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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Sobre a Escravidão no Planeta Terra e a Tecnologia Espiritual do Pensamento

Absolutamente tudo aquilo que pensamos, ganha a sua forma ao ser impresso no éter; resumidamente o éter é esse elemento denominado pela ciência como quintessência, sendo definido como o material que preenche a região do universo acima da esfera terrestre. Assim como o nosso que planeta, que possuí sua capa etérica correlato a ressonância Schumann[1], o ser humano também é possuidor de seu corpo etérico.

Sendo assim, absolutamente tudo aquilo que se fala e pensa, ganha a sua forma, como uma nuvem, acima de nosso corpo, da mesma forma que, tudo aquilo que fazemos também fica registrado no corpo pensante, formando assim, profundas marcas, gravadas como se fossem tatuagens espirituais desenhadas na alma.

Dessa maneira, é inevitável que quaisquer pensamentos se transformem em formas-pensamento, se configurando em pleno ar, assim que ajuizados. Fazemos isso de forma tão natural quanto fazemos uso da telepatia, principalmente com as pessoas que nos são mais próximas; pois sempre sabemos exatamente o que as mesmas pensam só através de seu olhar.  

Assim, todo pensamento sobre algo ou sobre alguém, inevitavelmente chegará ao seu destino, e tal como um bumerangue, retornará ao emissor; esse é o princípio eletromagnético que rege o poder do pensamento, estabelecendo a Lei universal do Semear e Colher.

Mas, nós não temos a mínima percepção e nem imaginamos as devidas proporções desse evento, devido à ausência de nossa autoconsciência, o que faz com que não internalizemos esse processo tão trivial, por ser o mesmo fato, uma ocorrência extremamente corriqueira, que simplesmente banalizamos no decorrer do cotidiano, como se estivéssemos lendo uma Revista em Quadrinhos repleta de onomatopeias durante a nossa infância nesse parque de diversões humana, em que holograficamente, se transformou esse planeta prisão.

Desta forma, os pensamentos negativos acabam por se transformarem em perigosas minas, prontas para explodir a qualquer momento, caso não fossem os nossos preciosos chacras que, quando equilibrados, cumprem a prestimosa função de cuidadosos vigilantes, protegendo o nosso corpo dos pensamentos perniciosos, que por nós, são cotidianamente produzidos e reproduzidos de forma secretamente escandalosa.

Mas, são justamente os sentimentos adversos que desiquilibram esses valentes guerreiros, quando os mesmos são impiedosamente atacados pelas cargas negativas oriundas desses mesmos pensamentos, não permitindo assim, que os ditos-cujos se ocupem do cumprimento de sua importante missão protetora de guardar o corpo pensante, que, dentro de sua dualidade, acaba por produzir seu próprio inferno íntimo e particular, e consequentemente, reproduzindo esse mesmo inferno sobre a terra.

Dessa forma, esse desiquilíbrio é manifestado através das inúmeras doenças que se apropriam do referido corpo; é assim que os sentimentos negativos se transformam em bombas-relógio. Portanto, urge a necessária e devida compreensão de que, não existe escapatória para tudo aquilo que pensamos, falamos ou fazemos. Assim sendo, transmutar os pensamentos é o caminho primaz para a desativação dessas ameaçadoras minas internas, a fim de desligar essa bomba-relógio interna construída por meio desses arrogantes pensamentos alimentados pelo ego.

Por conseguinte, os cuidados com tudo aquilo que ouvimos, vemos e sentimos seria o modo mais indicado para se implementar essa transmutação de pensamento, visto que, o ser humano costuma se deixar capturar com extrema facilidade pelas armadilhas publicadas por tudo aquilo que ele ouve, vê, e, por conseguinte, pelo sentimento que, em seu devido tempo, inevitavelmente há de se manifestar de uma forma ou de outra. 

Nessas horas extremas, esse indivíduo, vinculado e integrado na política em seu meio, acaba por se tornar um produto do constructo desse audiovisual comprometido com o famigerado pensamento escravista, sentindo-se assim, como mais um vitimista e vitimizado pelas ideologias e crenças limitantes, impostas pela empatia descapacitante que ele mesmo aceitou como condição para integrar-se a essa mesma sociedade de pensamento escravocrata.

As Tecnologias de Informação e Comunicação usurparam o pensamento desse indivíduo, tornando-o um escravo ao determinar as pautas do seu pensamento, cooptando assim, o seu centro de poder. Enquanto o indivíduo não tornar a fazer uso do discernimento, retornando ao seu centro de poder e voltando a ser dono de si, assumindo e sendo responsável por seus próprios pensamentos, continuará ele na condição de vítima e de vitimizado como consequência de uma conjuntura cunhada por ele mesmo.

Dessa forma, de mero e reativo indivíduo servil, quando este passar a ser um sujeito ativo na construção consequente de sua própria realidade, a sua subjetividade repudiará as mãos dos senhores da Tecnologias de Informação e Comunicação. Ele então, deixará de ser mais um refém, vítima desse terrorismo Estatal, com o qual lhe é infringido esse mesmo medo usado como forma de controle absoluto de toda essa sociedade, que é dirigida e gerenciada nos bastidores dos sombrios porões do Deep State.

Só dessa maneira, a abolição da escravatura finalmente se dará no planeta Terra de forma contundente e definitiva, enquanto as disposições contrárias continuarão a fazer com que as sedutoras propagandas ainda tentem o controle, nutrindo a mente escravizada dessa sociedade organizada por esses indivíduos, aonde um refinado e elegante pensamento suavemente lhes sopram ao pé do ouvido a citação patere legem quam ipse tulisti ci[2] desde os primórdios da humanidade, revelando assim que, o caminho que nos levam aos céus, são exatamente os mesmos caminhos que nos conduzem ao inferno.

 



[1] Essa ressonância demostra que a terra é cercada por um campo eletromagnético por cerca de 100k sobre nós, pulsando numa frequência de 7,83Hz, que “concidentemente” vem a ser a mesma frequência da Mente humana; sendo assim, ambas podem ser alteradas, de acordo com o que se pensa o coletivo ou o indivíduo.

[2] “Sofre a pena que tu mesmo elaboraste”

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