Local: planeta Terra. Contexto: Massacres e guerra racial, num processo de brutal genocídio em curso. Mídia: a arma mais poderosa de todas (que existe dede os tempos das cavernas), agora usada para controle, seleção e ecologia racial. Povo Negro; a vítima principal do massacre. Conjuntura: enquanto o circo é armado com tiros porradas e bombas, o pão da vida é distribuído como esmola aos desfavorecidos e refugiados como prêmio de paternal consolação.
No palco da vida. Melhor dizendo, no paredão da morte, se encontram os pretos Miseráveis, que ocupam dois lugares simultâneos: o de espectadores da própria morte, com torcida organizada e tudo; e também tomando o lugar do objeto de cena, despersonificados, quando transformados numa sinistra massa negra cenográfica, convenientemente coisificados como bonecos desse teatro de vampiros ventríloquos, diante de um respeitável público de minoritárias pessoas brancas que observam, divertida e inadvertidamente, dos bastidores, o desenrolar da trágica trama traçada.
No palco da vida. Melhor dizendo, no paredão da morte, se encontram os pretos Miseráveis, que ocupam dois lugares simultâneos: o de espectadores da própria morte, com torcida organizada e tudo; e também tomando o lugar do objeto de cena, despersonificados, quando transformados numa sinistra massa negra cenográfica, convenientemente coisificados como bonecos desse teatro de vampiros ventríloquos, diante de um respeitável público de minoritárias pessoas brancas que observam, divertida e inadvertidamente, dos bastidores, o desenrolar da trágica trama traçada.
Os objetos de cenas. Ou seja, os bonecos pretos, hipnotizados diante da TV; observam e se observam, revesando-se como espectador no gargarejo das fileiras pré-morte, e como parte da massa cenográfica, totalmente paralisados diate dessa poderosa arma que atinge diretamente a mente e o coração, e para a qual não existem defesas, se prostram em posição de completa contemplação, adoração e servidão total, geral e irrestrita, frente a essa grande mentira que é a história escrita pelo dinheiro; dinheiro instituído pela plutocracia como manager da humanidade.
A Babel da Babilônia pós Éden, se inicia na cena em que o povo negro adquire a visão branca da
leitura de mundo, desanalfabetizando-se na leitura de pessoas, coisificando, dessa maneira, seus pares, ao adotar impiedosamente o branco chicote de nove caldas. Os brancos não têm mais o que fazer, salvo sentarem-se para apreciar o suplício negro e o jorrar de sangue e suor, enquanto satisfazem seus mais escrotos caprichos degustando negros corpos, afrodescendentalizando seus desejos mulatológicos mais profundos.
A arma apontada na cara preta é escancaradamente sutil, Pois em nenhum momento o negro sabe tratar-se de uma arma, e menos ainda sabe que foi rendido e que agora passou a ser escravo do proprietário dessa arma. Jacta est...!! Eis um preto castrado de si mesmo; um produto acabado e negociado sem consciência, sem pesar; só ignorância e alienação; um Zé, um João estrelando no comercial de sua própria vida vendida...Ele vai defender seu dono, defender seu algoz e seu carrasco para poder permanecer acorrentado ao pelourinho televisivo. Seu Big master, Big Brother, Big Boss...
A Babel da Babilônia pós Éden, se inicia na cena em que o povo negro adquire a visão branca da
leitura de mundo, desanalfabetizando-se na leitura de pessoas, coisificando, dessa maneira, seus pares, ao adotar impiedosamente o branco chicote de nove caldas. Os brancos não têm mais o que fazer, salvo sentarem-se para apreciar o suplício negro e o jorrar de sangue e suor, enquanto satisfazem seus mais escrotos caprichos degustando negros corpos, afrodescendentalizando seus desejos mulatológicos mais profundos.
A arma apontada na cara preta é escancaradamente sutil, Pois em nenhum momento o negro sabe tratar-se de uma arma, e menos ainda sabe que foi rendido e que agora passou a ser escravo do proprietário dessa arma. Jacta est...!! Eis um preto castrado de si mesmo; um produto acabado e negociado sem consciência, sem pesar; só ignorância e alienação; um Zé, um João estrelando no comercial de sua própria vida vendida...Ele vai defender seu dono, defender seu algoz e seu carrasco para poder permanecer acorrentado ao pelourinho televisivo. Seu Big master, Big Brother, Big Boss...
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