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quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Era uma Vez, uma Anastácia Vestida de Máscara Xadrez

As Máscaras, Véus e Burcas, são as Metafísicas mordaças contemporâneas dos
Tempos Modernos, habilmente usadas como lentes reversas, para que o indivíduo possa assistir aos espetáculos pirotécnicos de pós-verdade, nesse sedutor teatro de bonecos protagonizado pelos valores descapacitantes que vigoram nessa sociedade submissa ao subjetivo sequestrado.  

É assim que a verdade, como uma majestosa Dama desnuda, que escandalosamente desfila pelada, perante os olhos espantados dos mascarados e portadores de burcas, simbolicamente amordaçados pela modernidade, com os pedaços daquele véu opaco com o qual querem vestir essa Dama despida de valores obtusos e escusos, transmitidos pelo sistema escravagista ainda vigente.

Rasgar as roupas dos santos oficializados pela sé, é como fazer um strip-tease desses valores obtusos que funcionam como lastros das almas que penam; valores meticulosamente impressos no cotidiano das efemérides gregorianas. Portanto, a ação de despir-se de histórias e narrativas enviesadas e descapacitantes, é um ato de coragem, de rebeldia, de desobediência e insubordinação a valores tirânicos e escravagistas.

Retirar as máscaras, metafisica ou simbolicamente fixados na face de Janus[1], requer um heroísmo todo próprio e não alheio; já que, a capa e a espada são símbolos tatuados no espelho da alma. Deixemos então, que essas cortinas que ornamentam o palco da vida, com retóricas e ideologias descapacitantes, se abram; e os véus que rodeiam as sombras refletidas nas paredes de nossas cavernas, possam se desintegrar sobre a luz do discernimento.

O discernimento só pode chegar após o cair das máscaras; e assim, tudo o que for velho, se fará novo. Do contrário, permaneceremos como aquele cão, que corre atrás do rabo sem jamais sair do lugar. Entre Reis e Rainhas, bispos e cavaleiros a burca xadrez é um dos artigos de medo, que é comprado e vendido por notas de valores pautados nos interesses e conveniências fornecidos pelo sistema.

Desse modo, a moda pode ser rebelde ou conservadora, dependendo da mente; emancipada ou escravizada; da alma que vive sobre a batuta das regras, dos tratados e leis, ou de um espírito livre, que vai além dos limites impostos pelo sistema escravista contemporâneo.  Que caiam as máscaras da hipocrisia e da manipulação; e que as Anastácias possam se despir de si mesma, como a verdade; toda nua; ao mesmo tempo em que se veste com o princípio do ventre livre de fato.

 

 



[1] Janus era o deus dos portões e dos portais. Era representado por uma figura com duas faces olhando em direções opostas. O radical do seu nome deu origem ao mês de janeiro (o mês que olha para o ano que passou e o ano que está por chegar).

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Sinto, logo, Existo....!!


A Mente é Criadora, e jamais mente, pois é como uma pequenina Semente; ainda que dormente; sente que pode ser muito mais do que aquela crisálida que luta perenemente no interior de um casulo indiferente; ela, a mente deve ser paciente até não precisar mais lutar; só consentindo o Destino que lhe reserva a Flor da vida, que perfuma o frondoso Baobá que espera logo à frente.   

Portanto, tudo o que existe, feliz ou infelizmente, positiva ou negativamente, para que possa existir, deve ser qualificado pela mente. Sejam monstros ou anjos, gárgulas ou  Arcanjos, Deuses ou Demônios, a arquitetura mental do Universo, em geral, é feita em prosa ou em verso, consciente ou inconscientemente.

Somos construtores; engenheiros, artistas e arquitetos desse destino perfeitamente incerto, construído por curvas certas e sinuosas linhas retas. Portanto, dispensar, repensando esse apego com que se qualifica cada pensamento que nos alija e separa da autoconsciência, é processo raro, pois é só no coração que a telepatia se junta ao pensamento autêntico, sem as meias palavras e reticências que retocam os conceitos da ciência e ideologias capenga.

Quem pensa que pensa, mesmo sabendo que não sabe o que não sabe, constrói seu castelo de cartas cercado por intransponíveis muros, ilustrando uma história narrada sem verso nem rima, diferente da rocha que se ergue nas areias do litoral, resistindo às intempéries e expondo a beleza plena da exuberante natureza, como um poema sem letras, repleto só de sentir e de bem-querer.

Por outro lado, os pensamentos dúbios que são habilmente instigados pela mídia, irão abraçar com ardor as intempéries da alma, ao mesmo tempo em que essa mesma alma é dragada em seu próprio abismo interior, De forma contrária, quando o pensamento vibrante de cada manhã, e de cada amanhã se apresenta como um belo presente em cada mente que não se encontra ausente de si mesmo, é como aquela semente que sempre é, com a plena fé nesse perene virá-a-ser, que sempre faz vibrar o pensamento de elevada frequência, e com a energia gerada, constrói a realidade que se faz presente em cada dimensão subsequente que circunda o cristal de cada manhã.

 


terça-feira, 22 de setembro de 2020

Sobre a Máquina Fabricante de Medo e a Construção da Realidade dos Tempos Modernos

Os Filmes e as séries, as novelas e principalmente os comerciais, se especializaram em mexer profundamente com as emoções humanas. Foi dessa forma; mexendo intimamente com as nossas emoções; que os administrantes das Tecnologias de Informação e Comunicação passaram a controlar o subjetivo do indivíduo ao dominar por completo a sua sensibilidade; provocando assim, todas as reações desejadas, transformando o dito-cujo nesse mero boneco de ventríloquo, vulgarmente categorizado como cidadão de bem.

Foi durante esse capcioso processo de marketing, que estrategicamente se banalizou o costume de que, quaisquer medidas concernentes à segurança, saúde e educação propostas pelos governos, fossem apresentadas somente após um exaustivo e pesado noticiário sobre violências, epidemias e mortes; justamente para que tais medidas fossem aceitas sem quaisquer ressalvas ou questionamentos.

Desse modo, todas as iníquas medidas apresentadas com o nítido intuito do controle absoluto do sujeito e do social, passam a ser paulatinamente impostas pela mídia logo assim que a mesma adquiri os seus cinquenta tons de democracia; assim que, fixados pelas repetidas e repetitivas propagandas de horário nobre, sendo, dessa forma aprovadas pelo crivo social, são suprimidas, sem mais delongas, a liberdade, a fraternidade e a igualdade ao adequar-se as estapafúrdias justificativas legitimadas pelo verniz dessa habilidosa retórica, que concede ao temeroso cidadão de bem, a falsa sensação de uma suposta segurança.

Os senhores da mídia, com a plena consciência de que a energia, a vibração e a frequência quando conveniente sintonizada e emitida pelo cada indivíduo (ressonância Schumann) ou coletivamente, repercute poderosamente em torno da terra. Desse modo, fizeram com que as grades magnéticas do orbe fossem alteradas e transformadas em grades de escravização, da mesma maneira que usam os satélites para administrar as emissões de informações, condicionando a produção do conhecimento universal e formatando o inconsciente coletivo, gerando um processo aonde o subjetivo de toda a sociedade passa a ser convenientemente controlado e conduzido.

Sendo assim, podemos inferir que absolutamente toda a realidade vigente foi criada e tem sido mantida por esse mesmo indivíduo, que foi cultivado num emotivo e coletivo processo fabricado por essa Máquina de Produzir Medo, que busca instaurar no mundo, uma distopia utópica, sem alma, instituindo assim, um lockdown na luz do discernimento. Com esse lockdown a mídia procura causar, as custas da cultura do medo ao trazer a negatividade como manchete, a escuridão da alma como permanente estado de espírito, paralisando esse indivíduo que, esqueceu-se, de que, tudo o que ele pensa, fala e faz, tem as suas devidas consequências plasmadas nessa matriz, produzindo assim, toda essa holografia que ele toma como realidade.

Dessa forma, as questões de gênero, raça, classe e credo são as maneiras mais eficazes de dividir e instaurar os intermináveis conflitos entre esses seres classificados como humanos, criando as condições necessárias para que eles próprios, como salvadores da pátria, possam negociar com promissoras promessas, apresentando pós-verdades que possibilitem as vendas de fictícias soluções e terapêuticas fórmulas mágicas de medicina algorítmica, para que os traumas por eles insuflados possam se resolver num breve futuro que jamais há de chegar.

Essa é a maquiavélica fórmula, foi instaurada justamente para que os indivíduos se perdessem nos labirintos dessas infindáveis pautas, que estabeleceram os inúmeros e desgastantes debates sem soluções, instituídos por este sistema escravagista que nos acorrentam a essa liberdade virtual instituída pelo Estado Profundo. Assim, a partir das ideologias descapacitantes e das crenças limitantes, as pessoas se reúnem cada qual com os seus times, suas tribos, religiões, facções e partidos, a fim de combaterem uns contra os outros, enquanto os donos do sistema se deleitam e se alimentam com as energias desprendidas nas egrégoras desses conflitos, que são ofertados aos deuses dos dogmas e dos paradigmas de cada dia que nos dói hoje.

É dessa maneira que, essas empatias e ideologias descapacitantes que compõem as nossas certezas absolutas, também formatam as nossas crenças limitantes, conduzindo dessa forma, o subjetivo do indivíduo que voluntariamente se apresenta como um produto-vivo, enquanto é coisificado por esse mercado infame que o impede de mostrar quaisquer condições de questionar; principalmente a si mesmo; pois o sujeito não tem quaisquer possibilidades de desenvolver a percepção de uma provável autoconsciência.

E assim, essa pessoa; termina por ser conduzida por quem produz e domina as suas emoções; se transformando num produto-vivo-voluntário escandalosamente expostos nas vitrines do sistema, para que uma das oito famílias que constituem a elite financeira mundial, possa se dispor da força ativa do dito-cujo. Esse processo, ocorre precisamente, desde que, o que restou da poderosa Atlântida, se fragmentou no mar, transformando-se apenas num amontoado de montanhas, que hoje são conhecidas e como Ilhas Havaianas; essas mesmas ilhas que são usadas para as elites usufruírem as suas férias semanais.

É assim que essa Máquina de Fazer Medo vorazmente se alimenta, e usa como combustível único, as emoções que são produzidas nos corações e mentes dos expectadores e telespectadores, uma vez que, esses usuários são transformados em voluntários-produtos-vivos, nesse processo escandalosamente doloso, imposto pela mídia mundial.

Portanto, cabe única e exclusivamente ao usuário, enquanto sujeito, a responsabilidade de se desligar dessa sinistra, maquiavélica e tenebrosa Máquina controladora do subjetivo da pessoa humana. Assim sendo, podemos inferir que o isolamento social, proporcionado pela quarentena, está sendo uma esplêndida oportunidade para a retirada da mordaça que essa pérfida mídia classificou como máscara protetora.

Logo, cabe somente ao indivíduo, enquanto sujeito de fato, primeiramente retirar a sua simbólica máscara, fazendo com que, metaforicamente todas as máscaras sociais caiam de vez, derrogando enfim, esse carnaval nacionalista de hipocrisia midiática. Mas, obviamente isso só acontecerá quando o bom cidadão descobrir que a única coisa realmente verdadeira num jornal; às vezes, bem raramente; é somente a data.

Até isso não acontecer, tudo o que vier contra suas crenças limitantes adquiridas através das ideologias descapacitantes, certamente vai soar como uma bela teoria da conspiração ou mesmo pura insanidade; não cabendo, portanto, nenhuma possibilidade de uma mudança que venha, exceto a Fakes News, de fora para dentro; visto que, intelectualmente ele sabe que, qualquer mudança real, só pode ocorrer do interior para o exterior; portanto, tudo o mais diferente do mesmo, não passam de meras especulações, plantadas e cultivadas por uma mente delirantemente alternativa.

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Sobre o Estado de Sonambulismo da Humanidade

Chamava-se Calenda o livro de registros usado no sistema de cobranças de tributos explorados pela elite suprema; a fim de manter o pleno controle financeiro, com o intuito óbvio de alinhar o tempo ao dinheiro; originou-se daí o calendário Gregoriano de 12 meses em total descompasso com o próprio tempo.

No calendário de 13 luas dos antigos Maias (Tzolkin), é registrado que a lua dá 13 voltas em torno da terra a cada 28 dias, enquanto a terra percorre em 365 dias, o seu trajeto em torno do sol. A cada mês temos então uma lua, em suas 07 fases, sendo assim, o ciclo completo soma 364 dias, e neste dia fora do tempo (que é 25 de julho – Dia Mundial da Paz), há um alinhamento com o Sol, de luz branca, de Sírius.

Desse modo, temos um ciclo lunar e um ciclo solar que forma o ciclo galáctico ao alinhar-se com o Sol de Sírius, aonde, nesse dia fora do tempo, seria então o dia para se comemorar de fato, o Ano Novo Cósmico, enquanto em paralelo, o Ano Novo comercial serve a lógica mercadológica do calendário Gregoriano.

Dessa forma, as efemérides dos Tempos Modernos nos colocaram num labirinto econômico e religioso, viciado e vicioso, tendo sido as suas paredes holográficas construídas pelos conceitos elaborados pelo estado formatador dessa Matrix, que reproduz fielmente o mesmo processo das cobaias cativas em laboratórios. Este processo, cientificamente classificado como Cultura de massa, sustenta o Inconsciente Coletivo, que a vem ser justamente, esse conjunto de crenças implantados para direcionar os destinos da nação.

E assim que o dito cidadão de bem, anestesiado pelo sistema, tem o seu comportamento preventivo previsto e direcionado pelas Tecnologias de Informação e Comunicação. Dessa forma, ele, uma vez educado e formado através dos valores estipulados pelo sistema, segue todas as regras e códigos impostos pelo mesmo sistema, sem quaisquer questionamentos ou discernimentos em relação aos mesmos. Dessa maneira, as crenças limitantes, causadas pela empatia e ideologias descapacitantes, faz do cidadão de bem o escravo mais que perfeito.

É dessa maneira que um simples calendário, aliado a um relógio, fazem um considerável estrago no indivíduo, que é transformado num simplório coadjuvante dessa nebulosa história de trevas, escrita pela supremacia do Deep State. Os valores e as crenças implantadas pelo sistema de educação e cultura, paralisam a crisálida, fazendo com que seu casulo seja também a sua prisão; e quem nasce e vive na prisão, desconhece a liberdade de fato.

Desse modo, o indivíduo, anestesiado e paralisado pelas crenças limitantes, não questionam e nunca se questionam a respeito dos valores a eles impostos; em vez disso, defendem tais valores de forma aguerrida, acreditando honestamente que é a ordem que traz o progresso, obliterando assim, qualquer eventualidade relativa a liberdade, igualdade e fraternidade de fato.

De tal modo, enquanto a crisálida aceitar seu casulo como sua zona de conforto, a configuração do sistema continuará inalterado. Se indivíduo não muda, o sistema também não, enquanto a quarentena surdamente grita para os cidadãos de bem “Parem os relógios e rasguem os calendários...” Escutar esse apelo é acordar para uma nova existência e compreender que Tempo não é dinheiro; Tempo é Arte, é Criatividade, é Vida.

Qualquer coisa diferente disso, é escravização da vontade alheia, que há muito tempo vem sendo aceita por vontade própria, fomentando dessa forma, o mercado infame moderno voluntário, aonde o oprimido também acaba por se tornar opressor, dinamizando esse mercado da escuridão, que busca instalar uma renovada idade das trevas, nas mentes e corações, daqueles que não se pautam pelo discernimento e auto responsabilidade. Portanto, os relógios e calendários regulam o caminhar desses neófitos, devido ao exacerbado egotismo, perdidos nesse tempo linear, que circula pelos cantos, limitantes e descapacitantes, dos labirintos desse calabouço ideológico.

 

 

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Sobre a Escravidão no Planeta Terra e a Tecnologia Espiritual do Pensamento

Absolutamente tudo aquilo que pensamos, ganha a sua forma ao ser impresso no éter; resumidamente o éter é esse elemento denominado pela ciência como quintessência, sendo definido como o material que preenche a região do universo acima da esfera terrestre. Assim como o nosso que planeta, que possuí sua capa etérica correlato a ressonância Schumann[1], o ser humano também é possuidor de seu corpo etérico.

Sendo assim, absolutamente tudo aquilo que se fala e pensa, ganha a sua forma, como uma nuvem, acima de nosso corpo, da mesma forma que, tudo aquilo que fazemos também fica registrado no corpo pensante, formando assim, profundas marcas, gravadas como se fossem tatuagens espirituais desenhadas na alma.

Dessa maneira, é inevitável que quaisquer pensamentos se transformem em formas-pensamento, se configurando em pleno ar, assim que ajuizados. Fazemos isso de forma tão natural quanto fazemos uso da telepatia, principalmente com as pessoas que nos são mais próximas; pois sempre sabemos exatamente o que as mesmas pensam só através de seu olhar.  

Assim, todo pensamento sobre algo ou sobre alguém, inevitavelmente chegará ao seu destino, e tal como um bumerangue, retornará ao emissor; esse é o princípio eletromagnético que rege o poder do pensamento, estabelecendo a Lei universal do Semear e Colher.

Mas, nós não temos a mínima percepção e nem imaginamos as devidas proporções desse evento, devido à ausência de nossa autoconsciência, o que faz com que não internalizemos esse processo tão trivial, por ser o mesmo fato, uma ocorrência extremamente corriqueira, que simplesmente banalizamos no decorrer do cotidiano, como se estivéssemos lendo uma Revista em Quadrinhos repleta de onomatopeias durante a nossa infância nesse parque de diversões humana, em que holograficamente, se transformou esse planeta prisão.

Desta forma, os pensamentos negativos acabam por se transformarem em perigosas minas, prontas para explodir a qualquer momento, caso não fossem os nossos preciosos chacras que, quando equilibrados, cumprem a prestimosa função de cuidadosos vigilantes, protegendo o nosso corpo dos pensamentos perniciosos, que por nós, são cotidianamente produzidos e reproduzidos de forma secretamente escandalosa.

Mas, são justamente os sentimentos adversos que desiquilibram esses valentes guerreiros, quando os mesmos são impiedosamente atacados pelas cargas negativas oriundas desses mesmos pensamentos, não permitindo assim, que os ditos-cujos se ocupem do cumprimento de sua importante missão protetora de guardar o corpo pensante, que, dentro de sua dualidade, acaba por produzir seu próprio inferno íntimo e particular, e consequentemente, reproduzindo esse mesmo inferno sobre a terra.

Dessa forma, esse desiquilíbrio é manifestado através das inúmeras doenças que se apropriam do referido corpo; é assim que os sentimentos negativos se transformam em bombas-relógio. Portanto, urge a necessária e devida compreensão de que, não existe escapatória para tudo aquilo que pensamos, falamos ou fazemos. Assim sendo, transmutar os pensamentos é o caminho primaz para a desativação dessas ameaçadoras minas internas, a fim de desligar essa bomba-relógio interna construída por meio desses arrogantes pensamentos alimentados pelo ego.

Por conseguinte, os cuidados com tudo aquilo que ouvimos, vemos e sentimos seria o modo mais indicado para se implementar essa transmutação de pensamento, visto que, o ser humano costuma se deixar capturar com extrema facilidade pelas armadilhas publicadas por tudo aquilo que ele ouve, vê, e, por conseguinte, pelo sentimento que, em seu devido tempo, inevitavelmente há de se manifestar de uma forma ou de outra. 

Nessas horas extremas, esse indivíduo, vinculado e integrado na política em seu meio, acaba por se tornar um produto do constructo desse audiovisual comprometido com o famigerado pensamento escravista, sentindo-se assim, como mais um vitimista e vitimizado pelas ideologias e crenças limitantes, impostas pela empatia descapacitante que ele mesmo aceitou como condição para integrar-se a essa mesma sociedade de pensamento escravocrata.

As Tecnologias de Informação e Comunicação usurparam o pensamento desse indivíduo, tornando-o um escravo ao determinar as pautas do seu pensamento, cooptando assim, o seu centro de poder. Enquanto o indivíduo não tornar a fazer uso do discernimento, retornando ao seu centro de poder e voltando a ser dono de si, assumindo e sendo responsável por seus próprios pensamentos, continuará ele na condição de vítima e de vitimizado como consequência de uma conjuntura cunhada por ele mesmo.

Dessa forma, de mero e reativo indivíduo servil, quando este passar a ser um sujeito ativo na construção consequente de sua própria realidade, a sua subjetividade repudiará as mãos dos senhores da Tecnologias de Informação e Comunicação. Ele então, deixará de ser mais um refém, vítima desse terrorismo Estatal, com o qual lhe é infringido esse mesmo medo usado como forma de controle absoluto de toda essa sociedade, que é dirigida e gerenciada nos bastidores dos sombrios porões do Deep State.

Só dessa maneira, a abolição da escravatura finalmente se dará no planeta Terra de forma contundente e definitiva, enquanto as disposições contrárias continuarão a fazer com que as sedutoras propagandas ainda tentem o controle, nutrindo a mente escravizada dessa sociedade organizada por esses indivíduos, aonde um refinado e elegante pensamento suavemente lhes sopram ao pé do ouvido a citação patere legem quam ipse tulisti ci[2] desde os primórdios da humanidade, revelando assim que, o caminho que nos levam aos céus, são exatamente os mesmos caminhos que nos conduzem ao inferno.

 



[1] Essa ressonância demostra que a terra é cercada por um campo eletromagnético por cerca de 100k sobre nós, pulsando numa frequência de 7,83Hz, que “concidentemente” vem a ser a mesma frequência da Mente humana; sendo assim, ambas podem ser alteradas, de acordo com o que se pensa o coletivo ou o indivíduo.

[2] “Sofre a pena que tu mesmo elaboraste”

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Humanos: Do Zoológico e Quarentena ao Novo Mundo.

Sobre a quarentena humana nesse planeta, aonde, em meio a milhares de centenas de outros planetas, a religião e a política se encontram num mar de propagandas sobre a democracia politicamente correta, num contexto onde o exercício do livre arbítrio traz a falsa sensação do direito e da liberdade como valores de fato, formatando uma autêntica sociedade de castas, suturada por um sistema religioso que domestica e escraviza seus servis neófitos. Foi dessa forma que o ser humano esqueceu-se de si, enquanto cidadão cósmico habitante do universo.  

A habilidosa estratégia da religião como produtora do ópio, entorpeceu e adormeceu a consciência humana, enquanto a política colocou esse indivíduo numa servilidade categorizada como cidadania. Desse modo, o ser humano, como cobaia aprisionada num laboratório, passa todo o seu tempo útil na exploração de sua prisão, como se fosse o único e último lugar existente no universo. Dessa maneira, ele pensa, fala e age como se fosse um peixe nascido num aquário, que não acredita e não admite a possibilidade da existência do mar.

Como o AquaRio e tantos outros espaços que exibem a vida marinha como atração pública, o planeta terra exibe os seus habitantes aos visitantes extras e intraterrestres que circulam o nosso Orbe, enquanto os humanos se distraem, degustando o noticiário de cada dia, felizes por viverem numa democracia holográfica. Dessa forma, o ser humano adotou a felicidade virtual e os sorrisos de plástico dos apresentadores de programas de auditório, exibidos com o intuito de programar o seu modo de pensar e agir.

É dessa forma que o assunto que domina o pensamento humano é determinado por essa mídia que religiosamente os alimentam a cada dia com suas pautas. Foi assim que o aquário humano se transformou num exótico zoológico extraterrestre. Portanto, essa situação se transformou num delirante processo, aonde o peixinho dourado não acredita na sereia, mesmo que ouça o seu canto. Mas o tempo da nossa AquaTerra está em sua contagem regressiva e o nosso zoo-terra em breve cerrará o seu Portal, e a quarentena humana está chegando a seu termo; agora o peixinho deve sair de seu aquário, tomar a direção do rio e enfrentar seus caudalosos movimentos a caminho do mar, ou então permanecer acorrentado ao mar de propagandas desse holográfico mundo virtual.

 

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Sobre as Perguntas que Nunca se Calam

Quem somos nós...!? Somos quem podemos ser, Somos Quem queremos Ser ou somos simplesmente aquilo em que nos transformaram...!?

O corpo humano se compõe de pensamento; pensamento é luz; e sendo esse mesmo pensamento um produto Elétrico e também Magnético, toda realidade a nossa volta é de origem Eletromagnética, desde o momento em que, pensamentos têm cor e forma, assim como a luz e a vida.

Nossa principal missão, como expressão da vontade ativa de nosso Eu, é não consentir que o pensamento se junte a língua, como é normalmente determinado por este Ego que insiste em governar nossas ações, procederes e quereres.

É dessa maneira, com base no Ego, que são construídas nossa imagem social; imagem esta que, oficialmente se transformou numa personagem que se confunde com a nossa personalidade; tudo isso, dentro do enredo dessa Pólis holográfica gerenciada pelo Grande Irmão, dirigente dessa Matrix pensada como realidade, num mundo explicitamente virtual, com dinheiro e relacionamentos virtuais.

O controle da cultura, da história e da produção de conhecimento administrada pela Casagrande, tem se mostrando extremamente eficaz após a sua associação com as religiões que alinharam nesse constructo, dando-lhe assim, o verniz da legitimidade e um elã de autenticidade, transformando toda essa alucinação coletiva numa indiscutível verdade pré-fabricada.

Portanto, esse cidadão de bem com sua escravidão mental oficializada pela religião, mantida e alimentada por essa mídia que fortalece sua imagem de bom cidadão com diplomas e certificados de cidadania concedidos pelo governo oculto (Deep State), se agarra tenazmente a tais títulos, integrando-se orgulhosamente a tudo aquilo que é estabelecido pelas regras e leis outorgadas pelos escravagistas e seus lacaios, classificados, pela força da lei, como seus representantes.

Dessa forma, a mídia é o seu pastor, e as notícias não lhe faltará; e o bom cidadão religiosamente se alimenta e se lambuza com as pós-verdades fabricadas nos porões da Casagrande, se entregando ao círculo vicioso e estabelecendo uma dependência mórbida e simbiótica com seus representantes políticos e religiosos. Nesse pernicioso processo de dependência subjetiva, não há espaço para o pensamento próprio, ou qualquer chance de discernimento em relação ao repasto servido pela religião e pela política, nesse jogo aonde os papéis representativos e o lugar de fala foram estabelecidos em forma de castas. Mas o bom cidadão não faz ideia de seu lugar, enquanto participante nesse jogo mórbido, que na verdade é um filme de terror aonde ele morre no final.

O bom cidadão se encontra tão eufórico e tremendamente otimista com tantas promessas que chegam através dos noticiários, que ele não se dá conta do contexto nem da conjuntura vigente nessa matrix, desconhecendo totalmente o seu poder decisão ao ceder esse mesmo poder a seus pretensos representantes que lhes impelem ao medo se colocando como seus salvadores. Mas eles confiam e lhes são fiéis, já que as notícias afirmam e confirmam que o caminho a seguir é exatamente esse. Desse modo, o carneiro de Panúrgio aponta o lugar do cidadão de bem, condenando os rebeldes e loucos de plantão, enquanto as perguntas se calam, silenciadas pelo bom cidadão.

O cidadão de bem não quer aprender e não quer saber; pois está se ocupando em reclamar e comentar as notícias servidas a gosto, cotidianamente, no café da manhã, almoço e janta, num ritmo alucinante, com informações vazias que ganham sentido ao serem transformadas em realidade pelo bom cidadão. Dessa forma, a realidade virtual da Matrix é formatada, sem quaisquer dos obstáculos trazidos pelos questionamentos dos loucos e rebeldes alijados da sociedade. E assim, termina mais um dia na cidade de TownsVille...!!!

 

 

terça-feira, 1 de setembro de 2020

O Universo e a Lei do Um

O caminho é de estrelas; o caminho é das Estrelas; somos Estrelas no caminho. Caminho de luz em meio a Luz do infinito. Tudo é luz; é Energia, é Vibração e Frequência; que é justamente a causa desse Eletromagnetismo sustentador do Universo, que, por sua vez, produz como consequência, o seu igual, ao refletir no contato com outra luz em seu caminho. Dessa maneira, nós causamos invariavelmente esse eletromagnetismo de forma contundente sempre que descobrimos no outro, o nosso igual ou deixamos de fazê-lo.

Todo o olhar espelhado, emite a sua luz, refletindo na luz do outro, de forma simultânea, reciprocamente, mútua e duplicadamente; tornando-se assim, um fulgor fractalmente potencializado; como o brilho do sol dentro do próprio Sol; ou na ausência desse reconhecimento e dessa ligação, pode-se produzir a sombra de uma Lua Negra, como resultado contrário decorrente dessa rejeição.

Assim, as Estrelas são o futuro mais que Presente da humanidade que não se faz ausente de si enquanto uma família cósmica. Quem não caminha pela senda cósmica na claridão do coração, escolheu servir como repasto energético aos vampiros escravocratas que vivem escondidos nas sombras dos porões do Deep State, e, como vermes, se alimentam de corpos e do medo por eles exalados. Dessa forma, descobriremos que o livre arbítrio não é, e nunca foi sinônimo de Liberdade, pois o Livre arbítrio carrega consigo a sua xifópaga irmã gêmea, que é a Lei da Semeadura e Colheita, cujo processo eletromagnético é descrito acima. 

Assim como das supernovas surgem os buracos negros e brancos, que são portas estelares interligando as circularidades do Tempo em todas as suas extensões e dimensões, mesmo que sejamos uma Estrela anã amarela, vermelha, azul, marrom, branca ou negra, nossa ligação; ou não-Rejeição; que produz a sua força igual; deveria ser como a de Bastet e , quando se encontram no Éter numa explosão de ilimitada alegria. Desse modo, como buscadores, e não como conquistadores, olharemos para o azimute humano, e exclamaremos num longo namastê: - “Estrela a vista”...!!

Dessa maneira, a lei de cada um, se transforma na Lei do Um; que é a única Lei eternamente perene em todos os Universos, Multiverso e Dimensões conhecidas e ainda por conhecer, pois quem vive no livre arbítrio não conhece a Liberdade verdadeira; aonde tudo está no Todo e o Todo está no Tudo; mas se conhece muito bem os efeitos da Lei de Causa e Efeito assim como o dia segue a noite e a noite segue o dia, do catódico ao positivo.

Namastê...!!

Sawabona...!!