Chamava-se Calenda o livro de registros usado no sistema de cobranças de tributos explorados pela elite suprema; a fim de manter o pleno controle financeiro, com o intuito óbvio de alinhar o tempo ao dinheiro; originou-se daí o calendário Gregoriano de 12 meses em total descompasso com o próprio tempo.
No calendário de 13 luas dos antigos
Maias (Tzolkin), é registrado que a
lua dá 13 voltas em torno da terra a cada 28 dias, enquanto a terra percorre em
365 dias, o seu trajeto em torno do sol. A cada mês temos então uma lua, em
suas 07 fases, sendo assim, o ciclo completo soma 364 dias, e neste dia fora do
tempo (que é 25 de julho – Dia Mundial da Paz), há um alinhamento com o Sol, de luz
branca, de Sírius.
Desse modo, temos um ciclo lunar e um
ciclo solar que forma o ciclo galáctico ao alinhar-se com o Sol de Sírius,
aonde, nesse dia fora do tempo, seria então o dia para se comemorar de fato, o
Ano Novo Cósmico, enquanto em paralelo, o Ano Novo comercial serve a lógica
mercadológica do calendário Gregoriano.
Dessa forma, as efemérides dos Tempos
Modernos nos colocaram num labirinto econômico e religioso, viciado e vicioso,
tendo sido as suas paredes holográficas construídas pelos conceitos elaborados pelo
estado formatador dessa Matrix, que reproduz fielmente o mesmo processo das
cobaias cativas em laboratórios. Este processo, cientificamente classificado como
Cultura de massa, sustenta o Inconsciente
Coletivo, que a vem ser justamente,
esse conjunto de crenças implantados para direcionar os destinos da nação.
E assim que o dito cidadão de bem,
anestesiado pelo sistema, tem o seu comportamento preventivo previsto e direcionado
pelas Tecnologias de Informação e Comunicação. Dessa forma, ele, uma vez
educado e formado através dos valores estipulados pelo sistema, segue todas as
regras e códigos impostos pelo mesmo sistema, sem quaisquer questionamentos ou
discernimentos em relação aos mesmos. Dessa maneira, as crenças limitantes,
causadas pela empatia e ideologias descapacitantes, faz do cidadão de bem o escravo mais que perfeito.
É dessa maneira que um simples
calendário, aliado a um relógio, fazem um considerável estrago no indivíduo, que
é transformado num simplório coadjuvante dessa nebulosa história de trevas, escrita
pela supremacia do Deep State. Os valores e as crenças implantadas pelo sistema
de educação e cultura, paralisam a crisálida, fazendo com que seu casulo seja
também a sua prisão; e quem nasce e vive na prisão, desconhece a liberdade de
fato.
Desse modo, o indivíduo, anestesiado
e paralisado pelas crenças limitantes, não questionam e nunca se questionam a
respeito dos valores a eles impostos; em vez disso, defendem tais valores de
forma aguerrida, acreditando honestamente que é a ordem que traz o progresso,
obliterando assim, qualquer eventualidade relativa a liberdade, igualdade e
fraternidade de fato.
De tal modo, enquanto a crisálida aceitar seu casulo como sua zona de conforto, a configuração do sistema continuará
inalterado. Se indivíduo não muda, o sistema também não, enquanto a quarentena surdamente
grita para os cidadãos de bem “Parem os
relógios e rasguem os calendários...” Escutar esse apelo é acordar para uma
nova existência e compreender que Tempo
não é dinheiro; Tempo é Arte, é Criatividade, é Vida.
Qualquer coisa diferente disso, é escravização
da vontade alheia, que há muito tempo vem sendo aceita por vontade própria,
fomentando dessa forma, o mercado infame moderno voluntário, aonde o oprimido também
acaba por se tornar opressor, dinamizando esse mercado da escuridão, que busca
instalar uma renovada idade das trevas, nas mentes e corações, daqueles que não
se pautam pelo discernimento e auto responsabilidade. Portanto, os relógios e
calendários regulam o caminhar desses neófitos, devido ao exacerbado egotismo,
perdidos nesse tempo linear, que circula pelos cantos, limitantes e
descapacitantes, dos labirintos desse calabouço ideológico.

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