Desse modo,
que do centro da raça humana, abrolhe o Espaço
da luz além da luz, e o Tempo do amor
além do amor, celebrando a existência em toda sua plenitude, com beleza e ardor.
Que nessa união
de tudo que é com tudo que há, o fôlego da vida possa alegremente pairar sobre
as águas, sendo soprado pelas Sílfides,
que brincam de esvoaçar os nossos cabelos refestelados sobre a pele aquecida
pelas Salamandras e refrescada pelas Nereidas.
De tal modo
que, a Nova Aurora, Agharta, Merlia, Urântia; que é a
nossa grandiosa Gaia; de belo planeta,
se metamorfoseie em belíssima estrela, como a joia rara que é, reluzindo em
meio ao Cosmo, engalanando a coroa da Deusa/Deus, Pai/Mãe, a Fonte Universal; esse
Grande Espírito que foi humanizado pelas distintas culturas dominante e implantado
através das crenças limitantes, ideologias desviantes e empatias descapacitantes do Velho Mundo
aos Tempos Modernos.
Eis que tudo se faz novo, com
sorrisos de alegrias incontidas, abraços como laços que unem em fraternos enlaces,
no lugar dos nós arraigados e arranjados como elos de corrente unidos por cordéis
de látegos.
Assim, a Liberdade
ruge no alto da montanha, anunciando o reinado da Deusa, derrubando as escolas
e os muros, a Ordem e o Progresso, as regras e os tratados.
Não há mais
medo no olhar, não há mais lamentos e nem murmúrios pelo ar, pois o caminho do
casulo a crisálida, trouxe o raiar da aurora desse Mundo Novo, no doce sabor do
ciciar da cigarra a celebrar, para sempre nos lembrar que, após cada inverno,
existe a certeza da primavera.
Na Nova Aurora não há lápis, nem cadernos ou canetas, e também não há grades de disciplinas ou horários fixos previstos, visto que todo aprendizado se dá através da leitura do coração, numa pedagogia das emoções que usa o método de alfabetização das Ternuras e dos Afetos, aonde a única regra aplicada é a do amor Incondicional. Esse curso capacita a pessoa para exercer a sua plena expressão, exercitando a criação e manifestação do Maná, no curso de gastronomia celestial, aonde o neófito vai aprender a criar e alimentar o seu universo interior, ao cognizar que, tudo o que estiver dentro, estará fora; e assim como é acima, também é abaixo.
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