Foi durante
esse capcioso processo de marketing, que estrategicamente se banalizou o
costume de que, quaisquer medidas concernentes à segurança, saúde e educação propostas
pelos governos, fossem apresentadas somente após um exaustivo e pesado
noticiário sobre violências, epidemias e mortes; justamente para que tais
medidas fossem aceitas sem quaisquer ressalvas ou questionamentos.
Desse modo,
todas as iníquas medidas apresentadas com o nítido intuito do controle absoluto
do sujeito e do social, passam a ser paulatinamente impostas pela mídia logo
assim que a mesma adquiri os seus cinquenta
tons de democracia; assim que, fixados pelas repetidas e repetitivas
propagandas de horário nobre, sendo, dessa forma aprovadas pelo crivo social, são
suprimidas, sem mais delongas, a liberdade, a fraternidade e a igualdade ao
adequar-se as estapafúrdias justificativas legitimadas pelo verniz dessa
habilidosa retórica, que concede ao temeroso cidadão de bem, a falsa sensação
de uma suposta segurança.
Os senhores
da mídia, com a plena consciência de que a energia, a vibração e a frequência quando
conveniente sintonizada e emitida pelo cada indivíduo (ressonância Schumann) ou
coletivamente, repercute poderosamente em torno da terra. Desse modo, fizeram
com que as grades magnéticas do orbe fossem alteradas e transformadas em grades
de escravização, da mesma maneira que usam os satélites para administrar as
emissões de informações, condicionando a produção do conhecimento universal e
formatando o inconsciente coletivo, gerando um processo aonde o subjetivo
de toda a sociedade passa a ser convenientemente controlado e conduzido.
Sendo
assim, podemos inferir que absolutamente toda a realidade vigente foi criada e tem
sido mantida por esse mesmo indivíduo, que foi cultivado num emotivo e coletivo
processo fabricado por essa Máquina de Produzir Medo, que busca instaurar no mundo,
uma distopia utópica, sem alma, instituindo assim, um lockdown na luz do
discernimento. Com esse lockdown a mídia procura causar, as custas da cultura
do medo ao trazer a negatividade como manchete, a escuridão da alma como
permanente estado de espírito, paralisando esse indivíduo que, esqueceu-se, de
que, tudo o que ele pensa, fala e faz, tem as suas devidas consequências
plasmadas nessa matriz, produzindo assim, toda essa holografia que ele toma
como realidade.
Dessa
forma, as questões de gênero, raça, classe e credo são as maneiras mais
eficazes de dividir e instaurar os intermináveis conflitos entre esses seres classificados
como humanos, criando as condições necessárias para que eles próprios, como
salvadores da pátria, possam negociar com promissoras promessas, apresentando pós-verdades
que possibilitem as vendas de fictícias soluções e terapêuticas fórmulas mágicas
de medicina algorítmica, para que os traumas por eles insuflados possam se
resolver num breve futuro que jamais há de chegar.
Essa é a maquiavélica
fórmula, foi instaurada justamente para que os indivíduos se perdessem nos
labirintos dessas infindáveis pautas, que estabeleceram os inúmeros e
desgastantes debates sem soluções, instituídos por este sistema escravagista
que nos acorrentam a essa liberdade virtual instituída pelo Estado Profundo. Assim, a partir das ideologias descapacitantes e das
crenças limitantes, as pessoas se reúnem cada qual com os seus times, suas
tribos, religiões, facções e partidos, a fim de combaterem uns contra os
outros, enquanto os donos do sistema se deleitam e se alimentam com as energias
desprendidas nas egrégoras desses conflitos, que são ofertados aos deuses dos dogmas
e dos paradigmas de cada dia que nos dói hoje.
É dessa
maneira que, essas empatias e ideologias descapacitantes que compõem as nossas
certezas absolutas, também formatam as nossas crenças limitantes, conduzindo
dessa forma, o subjetivo do indivíduo que voluntariamente se apresenta como um
produto-vivo, enquanto é coisificado por esse mercado infame que o impede de mostrar
quaisquer condições de questionar; principalmente a si mesmo; pois o sujeito não
tem quaisquer possibilidades de desenvolver a percepção de uma provável
autoconsciência.
E assim, essa
pessoa; termina por ser conduzida por quem produz e domina as suas emoções; se
transformando num produto-vivo-voluntário
escandalosamente expostos nas vitrines do sistema, para que uma das oito
famílias que constituem a elite financeira mundial, possa se dispor da força
ativa do dito-cujo. Esse processo, ocorre precisamente, desde que, o que restou
da poderosa Atlântida, se fragmentou no mar, transformando-se apenas num
amontoado de montanhas, que hoje são conhecidas e como Ilhas Havaianas; essas mesmas
ilhas que são usadas para as elites usufruírem as suas férias semanais.
É assim que
essa Máquina de Fazer Medo vorazmente
se alimenta, e usa como combustível único, as emoções que são produzidas nos
corações e mentes dos expectadores e telespectadores, uma vez que, esses usuários
são transformados em voluntários-produtos-vivos,
nesse processo escandalosamente doloso, imposto pela mídia mundial.
Portanto,
cabe única e exclusivamente ao usuário, enquanto sujeito, a responsabilidade de
se desligar dessa sinistra, maquiavélica e tenebrosa Máquina controladora do
subjetivo da pessoa humana. Assim sendo, podemos inferir que o isolamento
social, proporcionado pela quarentena, está sendo uma esplêndida oportunidade
para a retirada da mordaça que essa pérfida
mídia classificou como máscara protetora.
Logo, cabe
somente ao indivíduo, enquanto sujeito de fato, primeiramente retirar a sua simbólica
máscara, fazendo com que, metaforicamente todas as máscaras sociais caiam de
vez, derrogando enfim, esse carnaval nacionalista de hipocrisia midiática. Mas,
obviamente isso só acontecerá quando o bom cidadão descobrir que a única coisa
realmente verdadeira num jornal; às vezes, bem raramente; é somente a data.
Até isso não
acontecer, tudo o que vier contra suas crenças limitantes adquiridas através das
ideologias descapacitantes, certamente vai soar como uma bela teoria da
conspiração ou mesmo pura insanidade; não cabendo, portanto, nenhuma possibilidade
de uma mudança que venha, exceto a Fakes News, de fora para dentro; visto que,
intelectualmente ele sabe que, qualquer mudança real, só pode ocorrer do
interior para o exterior; portanto, tudo o mais diferente do mesmo, não passam
de meras especulações, plantadas e cultivadas por uma mente delirantemente
alternativa.

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