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terça-feira, 15 de setembro de 2020

Sobre o Estado de Sonambulismo da Humanidade

Chamava-se Calenda o livro de registros usado no sistema de cobranças de tributos explorados pela elite suprema; a fim de manter o pleno controle financeiro, com o intuito óbvio de alinhar o tempo ao dinheiro; originou-se daí o calendário Gregoriano de 12 meses em total descompasso com o próprio tempo.

No calendário de 13 luas dos antigos Maias (Tzolkin), é registrado que a lua dá 13 voltas em torno da terra a cada 28 dias, enquanto a terra percorre em 365 dias, o seu trajeto em torno do sol. A cada mês temos então uma lua, em suas 07 fases, sendo assim, o ciclo completo soma 364 dias, e neste dia fora do tempo (que é 25 de julho – Dia Mundial da Paz), há um alinhamento com o Sol, de luz branca, de Sírius.

Desse modo, temos um ciclo lunar e um ciclo solar que forma o ciclo galáctico ao alinhar-se com o Sol de Sírius, aonde, nesse dia fora do tempo, seria então o dia para se comemorar de fato, o Ano Novo Cósmico, enquanto em paralelo, o Ano Novo comercial serve a lógica mercadológica do calendário Gregoriano.

Dessa forma, as efemérides dos Tempos Modernos nos colocaram num labirinto econômico e religioso, viciado e vicioso, tendo sido as suas paredes holográficas construídas pelos conceitos elaborados pelo estado formatador dessa Matrix, que reproduz fielmente o mesmo processo das cobaias cativas em laboratórios. Este processo, cientificamente classificado como Cultura de massa, sustenta o Inconsciente Coletivo, que a vem ser justamente, esse conjunto de crenças implantados para direcionar os destinos da nação.

E assim que o dito cidadão de bem, anestesiado pelo sistema, tem o seu comportamento preventivo previsto e direcionado pelas Tecnologias de Informação e Comunicação. Dessa forma, ele, uma vez educado e formado através dos valores estipulados pelo sistema, segue todas as regras e códigos impostos pelo mesmo sistema, sem quaisquer questionamentos ou discernimentos em relação aos mesmos. Dessa maneira, as crenças limitantes, causadas pela empatia e ideologias descapacitantes, faz do cidadão de bem o escravo mais que perfeito.

É dessa maneira que um simples calendário, aliado a um relógio, fazem um considerável estrago no indivíduo, que é transformado num simplório coadjuvante dessa nebulosa história de trevas, escrita pela supremacia do Deep State. Os valores e as crenças implantadas pelo sistema de educação e cultura, paralisam a crisálida, fazendo com que seu casulo seja também a sua prisão; e quem nasce e vive na prisão, desconhece a liberdade de fato.

Desse modo, o indivíduo, anestesiado e paralisado pelas crenças limitantes, não questionam e nunca se questionam a respeito dos valores a eles impostos; em vez disso, defendem tais valores de forma aguerrida, acreditando honestamente que é a ordem que traz o progresso, obliterando assim, qualquer eventualidade relativa a liberdade, igualdade e fraternidade de fato.

De tal modo, enquanto a crisálida aceitar seu casulo como sua zona de conforto, a configuração do sistema continuará inalterado. Se indivíduo não muda, o sistema também não, enquanto a quarentena surdamente grita para os cidadãos de bem “Parem os relógios e rasguem os calendários...” Escutar esse apelo é acordar para uma nova existência e compreender que Tempo não é dinheiro; Tempo é Arte, é Criatividade, é Vida.

Qualquer coisa diferente disso, é escravização da vontade alheia, que há muito tempo vem sendo aceita por vontade própria, fomentando dessa forma, o mercado infame moderno voluntário, aonde o oprimido também acaba por se tornar opressor, dinamizando esse mercado da escuridão, que busca instalar uma renovada idade das trevas, nas mentes e corações, daqueles que não se pautam pelo discernimento e auto responsabilidade. Portanto, os relógios e calendários regulam o caminhar desses neófitos, devido ao exacerbado egotismo, perdidos nesse tempo linear, que circula pelos cantos, limitantes e descapacitantes, dos labirintos desse calabouço ideológico.

 

 

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Sobre a Escravidão no Planeta Terra e a Tecnologia Espiritual do Pensamento

Absolutamente tudo aquilo que pensamos, ganha a sua forma ao ser impresso no éter; resumidamente o éter é esse elemento denominado pela ciência como quintessência, sendo definido como o material que preenche a região do universo acima da esfera terrestre. Assim como o nosso que planeta, que possuí sua capa etérica correlato a ressonância Schumann[1], o ser humano também é possuidor de seu corpo etérico.

Sendo assim, absolutamente tudo aquilo que se fala e pensa, ganha a sua forma, como uma nuvem, acima de nosso corpo, da mesma forma que, tudo aquilo que fazemos também fica registrado no corpo pensante, formando assim, profundas marcas, gravadas como se fossem tatuagens espirituais desenhadas na alma.

Dessa maneira, é inevitável que quaisquer pensamentos se transformem em formas-pensamento, se configurando em pleno ar, assim que ajuizados. Fazemos isso de forma tão natural quanto fazemos uso da telepatia, principalmente com as pessoas que nos são mais próximas; pois sempre sabemos exatamente o que as mesmas pensam só através de seu olhar.  

Assim, todo pensamento sobre algo ou sobre alguém, inevitavelmente chegará ao seu destino, e tal como um bumerangue, retornará ao emissor; esse é o princípio eletromagnético que rege o poder do pensamento, estabelecendo a Lei universal do Semear e Colher.

Mas, nós não temos a mínima percepção e nem imaginamos as devidas proporções desse evento, devido à ausência de nossa autoconsciência, o que faz com que não internalizemos esse processo tão trivial, por ser o mesmo fato, uma ocorrência extremamente corriqueira, que simplesmente banalizamos no decorrer do cotidiano, como se estivéssemos lendo uma Revista em Quadrinhos repleta de onomatopeias durante a nossa infância nesse parque de diversões humana, em que holograficamente, se transformou esse planeta prisão.

Desta forma, os pensamentos negativos acabam por se transformarem em perigosas minas, prontas para explodir a qualquer momento, caso não fossem os nossos preciosos chacras que, quando equilibrados, cumprem a prestimosa função de cuidadosos vigilantes, protegendo o nosso corpo dos pensamentos perniciosos, que por nós, são cotidianamente produzidos e reproduzidos de forma secretamente escandalosa.

Mas, são justamente os sentimentos adversos que desiquilibram esses valentes guerreiros, quando os mesmos são impiedosamente atacados pelas cargas negativas oriundas desses mesmos pensamentos, não permitindo assim, que os ditos-cujos se ocupem do cumprimento de sua importante missão protetora de guardar o corpo pensante, que, dentro de sua dualidade, acaba por produzir seu próprio inferno íntimo e particular, e consequentemente, reproduzindo esse mesmo inferno sobre a terra.

Dessa forma, esse desiquilíbrio é manifestado através das inúmeras doenças que se apropriam do referido corpo; é assim que os sentimentos negativos se transformam em bombas-relógio. Portanto, urge a necessária e devida compreensão de que, não existe escapatória para tudo aquilo que pensamos, falamos ou fazemos. Assim sendo, transmutar os pensamentos é o caminho primaz para a desativação dessas ameaçadoras minas internas, a fim de desligar essa bomba-relógio interna construída por meio desses arrogantes pensamentos alimentados pelo ego.

Por conseguinte, os cuidados com tudo aquilo que ouvimos, vemos e sentimos seria o modo mais indicado para se implementar essa transmutação de pensamento, visto que, o ser humano costuma se deixar capturar com extrema facilidade pelas armadilhas publicadas por tudo aquilo que ele ouve, vê, e, por conseguinte, pelo sentimento que, em seu devido tempo, inevitavelmente há de se manifestar de uma forma ou de outra. 

Nessas horas extremas, esse indivíduo, vinculado e integrado na política em seu meio, acaba por se tornar um produto do constructo desse audiovisual comprometido com o famigerado pensamento escravista, sentindo-se assim, como mais um vitimista e vitimizado pelas ideologias e crenças limitantes, impostas pela empatia descapacitante que ele mesmo aceitou como condição para integrar-se a essa mesma sociedade de pensamento escravocrata.

As Tecnologias de Informação e Comunicação usurparam o pensamento desse indivíduo, tornando-o um escravo ao determinar as pautas do seu pensamento, cooptando assim, o seu centro de poder. Enquanto o indivíduo não tornar a fazer uso do discernimento, retornando ao seu centro de poder e voltando a ser dono de si, assumindo e sendo responsável por seus próprios pensamentos, continuará ele na condição de vítima e de vitimizado como consequência de uma conjuntura cunhada por ele mesmo.

Dessa forma, de mero e reativo indivíduo servil, quando este passar a ser um sujeito ativo na construção consequente de sua própria realidade, a sua subjetividade repudiará as mãos dos senhores da Tecnologias de Informação e Comunicação. Ele então, deixará de ser mais um refém, vítima desse terrorismo Estatal, com o qual lhe é infringido esse mesmo medo usado como forma de controle absoluto de toda essa sociedade, que é dirigida e gerenciada nos bastidores dos sombrios porões do Deep State.

Só dessa maneira, a abolição da escravatura finalmente se dará no planeta Terra de forma contundente e definitiva, enquanto as disposições contrárias continuarão a fazer com que as sedutoras propagandas ainda tentem o controle, nutrindo a mente escravizada dessa sociedade organizada por esses indivíduos, aonde um refinado e elegante pensamento suavemente lhes sopram ao pé do ouvido a citação patere legem quam ipse tulisti ci[2] desde os primórdios da humanidade, revelando assim que, o caminho que nos levam aos céus, são exatamente os mesmos caminhos que nos conduzem ao inferno.

 



[1] Essa ressonância demostra que a terra é cercada por um campo eletromagnético por cerca de 100k sobre nós, pulsando numa frequência de 7,83Hz, que “concidentemente” vem a ser a mesma frequência da Mente humana; sendo assim, ambas podem ser alteradas, de acordo com o que se pensa o coletivo ou o indivíduo.

[2] “Sofre a pena que tu mesmo elaboraste”

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Humanos: Do Zoológico e Quarentena ao Novo Mundo.

Sobre a quarentena humana nesse planeta, aonde, em meio a milhares de centenas de outros planetas, a religião e a política se encontram num mar de propagandas sobre a democracia politicamente correta, num contexto onde o exercício do livre arbítrio traz a falsa sensação do direito e da liberdade como valores de fato, formatando uma autêntica sociedade de castas, suturada por um sistema religioso que domestica e escraviza seus servis neófitos. Foi dessa forma que o ser humano esqueceu-se de si, enquanto cidadão cósmico habitante do universo.  

A habilidosa estratégia da religião como produtora do ópio, entorpeceu e adormeceu a consciência humana, enquanto a política colocou esse indivíduo numa servilidade categorizada como cidadania. Desse modo, o ser humano, como cobaia aprisionada num laboratório, passa todo o seu tempo útil na exploração de sua prisão, como se fosse o único e último lugar existente no universo. Dessa maneira, ele pensa, fala e age como se fosse um peixe nascido num aquário, que não acredita e não admite a possibilidade da existência do mar.

Como o AquaRio e tantos outros espaços que exibem a vida marinha como atração pública, o planeta terra exibe os seus habitantes aos visitantes extras e intraterrestres que circulam o nosso Orbe, enquanto os humanos se distraem, degustando o noticiário de cada dia, felizes por viverem numa democracia holográfica. Dessa forma, o ser humano adotou a felicidade virtual e os sorrisos de plástico dos apresentadores de programas de auditório, exibidos com o intuito de programar o seu modo de pensar e agir.

É dessa forma que o assunto que domina o pensamento humano é determinado por essa mídia que religiosamente os alimentam a cada dia com suas pautas. Foi assim que o aquário humano se transformou num exótico zoológico extraterrestre. Portanto, essa situação se transformou num delirante processo, aonde o peixinho dourado não acredita na sereia, mesmo que ouça o seu canto. Mas o tempo da nossa AquaTerra está em sua contagem regressiva e o nosso zoo-terra em breve cerrará o seu Portal, e a quarentena humana está chegando a seu termo; agora o peixinho deve sair de seu aquário, tomar a direção do rio e enfrentar seus caudalosos movimentos a caminho do mar, ou então permanecer acorrentado ao mar de propagandas desse holográfico mundo virtual.

 

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Sobre as Perguntas que Nunca se Calam

Quem somos nós...!? Somos quem podemos ser, Somos Quem queremos Ser ou somos simplesmente aquilo em que nos transformaram...!?

O corpo humano se compõe de pensamento; pensamento é luz; e sendo esse mesmo pensamento um produto Elétrico e também Magnético, toda realidade a nossa volta é de origem Eletromagnética, desde o momento em que, pensamentos têm cor e forma, assim como a luz e a vida.

Nossa principal missão, como expressão da vontade ativa de nosso Eu, é não consentir que o pensamento se junte a língua, como é normalmente determinado por este Ego que insiste em governar nossas ações, procederes e quereres.

É dessa maneira, com base no Ego, que são construídas nossa imagem social; imagem esta que, oficialmente se transformou numa personagem que se confunde com a nossa personalidade; tudo isso, dentro do enredo dessa Pólis holográfica gerenciada pelo Grande Irmão, dirigente dessa Matrix pensada como realidade, num mundo explicitamente virtual, com dinheiro e relacionamentos virtuais.

O controle da cultura, da história e da produção de conhecimento administrada pela Casagrande, tem se mostrando extremamente eficaz após a sua associação com as religiões que alinharam nesse constructo, dando-lhe assim, o verniz da legitimidade e um elã de autenticidade, transformando toda essa alucinação coletiva numa indiscutível verdade pré-fabricada.

Portanto, esse cidadão de bem com sua escravidão mental oficializada pela religião, mantida e alimentada por essa mídia que fortalece sua imagem de bom cidadão com diplomas e certificados de cidadania concedidos pelo governo oculto (Deep State), se agarra tenazmente a tais títulos, integrando-se orgulhosamente a tudo aquilo que é estabelecido pelas regras e leis outorgadas pelos escravagistas e seus lacaios, classificados, pela força da lei, como seus representantes.

Dessa forma, a mídia é o seu pastor, e as notícias não lhe faltará; e o bom cidadão religiosamente se alimenta e se lambuza com as pós-verdades fabricadas nos porões da Casagrande, se entregando ao círculo vicioso e estabelecendo uma dependência mórbida e simbiótica com seus representantes políticos e religiosos. Nesse pernicioso processo de dependência subjetiva, não há espaço para o pensamento próprio, ou qualquer chance de discernimento em relação ao repasto servido pela religião e pela política, nesse jogo aonde os papéis representativos e o lugar de fala foram estabelecidos em forma de castas. Mas o bom cidadão não faz ideia de seu lugar, enquanto participante nesse jogo mórbido, que na verdade é um filme de terror aonde ele morre no final.

O bom cidadão se encontra tão eufórico e tremendamente otimista com tantas promessas que chegam através dos noticiários, que ele não se dá conta do contexto nem da conjuntura vigente nessa matrix, desconhecendo totalmente o seu poder decisão ao ceder esse mesmo poder a seus pretensos representantes que lhes impelem ao medo se colocando como seus salvadores. Mas eles confiam e lhes são fiéis, já que as notícias afirmam e confirmam que o caminho a seguir é exatamente esse. Desse modo, o carneiro de Panúrgio aponta o lugar do cidadão de bem, condenando os rebeldes e loucos de plantão, enquanto as perguntas se calam, silenciadas pelo bom cidadão.

O cidadão de bem não quer aprender e não quer saber; pois está se ocupando em reclamar e comentar as notícias servidas a gosto, cotidianamente, no café da manhã, almoço e janta, num ritmo alucinante, com informações vazias que ganham sentido ao serem transformadas em realidade pelo bom cidadão. Dessa forma, a realidade virtual da Matrix é formatada, sem quaisquer dos obstáculos trazidos pelos questionamentos dos loucos e rebeldes alijados da sociedade. E assim, termina mais um dia na cidade de TownsVille...!!!

 

 

terça-feira, 1 de setembro de 2020

O Universo e a Lei do Um

O caminho é de estrelas; o caminho é das Estrelas; somos Estrelas no caminho. Caminho de luz em meio a Luz do infinito. Tudo é luz; é Energia, é Vibração e Frequência; que é justamente a causa desse Eletromagnetismo sustentador do Universo, que, por sua vez, produz como consequência, o seu igual, ao refletir no contato com outra luz em seu caminho. Dessa maneira, nós causamos invariavelmente esse eletromagnetismo de forma contundente sempre que descobrimos no outro, o nosso igual ou deixamos de fazê-lo.

Todo o olhar espelhado, emite a sua luz, refletindo na luz do outro, de forma simultânea, reciprocamente, mútua e duplicadamente; tornando-se assim, um fulgor fractalmente potencializado; como o brilho do sol dentro do próprio Sol; ou na ausência desse reconhecimento e dessa ligação, pode-se produzir a sombra de uma Lua Negra, como resultado contrário decorrente dessa rejeição.

Assim, as Estrelas são o futuro mais que Presente da humanidade que não se faz ausente de si enquanto uma família cósmica. Quem não caminha pela senda cósmica na claridão do coração, escolheu servir como repasto energético aos vampiros escravocratas que vivem escondidos nas sombras dos porões do Deep State, e, como vermes, se alimentam de corpos e do medo por eles exalados. Dessa forma, descobriremos que o livre arbítrio não é, e nunca foi sinônimo de Liberdade, pois o Livre arbítrio carrega consigo a sua xifópaga irmã gêmea, que é a Lei da Semeadura e Colheita, cujo processo eletromagnético é descrito acima. 

Assim como das supernovas surgem os buracos negros e brancos, que são portas estelares interligando as circularidades do Tempo em todas as suas extensões e dimensões, mesmo que sejamos uma Estrela anã amarela, vermelha, azul, marrom, branca ou negra, nossa ligação; ou não-Rejeição; que produz a sua força igual; deveria ser como a de Bastet e Rá, quando se encontram no Éter numa explosão de ilimitada alegria. Desse modo, como buscadores, e não como conquistadores, olharemos para o azimute humano, e exclamaremos num longo namastê: - “Estrela a vista”...!!

Dessa maneira, a lei de cada um, se transforma na Lei do Um; que é a única Lei eternamente perene em todos os Universos, Multiverso e Dimensões conhecidas e ainda por conhecer, pois quem vive no livre arbítrio não conhece a Liberdade verdadeira; aonde tudo está no Todo e o Todo está no Tudo; mas se conhece muito bem os efeitos da Lei de Causa e Efeito assim como o dia segue a noite e a noite segue o dia, do catódico ao positivo.

Namastê...!!

Sawabona...!!

sábado, 29 de agosto de 2020

Bulas, Cartilhas e Cartões Postais

Orixás, Unicórnios; Salamandras; Ondinas; Elfos e silfos; Fadas, duendes e Gnomos; é esse o povo que move a fábrica de vida em Gaia, com amorosa dedicação e maestria. São seres imagináveis e não imaginários, ao contrário do que reza a cartilha do pensamento cartesiano acadêmico.

Mas, enquanto a humanidade se confundir com a palavra, não poderá enxergar a Luz que visibiliza a camada do invisível, já que o discernimento permanece ausente para tecer quaisquer críticas reativas ao status quo do poder escravocrata vigente.

Assim como aquela velha vovó que emana as energias invisíveis através das mãos todas as vezes em que abençoa uma criança, essa verdade passa a ser encarada uma mera crendice ante as importantes e pomposas crenças academicamente institucionalizadas pelos Tempos Modernos.

As energias que compõem o verniz da hipocrisia vigente, são as mesmas que encobrem o processo de expansão mental e emocional do indivíduo, ao criar o padrão de consciência que organiza seus caminhos, edificando sua realidade e seu mundo. É dessa forma que temos acesso as verdades de cada momento e de cada passo seguido pela sociedade contemporânea da moderna Pólis.

Dessa forma, o ser humano sacralizou o conceito do cartão postal; processo em que uma sedutora imagem é usada para atrair e cativar o espectador fabricando seus desejos e querências; artifício análogo a do inseto quando capturado na teia de aranha, as belas palavras escritas nesse cartão encobrem todo o interior do discurso e da narrativa dominante, transformando-a no invólucro de uma falsa verdade contida em si mesma. É dessa forma que nos atrelamos aos discursos acadêmicos, científicos e religiosos, que são distribuídos como bula a ser fielmente seguida pelo bom cidadão.

Enquanto o cidadão opta se portar como um Lorde; seguindo o exemplo de qualquer escravocrata; sendo ininterruptamente servido; em vez de ser um buscador de si mesmo enquanto uma Consciência Criativa; ele será como aquela concha jogada entre os rochedos e as ondas, já que toda ação envolve uma reação.

Sendo assim, as únicas verdades que realmente existem para esse indivíduo, são aquelas que ele deseja ver; desse modo, pode-se vê-las de dois ângulos distintos; pode ser vista através do coração ou pode ser vista através de um desses cartões Postais que as instituições oficiais nos ofertam “doando” bônus, regalias e vantagens adicionais até mesmo no pós-morte.

São duas formas que trazem em si energias gêmeas de atração-rejeição, num processo que gera um eletromagnetismo, fazendo o sujeito criar um padrão de consciência que vai determinar sua realidade como tal. Quando um dos impulsos se destaca mais, se é o do coração, que nunca rejeita; sobrepõe-se então a sua força criadora a todo contexto geral, que trará a lume o momento da verdade; que é o momento em que ele descobre que faz parte dessa natureza que tanto peleja para sobrepujar. Dessa forma, Maomé não precisará ir a montanha ou vice-versa, pois ambos serão um. Nesse ponto já não existirá mais lutas, ou conflitos de qualquer natureza.

Ele então aprenderá com as árvores, a crescer exteriormente e interiormente, e a ser plácido diante das intempéries; aprenderá com a água a ser flexível, a se adaptar as circunstâncias e avocar qualquer estado físico; aprenderá com os animais a ouvir a voz de seu interior; aprenderá com os lírios que a beleza, e tudo mais que existe, é eterna enquanto durar; aprenderá a andar com as estrelas e a viajar com os astros. E para realizar esse trabalho hercúleo ele só precisa sair do escritório, abdicando do escaninho aonde guarda espaços ordenados de categorização, classificação e taxionomia de todas as coisas e pessoas, além do falso poder que tais informações oferecem.

Dessa maneira, ao abrir as portas em direção a Mãe Natureza, imediatamente se sentirá embalado em seu colo, acalentado com seus cuidados e aquecido com a sua luz. É desse modo que ele regressa enfim para sua casa, nesse Espaço-Tempo sem as correntes do relógio e calendários dos Tempos Modernos. Dessa forma, ele passa a ser seu próprio cartão-postal nessa viajem entre Silfos, Nereidas, Salamandras e Fadas, aonde inevitavelmente descobre-se a si mesmo como destino. Ou seja, ao contrário do que reza a cartilha cartesiana, passaremos a ser Seres imagináveis, com uma consciência humana de fato, e não seres imaginários, com a memória de Senzala que imagina um futuro de Wakanda.

Para dar o primeiro passo na estrada da vida de fato, é preciso jogar fora todas as bulas, sejam elas, as bulas, religiosas ou médicas; a fim de se livrar das doenças físicas e emocionais; depois é necessário se livrar das cartilhas, para abandonar a condição de robô, que inevitavelmente vai se fragmentar durante esse processo de separar esse joio que será jogado na fornalha do esquecimento.  Portanto, para abreviar, tudo isso se resume unicamente na Lei da Semeadura e Colheita. E assim, o encontro dos Povos harmoniosamente se dará, quando o medo outrora infringido, cada um de si eliminar.

Será este o momento em que cantaremos com as Sereias, voaremos com os Silfos, dançaremos com as Fadas e nos aqueceremos na ternura das Salamandras no berço dos Santos e Orixás.

 

 

 

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

O Tabu do Indivíduo Moderno na Condição de Clone Contemporâneo e Dublê do Próprio Corpo

A lua é o meu olho direito, e o Sol, é o meu olho esquerdo com o qual posso ver o meu corpo; esse mesmo corpo constituído pela poeira cósmica universal que toca o chão das estrelas que sinto cintilar em meu cérebro, durante a execução da dança da chuva que copiosamente faz transbordar a gratidão borbulhante em meu plexo, ao proferir o estrondoso silêncio ígneo em saudação a Luz Maior, na qualidade de mais Um habitante que Eu Sou do majestoso infinito, enquanto a Terra, o Fogo, Água e o Ar atenciosamente se mesclam em ondas continuas espiraladas em círculos sobre os pontos celulares que formam cada órgão que constituí esse corpo no qual habito.

A consciência dos organismos vivos, que afetuosamente labutam na estrutura desse corpo, cumpre com esmero a sublime missão de manter e perpetuar a minha existência como mais uma partícula divina que compõem o fractal novel dessa Luz universal, nutrindo Corpos e Cosmos com o maná do amor incondicional.

Essas células, que na verdade são consciências fractais, bailam num espetacular redemoinho de luz, cintilando na Grande Explosão do firmamento dessa eternal festa que é o presente de todo agora, dando forma a magia do Tempo real em todas as suas dimensões. Esse Tempo, que é fluído, nesse Espaço que é maleável, produz na consciência, sua autoconsciência, aonde a Liberdade jamais se aparta do amor irrestrito; esse mesmo Amor que só se divide quando soma, se tornando uma subtração cujo resultado é sempre mais. Portanto, somos e vivemos exatamente tudo aquilo que sentimos e pensamos, e nada mais.

Portanto, olhar para o Universo sem enxergar a si mesmo, é seguramente o principal sintoma para detectar a Deficiência Visual Adquirida; a DEVA é uma doença transmitida através das Tecnologias de Informação e Comunicação, que desenvolve a patologia que nos faz enxergar e creditar somente as imagens exibidas através das referidas tecnologias; imagens geridas por algoritmos e comandados por uma Inteligência Artificial, fazendo com que nos tornemos mais uma interface, uma vez objetificado por briefing e meeting, budget e case, enquanto somos coisificados pelo mindset dessa mesma tecnologia.

Dessa maneira, essa sinistra técnica estabelecida pelos magos dos Tempos Modernos, nos transformaram em clones de nós mesmos. Ou seja, fomos substituídos de uma maneira tão habilidosa que, sem que percebêssemos, nos fizeram acreditar nesse ambiente operacional aonde se acolhe a liberdade simulada, o amor fordista e os sorrisos de plástico como realidade de fato, ao confundir personagem com personalidade.

Para que haja a reversão desse sinistro, cada clone deve necessariamente passar por sua adequada metamorfose, reestabelecendo a comunicação natural com suas células; essas mesmas células que tiveram suas consciências adormecidas pela falta do discernimento da anatomia da alma. Somente dessa forma, olhando para fora, pode-se ver o que está dentro, assim como a árvore estende seus galhos em direção ao brilho da luz solar, enquanto suas raízes penetram profundamente na escuridão de seu próprio subterrâneo. É assim que o Zumbi de Alagoas resgata a si mesmo; se livrando das vampíricas presas dos magos da Comunicação, deixando de ser um Clone de si mesmo e recusando a sedução Hollywoodiana em meio a esse longa-metragem aonde o roteiro da história invariavelmente o traz acorrentado ao pelourinho dos desejos, num script aonde a vida liquidificada lentamente vai escorrendo pelos cantos das molduras das selfs produzidas em série na sucessão dos dias, na medida em que derrete o tecido da realidade ao submergir o indivíduo nessa nuvem de algoritmos que esconde o sol de todas as manhãs, fazendo o dito-cujo descansar em berço esplêndido nas noites sem luas de todos os dias.

Desse modo, o canto surdo do galo que tece a manhã se perde através das redes e dos fios dos fones e ligados as parafernálias eletroeletrônicas, que mantém os batimentos cardíacos do indivíduo em seu coma induzido. Esse indivíduo de corpo presente, vive no futuro desenhado sobre os outdoors, com sua existência comprovada única e exclusivamente nos retratos falados das redes sociais e afins. Seu presente, hora se encontra no passado, e n’outra hora está à procura do futuro prometido pelos filmes e novelas, comerciais e propagandas.

Dessa forma, a sua existência no Presente é dublada por seu próprio clone que reproduz toda a programação cotidiana dos programas midiáticos veiculado pelas Tecnologias de Informação e Comunicação, que alimenta esse indivíduo de Inteligência Artificial, para que ele não se perca em seu pensar intelectual, categorizador e classificador de fatos e fotos elencados pela narrativa dominante.

Foi dessa maneira que criaram os conflitos no Oriente Médio, no Vietnã, Onze de Setembro e correlatos. Indubitavelmente os dublês de clone acreditam nos inimigos inventados pela mídia; dessa forma, brevemente os nossos hostis opositores deverão ser os marcianos, venusianos ou Pleadianos; enfim, segundo os senhores da mídia, num futuro próximo, os Extraterrestres, com toda a certeza, invadirão o planeta Terra enquanto os galos cantam tecendo uma nova manhã. Dessa forma, o nosso planeta correrá o sério risco de extinção de todos os dublês com seus respectivos clones, pois a rede que tricota com selfs o tecido humano, estará afinal, fora do ar, e o sujeito, finalmente, levantando-se de sua rede virtual, despertará para sua própria realidade.