Dos Tempos antropofágicos, eis que surge um
ser, suicida e mágico, chamado humano; que hoje sorri e chora; na mesma hora em
que sofre rindo de tudo, por conta de um relógio por ele criado, que conta e
canta o tempo ao pé do seu ouvido surdo: ... Tempux edax rerum[1]... tempux edax rerum... tempux edax rerum... tempux edax
rerum... tempux edax
rerum...
Seu Tempo não é cósmico e nem
tem tempo, nesse muro de lamentos onde bebem momentos em movimentos, acorrentados
a uma história in memoria do tempo
que morre com o tempo de quem mata o próprio tempo, na desordem criada por sua ordem a um Tempo que corre sem Money, ponteiros, parteira ou porteira.

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