz das verdades pasteurizadas, retroalimentadas e recicladas pelas barras de validades inseridas nas interpretações despudoradamente capciosas dos brancos agentes nomeados pela elite que fundou este país de maneira fraudulenta, com base na ilegalidade geral, total e irrestrita, continuem ininterruptamente suas vergonhosas ações afim de que nada venha a se opor ou se  interpor nessa escalada de violências e covardias extremas.


A caixa da Pandora branca trazida pelo branco cavalo de Tróia, com carta branca, num dia de branco, com arma branca engatilhada na cara da  consciência branca, escravizada pela própria cor ao pelourinho da branquitude; o colarinho do eurocentrismo.

A lei do cão branco, é a lei da mordaça que oprime, comprime e se redime do próprio crime...O cão branco abriu a caixa e libertou todos os demônios brancos em formas  de inocentes anjinhos; anjinhos brancos que mordem, dilaceram e supliciam a pele negra onde quer que elas estejam,  tendo a funesta habilidade de não fazer perceber sua mórbida presença, enquanto esquarteja sua vítima que se culpabiliza pelo racista, invisibilizando o crime e o criminoso...

Que venha a redução da maioridade penal, Punições por Pensões Alimentares e prisões perpétuas para portador preto de marijuanas brancas, para que os abutres de togas possam se deliciar no exercício do poder sem pudor na punição dessa branca pátria nos pariu com perfil de preto da pérfida casa-grande...!! 

REPARAÇÕES JÁ...!!

domingo, 4 de outubro de 2015

Pátria educadora: nossa pátria que nos pariu...

Falando ainda em Educação, na cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, a coordenadoria de educação do Estado, decidiu mostrar trabalho promovendo seu V seminário étnico racial no dia 11 de setembro, um dia simbólico na história da mídia e do mundo.

Estive presente nessa data politicamente correta, para assistir a mais um espetáculo muito bem organizado de estereotipagem e estigmatização da pessoa negra. 

Foi um espetáculo deprimente, mostrando o que sempre foi mostrado pela mídia e pelos livros didáticos; o negro como protagonista de sofrimentos, de subalternidades e invisibilizado como sujeito da história.

O seminário foi uma celebração a arrogância, a indolência e a estupidez do discurso racista, transmitido perversamente através do epistemicídio melanodérmico.  

Cada aluno, que não se fez estudante, naquele momento se fez conivente com um dos piores crimes contra a humanidade: o genocídio do Povo Negro; de seu próprio Povo. Certamente sem nem saberem que não sabiam.

Constatei o já sabia: a escola continua a ser uma fábrica de produção em série de racistas voluntários, principalmente quando fortalece o discurso do racismo velado. quando na verdade velado é o racista que não aparece atrás da grades em nenhum momento em que esse crime é praticado.

Dessa maneira, como um cachorro correndo atrás do próprio rabo, novamente a história se repete; nosso 11 de setembro a janeiro, e durante o ano inteiro, o genocídio do Povo Negro é propagandeado das páginas dos livros didático as páginas policiais, além das novelas em todos os canais, dos comerciais de carnavais até aos massacres diários irracionais.

Educação branca para Povo Negro, a gente vê por aqui... Parabéns Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro; parabéns pelo racismo institucional praticando com maestria e perfeição, na promoção do crime mais eficiente que se tem notícias aqui pelas bandas tupiniquins: O racismo sem racista, o único crime sem criminoso existente em todo mundo. 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Entre urubus e abutres; Pessoas Carniceiras e Pessoas Matadoras: As cumpridoras e mantenedoras da Moral e cívica...

http://g1.globo.com/bahia/noticia/2015/09/pm-retira-mulher-de-shopping-apos-suposta-ofensa-racista-funcionario.html

Dia 29 de setembro, é dia da "polícia 
civil; é o dia da vergonha; é dia de quem legaliza o genocídio, o estupro, a violência; é dia de comemorar a estupidez...

Parabéns pra você policial que mostra seu monstro interior de cada dia e crê na força da imbecilidade como justificativa do dever cumprido para limpar essa cidade pra branco passar sem se incomodar com o calor do homem de cor fugindo da dor provocada pelos privilégios do escarnecedor...

Parabéns pra você policial... Que faz por merecer o prêmio do milênio... Como um certo governador, que deixou a água da pauliceia entrar pelo cano do empresário do ano e por isso ganhou um premio suserano com seu sucesso impresso num jornal disléxico...

domingo, 27 de setembro de 2015

Raça e poder

Religião, política e poder; um trio parada dura que nos faz estremecer. Principalmente quando nos lembramos da era em que a religião comandava a sociedade; período este conhecido como idade das trevas, pelas sua sinistra e gigantesca maldade. Portanto, quem estudou história, sabe exatamente do que os religiosos são capazes em nome de Deus, do Cristo e de seus anjos brancos.

Hoje nosso congresso se vê de novo com a idade das trevas batendo à sua porta, e o país se comporta com a contumaz sujeição divina aos novos e divinos lobos de terno e batina. Como os adeptos do evangelismo se importam mais com suas ofertas e dízimos: subornos e propinas divinas, visto que a história, a geografia e a gramática não fazem parte do cardápio da alma, cabendo somente às promessas das recompensas pós-sofrimento em vida, mesmo inconsequente e sem senso, em sua visão tacanha de consenso.

O poder é pendor sem pudor dos sedentos em pisar em cima de seus semelhantes, mesmo que tenham que fazer uso da capa, da espada e da máscara simbólica do heroísmo burlesco, para usufruir da pueril bondade alheia.
Desse modo, a política e a religião novamente dão as mãos, para juntos de novo, escravizar e recolonizar o próprio povo, sugando espírito e corpo respectivamente, e reinando outra vez sobre montanhas de cadáveres marginalizados por seus pensamentos e opiniões antagônicos. Esses cadáveres que, como Zumbi de Palmares até o dos mortos-vivos da Candelária, vagam com suas ideias-sementes por mentes desescravizadas, contadores e fazedores de histórias, de geografias e gramáticas de formas dramáticas nas vias crusis do negro drama.

Podem parar os ônibus e expulsarem os corpos pretos e descamisados; Podem subir as favelas e trucidar os pequenos infantes, futuro da nação; Podem abortar vidas pretas e autóctones deste Brasil varonil; mas, certamente, as atrocidades, assassinatos categóricos e o infame genocídio da única raça humana; a raça negra; só faz com que esses euros filhos sem mãe, vindos da pátria que os pariu na idade das trevas e da pedra, promova sua autodestruição como pretensa raça humana, e a chance de poder sair finalmente, da prosaica categoria de humanada: essa alva raça inumana.


Tumbeiro pós moderno Maquiaveliano brancoide ou Educação brazileira do Brazill


<< UMA HISTÓRIA INCONVENIENTE PARA A ELITE BRASILEIRA >>Num momento em que o fenômeno do "arrastão" ressurge novamente...
Posted by Correio do Rio on Domingo, 27 de setembro de 2015



Vamos falar da arma mais poderosa que existe capaz determinar os rumos de um povo, de um país, pátria ou sociedade: vamos falar de EDUCAÇÃO.
Meditando sobre os caminhos do sistema educacional brasileiro, verificamos que, a exemplo da política que faz dobradinha com a religião, a educação faz dobradinha com o empresariado. Se olharmos para o congresso nacional, veremos que a função dele é a de uma igreja em plena pregação; se observarmos mais de perto a educação veremos que ela se tornou uma produtora de subalternidades, tendo a função de fabricar mão-de-obra barata para empresários que costumam usar trabalhadores escravos como produtores de sua riqueza e sucesso.

Verificamos também que as profissões pertencentes as famílias ricas, como a medicina, engenharia e afins, tem seus profissionais da área normalmente com sobrenomes europeus, enquanto os técnicos, auxiliares e similares, são os Joãos e Josés. Ou seja, são sempre subalternos. É assim que hoje localizamos os descendentes dos “libertos” pela princesa branca chamada de Isabel, lembrando que ela também era proprietária de escravizados.

Hoje nós, os “afrodescendentes”, fomos oficialmente transformados em escravos de ganho, aquele que produz o lucro e entrega nas mãos do patrão, ficando com uma parte insignificante, o suficiente para à sobrevivência, para que possamos continuar a produzir mais riquezas para o patrão. Nossa carteira de trabalho e nossa identidade comprovam essa subalternidade e subserviência aos eurodescendentes, sendo apoiado por esse sistema educacional-político-religioso de forma geral e irrestrita.

São absurdas as leis, criadas e corrompidas, para que se possa manter essa conjuntura escravocrata e genocida brazilleira, onde a maioria é chamada de minoria e aceita, sem estranhar, ser tratada como tal. A educação nos vende a ideia de nossa LIBERDADE como se ela fosse real, visível e palpável; acreditamos, e como papagaios, repetimos tais leis acreditando nessa liberdade enclausurada nos discursos, enquanto seguimos sobre a chibata dos tiros, porradas e bombas.
Essa é a nossa pátria educadora, a capital da educação, que nos ensina a sermos bons escravos de Jó, jogando caxangá no circo sem pão, sem água, só contas a pagar...


"Não sou a favor da violência desenfreada, mas sim da justiça. Acho que se os brancos forem atacados por pretos e se as forças da lei forem incapazes, insuficientes ou relutantes de proteger os brancos dos pretos, então os brancos devem se proteger ese defender dos pretos, recorrendo às armas se for necessário. E acho também que quando as forças da lei deixam de proteger os pretos dos ataques dos brancos, então os pretos devem recorrer as armas, se necessário for, para se defenderem."


Malcolm X