Portanto,
tudo o que existe, feliz ou infelizmente, positiva ou negativamente, para que
possa existir, deve ser qualificado pela mente. Sejam monstros ou anjos,
gárgulas ou Arcanjos, Deuses ou Demônios, a
arquitetura mental do Universo, em geral, é feita em prosa ou em verso,
consciente ou inconscientemente.
Somos construtores;
engenheiros, artistas e arquitetos desse destino perfeitamente incerto,
construído por curvas certas e sinuosas linhas retas. Portanto, dispensar, repensando esse apego com que se qualifica cada pensamento que nos alija e separa da autoconsciência, é processo raro,
pois é só no coração que a telepatia se junta ao pensamento autêntico, sem as meias
palavras e reticências que retocam os conceitos da ciência e ideologias
capenga.
Quem pensa
que pensa, mesmo sabendo que não sabe o que não sabe, constrói seu castelo de
cartas cercado por intransponíveis muros, ilustrando uma história narrada sem
verso nem rima, diferente da rocha que se ergue nas areias do litoral,
resistindo às intempéries e expondo a beleza plena da exuberante natureza, como
um poema sem letras, repleto só de sentir e de bem-querer.
Por outro
lado, os pensamentos dúbios que são habilmente instigados pela mídia, irão abraçar com ardor as
intempéries da alma, ao mesmo tempo em que essa mesma alma é dragada em seu
próprio abismo interior, De forma contrária, quando o pensamento vibrante de
cada manhã, e de cada amanhã se apresenta como um belo presente em cada mente
que não se encontra ausente de si mesmo, é como aquela semente que sempre é, com a plena fé nesse perene virá-a-ser, que sempre faz vibrar
o pensamento de elevada frequência, e com a energia gerada, constrói a
realidade que se faz presente em cada dimensão subsequente que circunda o
cristal de cada manhã.
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