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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Uma breve história da humanidade neste mundo além da Terra


A cerca de 245 mil atrás, surgia o primeiro homem ou mulher, o que seria mais plausível já que o primeiro corpo era de uma mulher; BIRKINESH (você é uma mulher de valor) que os brancos chamam de Lucy Digines; no continente africano, dando origem a primeira sociedade e a humanidade na terra. Dessa maneira, a linhagem do australopicínius deu origem ao homo sapiens sapiens que formou a humanidade no mundo, desde que espalhou-se por toda a terra conhecida, fato este, esta dispersão, conhecido como a primeira diáspora africa.

Recentemente, há cerca de 43 mil anos atrás, surge na terra uma nova espécie de vida; um hominídio classificado como Neandertal. A diferença primordial, trazida com a evolução do australopcinius e que não existia no organismo desses neandertal, era justamente um químico humanizante: a melanina.

Sendo assim, essa espécie albina, conseguiu subsistir após cruzamento com os humanos, tornou-se AFRODESCENDENTE.
Hoje, tal espécie, após rotular os portadores de melanina como povo negro, passaram a se intitular como brancos; Nem como povo, essa espécie se classifica. O que causa espécie é o fato deles outorgarem para si, o posto de Ser humano na medida em que negava a humanidade dos que eles acreditavam ser “os outros”.

Destartes, separando os terráqueos entre o “nós” e “os outros”, passaram a ser uma espécie bélica e a usar da violencia extrema para invadir, sequestrar, matar e destruir “os outros”. Chegando ao poder absoluto através da destruição e morte, usam atualmente o exercício da desumanização do “outro” afim de manter esse poder a qualquer custo.

A arma mais poderosa usada para sacramentar esse absolutismo violento e arrogante, foi um instrumento inventado na idade da pedra, no período neolítico do povo negro: a MÍDIA. Falo da Arte que sempre foi usada para atingir os corações e as mentes humanas, produzindo sensações e emoções. Quem dominar esse instrumento de produção, domina a emoção, e dominando a emoção, domina o suposto dono da emoção em que ela é produzida.

Foi dessa maneira que todos os instrumentos de produção foi sendo apossado pelos filhos dos albinos, agora afrodescendentes que se intitulam como brancos. Tudo que os brancos produziram através desses meios, visavam e visam o controle total e absoluto dos “outros”; são instrumento produzidos para destruição visando o monopólio do poder.


Em todo o mundo, na face do planeta terra, existem menos que 10% dessa população afrodescendente que se intitula como branca. Essa minoria, que também se intitula de maioria chamando os “outros” de minoria, detém cerca de 90% das riquezas do planeta, enquanto “aos outros” cabem dividir o resto. Este é o resumo da saga no panorama da formação dos terráqueos  e extra-terráqueos no planeta Terra.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Abolicionismo e REPARAÇÃO: As trilhas do genocídio do Povo Negro

Se fosse possível definir o conceito de REPARAÇÃO através de uma breve história no tempo, eu narraria o conto do negro José da Silva e de seu visitante NEANDERTAL chamado Handolfo Ritler.

O primeiro personagem; o José da Silva; assim que se fez gente, fez sua habitação numa vasta planície que se perdia de vista, limitada por densas florestas a sua direita, inúmeras cachoeiras a sua esquerda, além de imensas montanhas do lado oposto, tendo um vasto mar diante de si, chamando esse território de mundo.

Sua família no mundo, viveu tranquilamente durante noventa e nove gerações, quando chegou então, o bando do Handolfinho; bando sozinho no mundo, sem nada na vida; sem formação familiar, sem saberem ler, nem escrever; sem nada pro seu sustento ou sobrevivência.

A família de Zé acolheu Handolfinho e seu bando, e tentaram lhes ensinar duas importantes lições : seus ofícios e seu modo de sobrevivência.

Mas a família de Handolfinho, por falta de melanina no organismo (1), eles tinham grandes dificuldades de apreensão dos ofícios a eles ensinados, fazendo tudo errado e trazendo danos a tudo e a todos ao seu entorno. Por isso, acabaram tendo que ocupar o espaço circunscrito à sua origem na paisagem do mundo, para dar menos prujuízo possível.

Mas, um dos membros da família do Handolfinho, O Handolfo Netinho Júnior, durante as aulas na escola da vida, embaixo do pé de Baobá, colou com o caçula Zé pretinho; conhecido como Zezinho das Candongas; querquitrisaneto do Zé da Silva; tentando então, colar na prova da vida, invertendo a lição. Desse modo, como último recurso, ofereceu um espelho d'água portátil, roubado do avô do Zezinho, que havia confeccionado tal espelho para dar de presente quando ele atingisse a maioridade, e que não dera até então, já que aguardava seu quadragésimo aniversário para isso2.

Desse maneira, Zenzinho, seduzido pelo objeto, passou toda a cola da prova de vida para Handolfo Netinho dos Santos.

A família de Handolfinho Netinho Júnior, de posse do valioso espelho d'água portátil, após decorar um diálogo sedutor de convencimento, passou a assediar os trisanetos do Zé da Silva; cujos descendentes passaram a ser denominados pelo codinome de Zé Ninguém; e nesse diálogo decorado; conhecido pelo nome de CAPITALISMO, trocaram o lugar aonde estavam circunscritos, pela vasta paisagem que habitavam a família do Zé Preto, posteriormente também chamado de Zé Pelintra. Este processo, simultâneo ao capitalismo, denominou-se de ESCRAVIZAÇÃO ou, escravidão, pela linguagem dominante.

Dessa maneira, o pequeno espaço em que habitava o bando do Handolfinho, foi ocupado pela imensa família do Zé; também chamado de Zé Pequeno; que agora, completamente confinados nesse ínfimo espaço devido a proporção inversa de habitantes, passaram a pagar pedágios e taxas diversas, chamadas de impostos, para ter uma mínima mobilidade nas terras que antes lhes pertenciam; Este processo foi chamado de COLONIZAÇÃO.

Assim, a família de Handolfinho, cobram impostos exorbitantes aos descendentes da família do Zé Ninguém, para que possam minimamente circular pelo espaço, trabalhar, produzir quaisquer produtos que sejam e até mesmo para poder viver, seja aonde for e como for; Até mesmo no pequeno espaço restrito que lhes foram reservados pela família do Handolfo Ritler; espaço hoje chamado de FAVELA e PERIFERIA; esta negociação foi chamada de ABOLIÇÃO.


Hoje, os descendentes da família , tentam negociar com a descendentes da família do handolfinho uma forma de acordo, para que possam ter de volta sua dignidade e sua tão desejada paz, além de sua mobilidade de volta pelo mundo, e a essa negociação, dá-se o nome de REPARAÇÃO.

Reparações Já PREVÊ A REVISÃO DE TODAS AS TAXAS E PEDÁGIOS COBRADOS INDEVIDAMENTE, ALÉM DOS ESPAÇOS OCUPADOS E DA HISTÓRIA MASCARADA DESSE PROCESSO EXCLUDENTE E GENOCIDA DE UM CRIME AINDA ESTÁ EM CURSO...


1 - Uma substância que faz do ser humano ser humano; homo Sapiens sapiens

2 - Era a idade em que os africanos tinham direito a voz entre os adultos

sábado, 23 de julho de 2016

Tradução simultânea de um Dicionário Diaspórico tupiniquim...

- É um disco voador....!? É uma nave...!!?? É um barco...!!??? É um navio...!!??? 

- Não...!! É um TUMBEIRO...!!

... Na verdade, é uma caixa cheia de fezes, cheia de ratos e de baratas e, um só coração que ainda pulsa, com grande esforço e dificuldade...

... Um grande coração, pertencente a corpos da cor de uma noite sem lua; corpos sem nomes, sem pai nem mãe, sem amigos ou irmãos, nem família...Cercados de fétidos lixos por todos os lados e, desnudos de si...


...Um grande coração batendo sem ritmo, sem rima, nem remo, ainda pulsante, no interior de um mórbido caixão flutuante; são zumbis mutantes, não os de Hollywood, mas os que não foram protagonista de uma história digna de uma vívida vida humana; mas, suas faces populares, estampadas em cartazes, manchetes e noticiários brancófagos, protagonizam a cruel inquisição, vampirescamente antropofágica, que corroí lentamente seus ossos e sugam suas carnes, entorpecendo suas almas com lancinantes dores Agudás, fazendo de seus espíritos, almas penadas, penalizadas e apequenadas, uma vez que seus corpos são impiedosamente descarnados por tenebrosos caninos brancos de olhos azuis, que desfilam pela passarela da vida como grandes heróis da desumanidade...



O triste sorriso negro de um palhaço feliz: Sobre o IMPITIMAM e coisitas PRETAS...


Ao longe, lá no azimute, se divisa uma nuvem branca vindo em direção às cidades brasilianas. Não é uma cúmulonimbus1, mas sim, uma escatológica nuvem ideológica de propriedade da supremacia branca, que fora desenhada metodicamente, e com grande esmero, sobre a tábula rasa das telas das mídias sociais tupiniquins globalizada


CaramanteEsta nuvem, criou uma sombra cadavérica de um terrível fantasma, que pairando sobre as cabeças dos espíritos ingênuos, instaura a histeria do medo coletivo como base de uma monocultura fundamental.

Esse povo infantilizado; que construiu e habita a atual república Bananífera da Terra de Santa Cruz; preenche o cenário blasé, aonde se desenrola o roteiro escrito para um filme de terror, onde o povo negro é oferenda de sacrifício permanente em homenagem ao Grande Irmão; a carne negra é a iguaria preferida dos leões brancos no contínuo  espetáculo tétrico antropofágico urbano, que não pode parar, do panis in circes. Dessa maneira, a dignidade e as vidas desse povo servil melanodérmico, são sistematicamente ceifadas, com as bençãos religiosas sócio-político-cultural.

Esse cenário post hoc trazido pela cúmulonimbus, provoca um clima imprevisivelmente previsível, marcando os limites constitucionais do destino dos atores e figurantes, diretores e técnicos nessa cruel produção, num mórbido jogo, sobre um tábula rasa de um xadrez em branco e branco.
,
Desse modo, os jogadores, guerreiros Zulus, jogam de sapatos, obviamente
passando em branco, num jogo onde os guardiões, só de peões acéfalos e inconsequentes, fazem a sustentação da rainha branca, assentada sobre a branca nuvem que cobre cada centímetro de idas e vindas melanodérmicas, nesse jogo da vida, onde o prêmio final é o direito a própria vida.

O generoso demônio branco, que compra almas vendendo a força ativa melanodérmica, exercitando o divertido processo de seduzir corações e mentes utilizando espelhos e miçangas como principal moeda de troca pela servidão do neófito carente e crente.

Esta nuvem, tocada por ventos produzido pelos vapores do voraz capitalismo, encontra um bom tempo no coletivo invisível; na medida em que prepara sua tempestade particular, de impropérios e vilipêndios, sobre o público, pós traçada numa noite passada em branco, o roteiro planejado de mortes negra ao vivo.

A paz negra, tingida de vermelho, agoniza à beira da morte em seu leito de vida, após ser travestida de branco e exposta num féretro, exibindo um belo sorriso monalísico de plástico, e espalhado nas telas e cartazes, num cenário de felicidade paradisíaca.



1 É um tipo de nuvem que frenquentemente se associa a eventos meteorológicos  extremos como a ocorrência de tempestades com muitos raios e chuva volumosa

terça-feira, 19 de julho de 2016

A CAPOEIRA pós-A/C e pré-D/C (Apropriação Cultural x Desapropriação Cultural) em seu processo de GENTRIFICAÇÃO...

Todas as artes marciais existentes no mundo tiveram sua origem num continente específico; lugar que hoje chamamos de AFREAKA. A CAPOEIRA, desenvolvida no Brasil, ainda é a única arte marcial que tem guardado seus princípios, conservados em seus fundamentos, na espiritualidade. 

Mas o fato dessa arte negra também estar sofrendo o cruel processo de gentrificação, tal como toda a cultura negra no mundo; basta pra isso observar, principalmente no Brazill, o jongo, o candomblé ou qualquer setor da cultura negra, para constatar tal fato, como ocorreu com o Fado em Portugal, com o Tango na Argentina ou mesmo com o rock, que tornaram-se propriedade das queridas pessoas brancas que hoje ganham rios de dinheiro com nossa cultura; a cultura negra. 

Num curioso e paradoxal contraponto, temos o enegrecimento dos setores brancos, tal qual o pentecostalismo, que está se empretecendo com a força negra presente em seus quadros, onde pode-se perfeitamente confundir tais alienantes cultos religiosos brancófagos com a dinâmica de qualquer culto de matriz africana, visto a transferência de todos os ritos processuais negros para os setores da cultura ocidental na medida em que a cultura negra vem sendo esvaziada e embranquecida. Esse fenômeno de transferência de royalties se dá de uma maneira estupidamente predatória e indolente. 

Nos encontramos numa via única de contramão genocida, onde o desatino desse epistemicídio mostra seus devastadores efeitos, já que essa apropriação cultural e de saberes retornam em forma de conhecimentos que subalternizam, e escravizam corações e mentes, retirando a dignidade do Povo Negro. Esse mesmo Povo que, quando pode, precisa ir para as Universidades para que lhes devolvam um saber regurgitado sobre sua própria história.

Hoje, as vivências da cultura negra está sendo repassada aos próprios negros por professores brancos que não fazem a mínima ideia do que é ser, além de sujeito, objeto da própria pesquisa; resumido a uma cabaia de um laboratório eurocêntrico, como fazem com nossa melanina no congresso internacional que acontecem de três em três anos, onde alemães, italianos e japoneses sustentam tal pesquisa, sem que nenhum negro nunca tenha sido jamais convidado a participar. 

Esses Robôs brancos que agora se intitulam como doutores da arte negra, e que vivencia nossa cultura como objeto, coisificando todo um mundo, toda uma história e a própria humanidade do negro, além das próprias verdades.

Esse fenômeno brancoso, de desapropriar apropriando-se da humanidade de uma pessoa, justificado sobre a égide contraditória de que somos todos humanos, é um exercício de voracidade antropofágica violenta e atroz, onde ele, o branco, busca desesperadamente por sua própria humanidade, quando ele se encontra robotizado diante de uma natureza dinâmica e exuberante aonde o negro se insere.

Portanto, fica fácil discernir a diferença entre um lutador de capoeira e um capoeirista; basta observar a cor de sua cútis. Por outro lado, também é fácil perceber quando um negro da capoeira sofreu o processo de gentrificação, deixando de ser capoeirista para se transformar num prosaico lutador de capoeira: O círculo que fundamenta seu jogo se transforma nas linhas retas de um quadrado retângulo, enquanto embranquece as cores da mandala existentes nas formas das chulas, corridos, quadras e ladainhas, transformando os mantras da capoeira numa prosaica música de capoeira.







quinta-feira, 14 de julho de 2016

Tela Quente: sobre as atrizes e atores negros tupiniquins e o genocídio do Povo Negro...

Local: planeta Terra. Contexto: Massacres e guerra racial, num processo de brutal genocídio em curso. Mídia: a arma mais poderosa de todas (que existe dede os tempos das cavernas), agora usada para controle, seleção e ecologia racial. Povo Negro; a vítima principal do massacre. Conjuntura: enquanto o circo é armado com tiros porradas e bombas, o pão da vida é distribuído como esmola aos desfavorecidos e refugiados como prêmio de paternal consolação.

No palco da vida. Melhor dizendo,  no paredão da morte, se encontram os pretos Miseráveis, que ocupam dois lugares simultâneos: o de espectadores da própria morte, com torcida organizada e tudo; e também tomando o lugar do objeto de cena, despersonificados, quando transformados numa sinistra massa negra cenográfica, convenientemente coisificados como bonecos desse teatro de vampiros ventríloquos, diante de um respeitável público de minoritárias pessoas brancas que observam, divertida e inadvertidamente, dos bastidores, o desenrolar da trágica trama traçada. 

Os objetos de cenas. Ou seja, os bonecos pretos, hipnotizados diante da TV; observam e se observam, revesando-se como espectador no gargarejo das fileiras pré-morte, e como parte da massa cenográfica, totalmente paralisados diate dessa poderosa arma que atinge diretamente a mente e o coração, e para a qual não existem defesas, se prostram em posição de completa contemplação, adoração e servidão total, geral e irrestrita, frente a essa grande mentira que é a história escrita pelo dinheiro; dinheiro instituído pela plutocracia como manager da humanidade.

A Babel da Babilônia pós Éden, se inicia na cena em que o povo negro adquire a visão branca da
leitura de mundo, desanalfabetizando-se na leitura de pessoas, coisificando, dessa maneira, seus pares, ao adotar impiedosamente o branco chicote de nove caldas. Os brancos não têm mais o que fazer, salvo sentarem-se para apreciar o suplício negro e o jorrar de sangue e suor,  enquanto satisfazem seus mais escrotos caprichos degustando negros corpos, afrodescendentalizando seus desejos mulatológicos mais profundos.

A arma apontada na cara preta é escancaradamente sutil, Pois em nenhum momento o negro sabe tratar-se de uma arma, e menos ainda sabe que foi rendido e que agora passou a ser escravo do proprietário dessa arma. Jacta est...!! Eis um preto castrado de si mesmo; um produto acabado e negociado sem consciência, sem pesar; só ignorância e alienação; um Zé, um João estrelando no comercial de sua própria vida vendida...Ele vai defender seu dono, defender seu algoz e seu carrasco para poder permanecer acorrentado ao pelourinho televisivo. Seu Big master, Big Brother, Big Boss...

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Sobre as tétricas mortes pretas e privilégios brancos...

O MUNDO DAS MARAVILHAS, a TERRA DO NUNCA, enfim, a UTOPIA, nunca tiveram quaisquer características ou semelhanças com as queridas pessoas brancas; isso porque o inferno é, originalmente branco, visto que quando a coisa tá branca, a coisa tá feia. Ele, o inferno, se fez presente na terra a 43 mil anos; é o tempo que os brancosos estão sobre esse planeta, visto que antes deles (dos brancosos), este planeta era o lugar mais próximo do que se conheceu até hoje como Jardim do Éden. 

Quando os sem melanina apareceram, como um bando de lazarentos, foram percebendo a sua sub-vida como seres viventes, e trataram, mais que depressa, amalgamarem-se com os negros, tornando-se, dessa maneira, afrodescendentes. Mas mesmo assim, como afrodescendentes, a carência  de melanina desses brancosos, os caracterizavam como espécie sub-humana e isso faz com que, até hoje, um africano nascido em qualquer parte do mundo, faça esse brancoso lembrar de sua desumanidade, e por isso, o ataque constantes a quaisquer negros em quaisquer parte do planeta de forma voraz e estúpida como temos visto a todo momento em todos os lugares do planeta.

Essa sub-espécie, oriunda dos neandertais (os brancosos), que surge entre a Espanha e a França, se mostraram seres altamente periculosos, como predadores e destruidores da vida na terra; são como gafanhotos; insaciáveis. Apenas alguns deles, que tiveram a felicidade de acumular um pouco mais de melanina no organismo, conseguem pensar e agir como Ser humano, mesmo sendo branco; fato raro.

Os brancosos que somam hoje a quantia de menos de 10% presente no planeta; planeta que tem em sua crosta uma negritude presente numa quantidade não inferior a 70% (vide os afro-asiáticos, afro-americanos, e tantos outros afro-tudo) em todo o planeta; esses brancosos, com seus pensamentos fúnebres de erradicar quaisquer espécie que não se pareça com eles, lamentavelmente estão arrastando e fazendo sumir quaisquer traços de humanidade que haja nas relações entre os animais humanos originários e os animais brancosos sub-humanos. 

Para tanto, criaram a política da eugenia e da gentrificação, usando para isso seus agentes terceirizados e movimentos letais tais como dos Bandeirantes, a igreja, a escola, a Ku Krux Klan, os Nazistas, os militares, o machismo, o feminismo,  as drogas sintéticas, partidos políticos, agronegócio, escravismo pós-moderno, mídia, a hierarquia capitalista baseada na falácia da meritocracia, o marxismo, anarquismo, etc.

Torna-se fato notório e público que essa minoria brancosa é confirmadamente o câncer do mundo; nossa sociedade está gangrenada, encontrando-se na UTI da humanidade perdida, que dita a evolução dessa desumanidade que caminha a passos largos pelas vielas da vida, nos quilombos que restaram como últimos vestígios do mundo humano.

Diante dessa encruzilhada, resta a escolha dos negros entre a vida e a morte, e a decisão entre transformar este mundo num túmulo; assim como foi o oceano Atlântico para os povos Africanos; Ou deixar que esse planeta se transforme num imenso cemitério aonde mais de 70% dos habitantes sucumbam estupidamente, como ratos, em meio a arapuca dos cínicos discursos brancos de liberdade e democracia.

Sofremos a repetição das loucuras e desditas dos imperadores romanos, que do alto de suas brancuras, dizimaram muitas histórias e muitas vidas, para que seus vorazes caprichos fossem plenamente satisfeitos. Novamente os brancosos recorrem ao reino do medo para alimentar seus espíritos vampirescos e sedentos de sangue; do sangue negro. Por que...!!? Simplesmente porque assim eles querem que seja; capricho, puro capricho. 

Se o ser humano tem vocação para ser mártir, para talvez constar nos arcanos da história manipulada como mito de um fatídico momento, ele o fará como uma opção e não como uma escolha; já que o contexto heterômio não permite a autonomia da escolha. 

O branco, como algoz e carrasco em seu direito pleno de ir e de vir, de se expressar e ser cidadão, entre milhares descamisados e pés descalços, tem sua figura de monstruosidade e de poder legitimados, fazendo com que sua ação desumanitária contra a negritude seja aceita, assimilada e introjetada na mente colonizada do negro; negro este que se desconhece como negro, e nem sabe de seu desconhecimento como gente de fato. 

Como menos de 10% consegue dominar mais de 70%...!?? Usando a arma mais antiga existente desde a idade da pedra: a mídia. Uma arma perfeita, para a qual não existe defesa, e para ser usada no único crime para o qual não existe criminoso: o racismo. 

Dessa maneira, temos dois crimes perfeitos; crimes de mestres, se é que o branco é mestre em algo, eis esse algo: O crime de ódio e o crime contra a humanidade. ambos inafiançáveis e imprescritíveis. De fato, de todos os inventos existentes no planeta, a patente única que pertence aos brancosos é a do epistemicídio dos saberes humanos. Portanto, posso dizer com grande margem de acerto que o dilúvio bíblico foi tão tristemente branco como, quanto será branca a chuva de fogo de nossa próxima era glacial terrestre, caso os negros se calem e façam fila para se deixar abater nesse fúnebre açougue social brancoso, ofertando como promoção, a carne mais marcada pelo Estado como ode a gula antropofágica dessas queridas pessoas brancas.

A história comprada pelo dinheiro, escrita pelos matadores de história, continuam a emoldurar essa mídia que usa os pedaços de carne negras para enfeitar as manchetes jornalísticas, a coluna funerária do povo preto, como mais um dia comum de domingo em volta do pelourinho, para assistir a mais um sinistro antes de degustar o piquenique

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Black Friday: Nosso mercado de morte infame....

A tolerância jurídica, política e social, para com os cruéis matadores de pessoas negras, além de servir como aval para naturalizar tal prática, é um fator motivador pra que essa prática se intensifique no Brazill e no mundo.

As queridas pessoas brancas já afeitas a essa triste rotina de suplícios das pessoas negras, exercitam em paralelo a esses fúnebres acontecimentos, repetindo o discurso de que as pessoas negras se vitimizam, para, dessa maneira, justificar, os algozes, carrascos e promotores do crime mais hediondo e comum contra a humanidade: o genocídio do povo negro.

As queridas pessoas brancas que não participam diretamente na execução desses crimes categóricos, são cúmplices da covardia perpetrada, uma vez que se calam diante dele. Essa atitude já os colocam ombro a ombro com tais assassinos, torturadores e estupradores. A responsabilidade moral de todas as queridas brancas nesse crime contra a humanidade se vê no silêncio covarde com que tratam a cada morte no espaço de 23 minutos em todos os dias do ano; já que nesse espaço de tempo, um negro é assassinado de forma estúpida, apenas por ser negro; enquanto a liberdade de expressão e de ir e vir dos brancos continuam reforçados no discurso de vitimização dos negros, que não usufruem de tais direitos, mas que acreditam burramente na igualdade racial e não na igualdade de direitos entre as raças, neste país plurirracial.
Portanto, as migalhas concedidas através das ações afirmativas e da provisória cidadania conferida pela falsa sensação de igualdade racial, tornaram-se um agente fragmentador e conformador da cognição do povo negro, que aceita a classificação que os rotulam como minoria e assim agem, como minoria, tornando-se evangélico ou policial para continuar a sina assassina do Estado e da igreja, que mata o corpo negro e seu espírito de forma suis generis, tendo o requinte de crueldade como tirânico espetáculo brancoso para a humanidade; testando nesta distopia, a quantas andam sua capacidade de sujeição ao medo perpetrado, quando através da letalidade, promove a histeria coletiva que leva a mais completa insanidade dessas queridas pessoas brancas, acirrando sua psicopatia na relação interpessoal com as pessoas ditas de cor.

A morte branca uniformizada de branco, com carta branca em meio a esse apartheid branco, num dia branco de inveja branca, vestido como açougueiro branco de branco, que despedaça, num esquartejamento de fato, os corpos de negras e de negros; colocando os pedaços expostos na mídia de cor branco-arrogante, fazendo com que, quaisquer brancos, seja gordo, gay ou deficiente, esteja dentro do padrão branco de ser, já que tais qualidades não os colocam como alvo principal da branquitude.

Portanto, todo branco que se cala diante desse espetáculo de horror, também é promotor e juiz nessa mórbida inquisição pós-moderna desse infame comércio, nesse açougue politico-social onde a carne mais marcada pelo Estado é a carne negra.

sábado, 2 de julho de 2016

Dos espelhos indígenas aos sapatos dos negros: Os reflexos de uma dramática caminhada...

Sapato grande em  Pé pequeno, também machuca. Os pretos de sapatos deveriam saber disso; deveriam saber que, repetir o discurso e as atitudes arrogantes do sinhozinho, não o torna fashion, nem o integra a sociedade esbranquiçada. Ele, o negro de sapato, deveria saber que, por ser um excluído, é alvo vivo e certo desse Estado genocida. Os negros de sapatos; satélites que orbitam ao redor do famigerado poder; devem adentrar nesse sistema para rompê-lo e não para se integrar a ele.

O fato de fazer parte de comissões em câmaras ou no Congresso somente para inglês ver, é uma forma brancosa de violência contra seus pares, servindo apenas ao desserviço de legitimar o crime secular do infame comércio que estruturou e tem mantido o fôlego do capitalismo.

As mortes, torturas e humilhações promovidas durante a ditadura militar, não chegam nem de longe perto das mortes, das torturas e das humilhações que já ocorrem a mais de três século com o povo Negro brasileiro sequestrados em Áfraka; e até o momento, ouve-se apenas o rufar do cinismo aos quatro ventos. As mortes da ditadura serviram para mudar todo uma forma de governar e até mesmo a prostituição. Digo, a constituição, que foi modificada por conta disso. 

Enquanto as mortes e torturas de negros promovidas sobre os auspícios do Estado, contam oficialmente na casa de 63 assassinatos por dia, sendo mais de 60 mil ao ano; fato mais do que caracterizado e comprovado como genocídio, e que se iniciou a mais de 400 anos atrás; um crime que continua legalizado e oficializado pelo Estado branco brazilleiro, que trocou a ditadura militar pela famigerada plutocracia; plutocracia essa que tem na sua filosofia de morte, a pedante meritocracia.

Nosso apartheid, arrogante e indolente, se mostra explicitamente impune sobre o rótulo de racismo "velado", já que o cinismo social decidiu ignorar todo o sangue que corre, irrigando a terra de violência político-religiosa, consequente da truculência estatal e burguesa nessa grande Senzala em que querem transformar os quilombos tupiniquins.

Aos indígenas ofereceram espelhos e aos negros, sapatos. Na zona de conforto o espetáculo do derramamento do sangue negro é a doce droga vampiresca das sanguessugas leucodérmicas, que se deliciam com a terceirização da violência, assistindo as mortes ao vivo e em preto e branco, quando, como por um encanto divino, os sapatos dos negros se transformam em botas que legitimam a humilhação e o vilipêndio, tendo como filosofia e política do abismo branco em que se transformou o mundo perdido no Atlântico.

Alice foi brancamente estuprada e transformada em ama-de-leite, para alimentar os produtos de seu flagelo e da amarga sinhazinha. Peter Pan envelheceu aguardando a esperança que prometeu vir acompanhando a sexagenária primavera de suor e de sangue. O mundo perdido no Atlântico embranqueceu aquele que caminhou sobre as águas; sobrando assim, só o suplício certo do carrasco de sapatos, que olha e enxerga através dos olhos azuis que espelham suas brilhantes botas lustradas por ingênuos descamisados, impudentemente vestidos de dignidade, mas com seus pequenos pés sem sapatos, sempre.









Blue ayes: o apartheid visto com bons olhos...

Muitos dão graças a Deus por não termos mais o instituto da escravidão, pois agora é somente o trabalho escravo, que persiste e insiste em resistir firme e forte até os dias de hoje. Esses mesmos oradores, com um simpático sorriso de plástico, afirmam que não temos mais Tumbeiros cruzando o Atlântico, como aqueles cruzeiros de morte num caminho sem volta, apesar do tráfico de pessoas ter se tornado uma das maiores dores de cabeça para a justiça brasileira que funciona somente para as pessoas da cor SERTA.

Uns tem ainda até a ousadia de dizer que o racismo não existe no 
Brazill, enquanto pessoas de cor, nem sabem que não sabe que elas são negras, e não dão a mínima para qualquer comentário a respeito dessas questões, já que isso não tem absolutamente nada haver com ela. Mas é CLARO que não deixam de falar em racismo reverso, transversos e em verso.


E desse modo, nossa terra do faz-de-conta funciona como uma máquina voraz, gerida pelos caras-pálidas que todos os dias providenciam religiosamente o 
lustrar permanente dos espelhos dessa parafernália, que funciona com a mesma função do pano vermelho que distrai o touro para que se dê seu sinistros e as práticas perversas que se tornou o cruel processo de levá-lo ao matadouro, cinicamente acompanhado do pão e do circo que ele, o negro, vê como as pompas e circunstâncias de um benefício em prol de sua existência, ao mesmo tempo em que este "pano vermelho" provoca e direciona a raiva desse mesmo Homem/touro contra as questão que ele percebe pôr em cheque a sua existência, fazendo com que ele não saiba em pensar e nem como lutar diante da perversidade em que se vê enroscado. Ao final do imbróglio, o pequeno tinhoso, o branco toureiro, sempre vence, matando o forte e potente touro negro.

O massacre da massa negra educada pela TV branca, serve como deleite ao mórbido prazer brancoso. Esse prazer que se tornou um vício tão arraigado na querida pessoa branca e é tão visceral no negro, que ambos se completam, naturalmente, dando sentido a vida e a sua existência no planeta terra. São espécies, de gêneros e raças, que naturalmente se engastam como peça nessa sinistra e voraz máquina de morte. 


Só que os negros não fazem a mínima ideia da existência dessa máquina construída pelo capital branco, e se empregam nela como algo natural na vida democrática tupiniquim; essa mesma democracia que o obriga a se identificar para ir e vir, que exige seu silêncio, que elege os lugares por onde ele pode ou não andar, que o obriga a votar nas opções apresentadas por essa máquina mortífera; máquina de humilhação e tortura; ele aceita e acata essa democracia branca, por ela ter sido nomeada como boa pelos brancos; e se os brancos assim a legitimam através de sua própria mídia, então é vero; por isso, o mecanismo de tolerância é habilmente desenvolvido e acionado para tornar possível a convivência nas condições mais duras que lhes são perpetradas.

Desse modo, o negro, imigrante nu, se vê sobre esse novo admirável mundo novo, pleno e inflacionado de informações, que ele julga ser a grande qualidade da infalível máquina do poderoso Grande Irmão Branco. Agora surpreso com as bugigangas ganhas como presentes em troca da terra e de vidas indígenas, em especial com o reflexo dos olhos azuis, nos espelhos que refletem a branquitude, tornado Deus; que agora, feito altar, onde são ofertadas a servidão incondicional dos negros que viajam nessa nave que invariavelmente os levará ao calabouço da inquisição branca. 

Esse mórbido deleite em assistir ao suplício negro é como participar de um festim onde a ambrosia servida é temperada com sangue melanodérmico, e isso é viciante, é o crack do branco. 

Só brancos, assim como os abutres, usam toga; na certeza de que se investiram o poder sobre a vida e a morte de um infeliz qualquer que ele considere como seu inferior. Ambos, os abutres e os brancos, vivem da morte. O animal é um faxineiro ambiental que usa seus serviços a fim de manter a própria vida e a de outrem que vivam nesse mesmo ambiente; já aquele que se classifica como ser humano, sem o ser, mata por simples deleite ou para exercer o poder sem pudor. 

Ele precisa se embriagar da ambrosia sanguinolenta que o faz sentir-se poderoso e vivo. A morte negra vivifica o branco, fazendo o sangue lhe correr as veias, saltitantes e em festa. 


Por isso, todo o dinheiro empregado para manter o número estatístico colorido de 63 morte de negros por dia no Brazill; com mais de 60 mil mortes por ano; é um fator que o governo precisa manter em alta, para deixar a burguesia feliz e com a falsa sensação de segurança garantida. É a ambrosia certa na festa incerta da gentrificação tupiniquim.

Portanto, chega-se a conclusão ulterior de que o racismo não existe, e se existe, é velado; basta que se sirvam da ambrosia enquanto se olha os espelhos da mídia, para creditar e acreditar nessa filosofia ocidental fratricida, e esperar até que todo o sangue corra pelos ralos, escoando nos bueiros das esquinas da vida, limpando a consciência negra que mancha o alvo cérebro das queridas pessoas brancas, com suas consciências sujas pelos negros gritos ecoados, consequentes das noites supliciantes das delíciosas  torturas brancosas. 

Simples assim, uma fórmula sem complicações para cessar esses chatos discursos anti-genocida e calar os rumores de uma possível AUTODEFESA.