BRAZIL: Um país nascido da infâmia, nascido de odiosos crimes contra
a humanidade; nascido do estupro, da tortura e do genocídio e que tem a petulância de comemorar tais funestas datas com orgulho, como esses fossem feitos dignos, do que classificamos como próprio
do ser humano. O indivíduo branco, esse ser vil, surgido a 43 mil anos atrás
entre a França e a Espanha (o Cáucaso), vindo do que hoje eles denominam de
Europa, que invadindo e pilhando todas as terras em nome de Deus; o mesmo Deus
que eles colocaram como gestor das religiões ocidentais para justificarem suas
atrocidades e seus crimes contra a humanidade; religiões essas outrora citadas
como ópio do povo, mas que hoje, é sabido que é, na verdade, um cancro em
estágio avançadíssimo, que atinge toda a população em escala mundial, através
da funesta arma conhecida como mídia; mídia esta, que está nas mãos dos
fúnebres assassinos homens brancos, que fazem parte da minoria da população
mundial.
Pois bem, esses esquizoides que reclamam o
posto de ser humano, que gerenciam o mundo e impõem suas vontades, caprichos e desejos
através das armas, usando a mídia para criminalizar a pobreza e naturalizar o
machismo e o racismo, implantando a carência cognitiva no sistema educacional, legitimado
através de livros de histórias confeccionados com sangue negro e indígena; do
momento em que coloniza as mentes e corações, através dessa excludente mídia, para que as
opiniões formuladas e formatadas para a população possam ser bem recebidas com o
rufar de tambores, mulheres seminuas dançando sensualmente numa festa com muito
pão e circo. É desse modo que os oprimidos alienados se aliam como combatentes
e capitães-do-mato para defenderem os ideais da raposa branca que cuida das
galinhas-dos-ovos-de-ouro.
Esses leais escravos combatentes (presidente,
governadores, prefeitos, deputados, senadores, vereadores, diretores e afins) e
os subservientes capitães-do-mato (militares e afins) fazem a manutenção do
calabouço social do submundo da sociedade abastada e livres de quaisquer
escrúpulos ou limites.
É desse modo que os infelizes e abjetos
seres humanos que compõem a maioria da população brazilleira, classificados como
minoria, e assim, se sentindo como minoria, agem como minoria e vivem como
minoria. Pois assim os livros brancos, os estigmatizaram, estreitando suas perspectivas, enquanto eles próprios legitimaram esse discurso tornando-o real. Enquanto eles acreditarem que são minoria, que são
fracos, que são abjetos, assim será. Essa é a ordem dada a nós para o progresso deles...
Até que nosso povo se defina e se veja como povo; se reconheça, reconhecendo seu potencial, se vendo possuidor de uma esplendorosa força e riqueza humana, finalmente poderá efetivar-se como uma legítima nação; uma nação brasileira pluriétnica. Para tanto, a REPARAÇÃO perpetrada a partir da responsabilização e culpabilização dos gravíssimos crimes contra a humanidade praticado por essa minoria que se auto intitulam como maioria; tais crimes continuados, imprescritíveis e inafiançáveis, devem ser repassados a limpo em nosso presente, sendo recontextualizados, explicitados e acoimados de acordo com o tribunal internacional.
Esse processo que há muito já tarda, mesmo após a conferência de Durban e a declaração da ONU, em 2001, que condena o Brazil por tais crimes; enquanto o Estado brazilleiro, como um dos réus nesse processo, vem postergando e sabotando de forma criminosa o andamento do mesmo, já que o supremo tribunal federal e todo o poder legislativo se revelou estar nas mãos de gangster e mafiosos brancos da pior espécie, já que uma grande parte são bandidos religiosos. Ou seja, bandidos da pior espécie mesmo, Já que tentam de todas as formas fugir da ação penal que lhes cabem como mantenedor desse hediondo crime contra a humanidade.
Esse mesmo Estado, que foi fundado de forma ilegal e se mantém na ilegalidade, deve responder por tal crime para sair da lista de réus dos grandes criminosos com que o mundo já se deparou na história da evolução da humanidade. Se assim não for, o Estado brazilleiro continuará a ser o inimigo número um dos povos que habitam o solo desse país. E o negro continuará ocupando o lugar de um cordial vassalo, sendo de forma vil, tutelado pelo branco social, política, religiosa e afetivamente, tendo seu corpo exposto a toda sorte de violências nesse ininterrupto mercado branco de infâmias e impunidades desse eterno Black Friday.
Até que nosso povo se defina e se veja como povo; se reconheça, reconhecendo seu potencial, se vendo possuidor de uma esplendorosa força e riqueza humana, finalmente poderá efetivar-se como uma legítima nação; uma nação brasileira pluriétnica. Para tanto, a REPARAÇÃO perpetrada a partir da responsabilização e culpabilização dos gravíssimos crimes contra a humanidade praticado por essa minoria que se auto intitulam como maioria; tais crimes continuados, imprescritíveis e inafiançáveis, devem ser repassados a limpo em nosso presente, sendo recontextualizados, explicitados e acoimados de acordo com o tribunal internacional.
Esse processo que há muito já tarda, mesmo após a conferência de Durban e a declaração da ONU, em 2001, que condena o Brazil por tais crimes; enquanto o Estado brazilleiro, como um dos réus nesse processo, vem postergando e sabotando de forma criminosa o andamento do mesmo, já que o supremo tribunal federal e todo o poder legislativo se revelou estar nas mãos de gangster e mafiosos brancos da pior espécie, já que uma grande parte são bandidos religiosos. Ou seja, bandidos da pior espécie mesmo, Já que tentam de todas as formas fugir da ação penal que lhes cabem como mantenedor desse hediondo crime contra a humanidade.
Esse mesmo Estado, que foi fundado de forma ilegal e se mantém na ilegalidade, deve responder por tal crime para sair da lista de réus dos grandes criminosos com que o mundo já se deparou na história da evolução da humanidade. Se assim não for, o Estado brazilleiro continuará a ser o inimigo número um dos povos que habitam o solo desse país. E o negro continuará ocupando o lugar de um cordial vassalo, sendo de forma vil, tutelado pelo branco social, política, religiosa e afetivamente, tendo seu corpo exposto a toda sorte de violências nesse ininterrupto mercado branco de infâmias e impunidades desse eterno Black Friday.



























