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terça-feira, 15 de setembro de 2020

Sobre o Estado de Sonambulismo da Humanidade

Chamava-se Calenda o livro de registros usado no sistema de cobranças de tributos explorados pela elite suprema; a fim de manter o pleno controle financeiro, com o intuito óbvio de alinhar o tempo ao dinheiro; originou-se daí o calendário Gregoriano de 12 meses em total descompasso com o próprio tempo.

No calendário de 13 luas dos antigos Maias (Tzolkin), é registrado que a lua dá 13 voltas em torno da terra a cada 28 dias, enquanto a terra percorre em 365 dias, o seu trajeto em torno do sol. A cada mês temos então uma lua, em suas 07 fases, sendo assim, o ciclo completo soma 364 dias, e neste dia fora do tempo (que é 25 de julho – Dia Mundial da Paz), há um alinhamento com o Sol, de luz branca, de Sírius.

Desse modo, temos um ciclo lunar e um ciclo solar que forma o ciclo galáctico ao alinhar-se com o Sol de Sírius, aonde, nesse dia fora do tempo, seria então o dia para se comemorar de fato, o Ano Novo Cósmico, enquanto em paralelo, o Ano Novo comercial serve a lógica mercadológica do calendário Gregoriano.

Dessa forma, as efemérides dos Tempos Modernos nos colocaram num labirinto econômico e religioso, viciado e vicioso, tendo sido as suas paredes holográficas construídas pelos conceitos elaborados pelo estado formatador dessa Matrix, que reproduz fielmente o mesmo processo das cobaias cativas em laboratórios. Este processo, cientificamente classificado como Cultura de massa, sustenta o Inconsciente Coletivo, que a vem ser justamente, esse conjunto de crenças implantados para direcionar os destinos da nação.

E assim que o dito cidadão de bem, anestesiado pelo sistema, tem o seu comportamento preventivo previsto e direcionado pelas Tecnologias de Informação e Comunicação. Dessa forma, ele, uma vez educado e formado através dos valores estipulados pelo sistema, segue todas as regras e códigos impostos pelo mesmo sistema, sem quaisquer questionamentos ou discernimentos em relação aos mesmos. Dessa maneira, as crenças limitantes, causadas pela empatia e ideologias descapacitantes, faz do cidadão de bem o escravo mais que perfeito.

É dessa maneira que um simples calendário, aliado a um relógio, fazem um considerável estrago no indivíduo, que é transformado num simplório coadjuvante dessa nebulosa história de trevas, escrita pela supremacia do Deep State. Os valores e as crenças implantadas pelo sistema de educação e cultura, paralisam a crisálida, fazendo com que seu casulo seja também a sua prisão; e quem nasce e vive na prisão, desconhece a liberdade de fato.

Desse modo, o indivíduo, anestesiado e paralisado pelas crenças limitantes, não questionam e nunca se questionam a respeito dos valores a eles impostos; em vez disso, defendem tais valores de forma aguerrida, acreditando honestamente que é a ordem que traz o progresso, obliterando assim, qualquer eventualidade relativa a liberdade, igualdade e fraternidade de fato.

De tal modo, enquanto a crisálida aceitar seu casulo como sua zona de conforto, a configuração do sistema continuará inalterado. Se indivíduo não muda, o sistema também não, enquanto a quarentena surdamente grita para os cidadãos de bem “Parem os relógios e rasguem os calendários...” Escutar esse apelo é acordar para uma nova existência e compreender que Tempo não é dinheiro; Tempo é Arte, é Criatividade, é Vida.

Qualquer coisa diferente disso, é escravização da vontade alheia, que há muito tempo vem sendo aceita por vontade própria, fomentando dessa forma, o mercado infame moderno voluntário, aonde o oprimido também acaba por se tornar opressor, dinamizando esse mercado da escuridão, que busca instalar uma renovada idade das trevas, nas mentes e corações, daqueles que não se pautam pelo discernimento e auto responsabilidade. Portanto, os relógios e calendários regulam o caminhar desses neófitos, devido ao exacerbado egotismo, perdidos nesse tempo linear, que circula pelos cantos, limitantes e descapacitantes, dos labirintos desse calabouço ideológico.

 

 

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