Total de visualizações de página

Pesquisar estehttp://umbrasildecor.wordpress.com/2013/05/29/jornal-cobre-lancamento-de-escrito blog

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Sobre a Máquina Fabricante de Medo e a Construção da Realidade dos Tempos Modernos

Os Filmes e as séries, as novelas e principalmente os comerciais, se especializaram em mexer profundamente com as emoções humanas. Foi dessa forma; mexendo intimamente com as nossas emoções; que os administrantes das Tecnologias de Informação e Comunicação passaram a controlar o subjetivo do indivíduo ao dominar por completo a sua sensibilidade; provocando assim, todas as reações desejadas, transformando o dito-cujo nesse mero boneco de ventríloquo, vulgarmente categorizado como cidadão de bem.

Foi durante esse capcioso processo de marketing, que estrategicamente se banalizou o costume de que, quaisquer medidas concernentes à segurança, saúde e educação propostas pelos governos, fossem apresentadas somente após um exaustivo e pesado noticiário sobre violências, epidemias e mortes; justamente para que tais medidas fossem aceitas sem quaisquer ressalvas ou questionamentos.

Desse modo, todas as iníquas medidas apresentadas com o nítido intuito do controle absoluto do sujeito e do social, passam a ser paulatinamente impostas pela mídia logo assim que a mesma adquiri os seus cinquenta tons de democracia; assim que, fixados pelas repetidas e repetitivas propagandas de horário nobre, sendo, dessa forma aprovadas pelo crivo social, são suprimidas, sem mais delongas, a liberdade, a fraternidade e a igualdade ao adequar-se as estapafúrdias justificativas legitimadas pelo verniz dessa habilidosa retórica, que concede ao temeroso cidadão de bem, a falsa sensação de uma suposta segurança.

Os senhores da mídia, com a plena consciência de que a energia, a vibração e a frequência quando conveniente sintonizada e emitida pelo cada indivíduo (ressonância Schumann) ou coletivamente, repercute poderosamente em torno da terra. Desse modo, fizeram com que as grades magnéticas do orbe fossem alteradas e transformadas em grades de escravização, da mesma maneira que usam os satélites para administrar as emissões de informações, condicionando a produção do conhecimento universal e formatando o inconsciente coletivo, gerando um processo aonde o subjetivo de toda a sociedade passa a ser convenientemente controlado e conduzido.

Sendo assim, podemos inferir que absolutamente toda a realidade vigente foi criada e tem sido mantida por esse mesmo indivíduo, que foi cultivado num emotivo e coletivo processo fabricado por essa Máquina de Produzir Medo, que busca instaurar no mundo, uma distopia utópica, sem alma, instituindo assim, um lockdown na luz do discernimento. Com esse lockdown a mídia procura causar, as custas da cultura do medo ao trazer a negatividade como manchete, a escuridão da alma como permanente estado de espírito, paralisando esse indivíduo que, esqueceu-se, de que, tudo o que ele pensa, fala e faz, tem as suas devidas consequências plasmadas nessa matriz, produzindo assim, toda essa holografia que ele toma como realidade.

Dessa forma, as questões de gênero, raça, classe e credo são as maneiras mais eficazes de dividir e instaurar os intermináveis conflitos entre esses seres classificados como humanos, criando as condições necessárias para que eles próprios, como salvadores da pátria, possam negociar com promissoras promessas, apresentando pós-verdades que possibilitem as vendas de fictícias soluções e terapêuticas fórmulas mágicas de medicina algorítmica, para que os traumas por eles insuflados possam se resolver num breve futuro que jamais há de chegar.

Essa é a maquiavélica fórmula, foi instaurada justamente para que os indivíduos se perdessem nos labirintos dessas infindáveis pautas, que estabeleceram os inúmeros e desgastantes debates sem soluções, instituídos por este sistema escravagista que nos acorrentam a essa liberdade virtual instituída pelo Estado Profundo. Assim, a partir das ideologias descapacitantes e das crenças limitantes, as pessoas se reúnem cada qual com os seus times, suas tribos, religiões, facções e partidos, a fim de combaterem uns contra os outros, enquanto os donos do sistema se deleitam e se alimentam com as energias desprendidas nas egrégoras desses conflitos, que são ofertados aos deuses dos dogmas e dos paradigmas de cada dia que nos dói hoje.

É dessa maneira que, essas empatias e ideologias descapacitantes que compõem as nossas certezas absolutas, também formatam as nossas crenças limitantes, conduzindo dessa forma, o subjetivo do indivíduo que voluntariamente se apresenta como um produto-vivo, enquanto é coisificado por esse mercado infame que o impede de mostrar quaisquer condições de questionar; principalmente a si mesmo; pois o sujeito não tem quaisquer possibilidades de desenvolver a percepção de uma provável autoconsciência.

E assim, essa pessoa; termina por ser conduzida por quem produz e domina as suas emoções; se transformando num produto-vivo-voluntário escandalosamente expostos nas vitrines do sistema, para que uma das oito famílias que constituem a elite financeira mundial, possa se dispor da força ativa do dito-cujo. Esse processo, ocorre precisamente, desde que, o que restou da poderosa Atlântida, se fragmentou no mar, transformando-se apenas num amontoado de montanhas, que hoje são conhecidas e como Ilhas Havaianas; essas mesmas ilhas que são usadas para as elites usufruírem as suas férias semanais.

É assim que essa Máquina de Fazer Medo vorazmente se alimenta, e usa como combustível único, as emoções que são produzidas nos corações e mentes dos expectadores e telespectadores, uma vez que, esses usuários são transformados em voluntários-produtos-vivos, nesse processo escandalosamente doloso, imposto pela mídia mundial.

Portanto, cabe única e exclusivamente ao usuário, enquanto sujeito, a responsabilidade de se desligar dessa sinistra, maquiavélica e tenebrosa Máquina controladora do subjetivo da pessoa humana. Assim sendo, podemos inferir que o isolamento social, proporcionado pela quarentena, está sendo uma esplêndida oportunidade para a retirada da mordaça que essa pérfida mídia classificou como máscara protetora.

Logo, cabe somente ao indivíduo, enquanto sujeito de fato, primeiramente retirar a sua simbólica máscara, fazendo com que, metaforicamente todas as máscaras sociais caiam de vez, derrogando enfim, esse carnaval nacionalista de hipocrisia midiática. Mas, obviamente isso só acontecerá quando o bom cidadão descobrir que a única coisa realmente verdadeira num jornal; às vezes, bem raramente; é somente a data.

Até isso não acontecer, tudo o que vier contra suas crenças limitantes adquiridas através das ideologias descapacitantes, certamente vai soar como uma bela teoria da conspiração ou mesmo pura insanidade; não cabendo, portanto, nenhuma possibilidade de uma mudança que venha, exceto a Fakes News, de fora para dentro; visto que, intelectualmente ele sabe que, qualquer mudança real, só pode ocorrer do interior para o exterior; portanto, tudo o mais diferente do mesmo, não passam de meras especulações, plantadas e cultivadas por uma mente delirantemente alternativa.

Nenhum comentário: