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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Sobre as tétricas mortes pretas e privilégios brancos...

O MUNDO DAS MARAVILHAS, a TERRA DO NUNCA, enfim, a UTOPIA, nunca tiveram quaisquer características ou semelhanças com as queridas pessoas brancas; isso porque o inferno é, originalmente branco, visto que quando a coisa tá branca, a coisa tá feia. Ele, o inferno, se fez presente na terra a 43 mil anos; é o tempo que os brancosos estão sobre esse planeta, visto que antes deles (dos brancosos), este planeta era o lugar mais próximo do que se conheceu até hoje como Jardim do Éden. 

Quando os sem melanina apareceram, como um bando de lazarentos, foram percebendo a sua sub-vida como seres viventes, e trataram, mais que depressa, amalgamarem-se com os negros, tornando-se, dessa maneira, afrodescendentes. Mas mesmo assim, como afrodescendentes, a carência  de melanina desses brancosos, os caracterizavam como espécie sub-humana e isso faz com que, até hoje, um africano nascido em qualquer parte do mundo, faça esse brancoso lembrar de sua desumanidade, e por isso, o ataque constantes a quaisquer negros em quaisquer parte do planeta de forma voraz e estúpida como temos visto a todo momento em todos os lugares do planeta.

Essa sub-espécie, oriunda dos neandertais (os brancosos), que surge entre a Espanha e a França, se mostraram seres altamente periculosos, como predadores e destruidores da vida na terra; são como gafanhotos; insaciáveis. Apenas alguns deles, que tiveram a felicidade de acumular um pouco mais de melanina no organismo, conseguem pensar e agir como Ser humano, mesmo sendo branco; fato raro.

Os brancosos que somam hoje a quantia de menos de 10% presente no planeta; planeta que tem em sua crosta uma negritude presente numa quantidade não inferior a 70% (vide os afro-asiáticos, afro-americanos, e tantos outros afro-tudo) em todo o planeta; esses brancosos, com seus pensamentos fúnebres de erradicar quaisquer espécie que não se pareça com eles, lamentavelmente estão arrastando e fazendo sumir quaisquer traços de humanidade que haja nas relações entre os animais humanos originários e os animais brancosos sub-humanos. 

Para tanto, criaram a política da eugenia e da gentrificação, usando para isso seus agentes terceirizados e movimentos letais tais como dos Bandeirantes, a igreja, a escola, a Ku Krux Klan, os Nazistas, os militares, o machismo, o feminismo,  as drogas sintéticas, partidos políticos, agronegócio, escravismo pós-moderno, mídia, a hierarquia capitalista baseada na falácia da meritocracia, o marxismo, anarquismo, etc.

Torna-se fato notório e público que essa minoria brancosa é confirmadamente o câncer do mundo; nossa sociedade está gangrenada, encontrando-se na UTI da humanidade perdida, que dita a evolução dessa desumanidade que caminha a passos largos pelas vielas da vida, nos quilombos que restaram como últimos vestígios do mundo humano.

Diante dessa encruzilhada, resta a escolha dos negros entre a vida e a morte, e a decisão entre transformar este mundo num túmulo; assim como foi o oceano Atlântico para os povos Africanos; Ou deixar que esse planeta se transforme num imenso cemitério aonde mais de 70% dos habitantes sucumbam estupidamente, como ratos, em meio a arapuca dos cínicos discursos brancos de liberdade e democracia.

Sofremos a repetição das loucuras e desditas dos imperadores romanos, que do alto de suas brancuras, dizimaram muitas histórias e muitas vidas, para que seus vorazes caprichos fossem plenamente satisfeitos. Novamente os brancosos recorrem ao reino do medo para alimentar seus espíritos vampirescos e sedentos de sangue; do sangue negro. Por que...!!? Simplesmente porque assim eles querem que seja; capricho, puro capricho. 

Se o ser humano tem vocação para ser mártir, para talvez constar nos arcanos da história manipulada como mito de um fatídico momento, ele o fará como uma opção e não como uma escolha; já que o contexto heterômio não permite a autonomia da escolha. 

O branco, como algoz e carrasco em seu direito pleno de ir e de vir, de se expressar e ser cidadão, entre milhares descamisados e pés descalços, tem sua figura de monstruosidade e de poder legitimados, fazendo com que sua ação desumanitária contra a negritude seja aceita, assimilada e introjetada na mente colonizada do negro; negro este que se desconhece como negro, e nem sabe de seu desconhecimento como gente de fato. 

Como menos de 10% consegue dominar mais de 70%...!?? Usando a arma mais antiga existente desde a idade da pedra: a mídia. Uma arma perfeita, para a qual não existe defesa, e para ser usada no único crime para o qual não existe criminoso: o racismo. 

Dessa maneira, temos dois crimes perfeitos; crimes de mestres, se é que o branco é mestre em algo, eis esse algo: O crime de ódio e o crime contra a humanidade. ambos inafiançáveis e imprescritíveis. De fato, de todos os inventos existentes no planeta, a patente única que pertence aos brancosos é a do epistemicídio dos saberes humanos. Portanto, posso dizer com grande margem de acerto que o dilúvio bíblico foi tão tristemente branco como, quanto será branca a chuva de fogo de nossa próxima era glacial terrestre, caso os negros se calem e façam fila para se deixar abater nesse fúnebre açougue social brancoso, ofertando como promoção, a carne mais marcada pelo Estado como ode a gula antropofágica dessas queridas pessoas brancas.

A história comprada pelo dinheiro, escrita pelos matadores de história, continuam a emoldurar essa mídia que usa os pedaços de carne negras para enfeitar as manchetes jornalísticas, a coluna funerária do povo preto, como mais um dia comum de domingo em volta do pelourinho, para assistir a mais um sinistro antes de degustar o piquenique

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