Nas ferramentas apresentadas na construção do
mundo como mundo e do mundo como sociedade, observamos a eficiência dessas
mesmas ferramentas quando nos deparamos com as leis da natureza; a chave mestra que abre a caixa das ferramentas de Pandora; leis essas que trazem o
equilíbrio, permitindo que a vida se manifeste dentro de sua plenitude e
potencialidade.
Mais quando nos detemos para observar as leis
que constroem a sociedade, nos deparamos com um mecanismo meticulosamente
articulado com o intuito de contenção e controle de uma imensa maioria em favor
de uma ínfima minoria; leis que blindam esses opressores que terceirizam sua
infâmia e perversidade para se perpetuarem no total controle, lapidando suas
vaidades, ganâncias e frivolidades.
Seguindo os princípios norteadores
interpretados dentro dos conceitos de dubiedades e conveniências, tais leis
fazem valer os privilégios e benefícios da elite, sendo tão precisas como o
próprio princípio da incerteza.
Desse modo, podemos inferir que nossas leis
tem a função única de impedir que a justiça possa ser exercida, e que possa
promover dessa maneira as possibilidades do equilíbrio social e de uma possível
equidade na diversidade.
Portanto, o verniz das verdades
pasteurizadas, retroalimentadas e recicladas pelas barras de validades inseridas
nas interpretações despudoradamente capciosas dos brancos agentes nomeados pela
elite que fundou este país de maneira fraudulenta, com base na ilegalidade
geral, total e irrestrita, continuem ininterruptamente suas vergonhosas ações
afim de que nada venha a se opor ou se
interpor nessa escalada de violências e covardias extremas.

A caixa da Pandora branca trazida pelo branco cavalo de Tróia, com carta branca, num dia de branco, com arma branca engatilhada na cara da consciência branca, escravizada pela própria cor ao pelourinho da branquitude; o colarinho do eurocentrismo.
A lei do cão branco, é a lei da mordaça que
oprime, comprime e se redime do próprio crime...O cão branco abriu a caixa e libertou todos os demônios brancos em formas de inocentes anjinhos; anjinhos brancos que mordem, dilaceram e supliciam a pele negra onde quer que elas estejam, tendo a funesta habilidade de não fazer perceber sua mórbida presença, enquanto esquarteja sua vítima que se culpabiliza pelo racista, invisibilizando o crime e o criminoso...
Que venha a redução da maioridade penal, Punições por Pensões Alimentares e prisões perpétuas para portador preto de marijuanas brancas, para que os abutres de togas possam se deliciar no exercício do poder sem pudor na punição dessa branca pátria nos pariu com perfil de preto da pérfida casa-grande...!!
REPARAÇÕES JÁ...!!
Que venha a redução da maioridade penal, Punições por Pensões Alimentares e prisões perpétuas para portador preto de marijuanas brancas, para que os abutres de togas possam se deliciar no exercício do poder sem pudor na punição dessa branca pátria nos pariu com perfil de preto da pérfida casa-grande...!!
REPARAÇÕES JÁ...!!

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