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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Considerações Acerca das Ideologias e Crenças Descapacitantes Perpetuadas Pelos Professores

A história oficial, tal como a mídia atual, manipula e deturpa, com pérfida habilidade, a realidade; a fim de atender as conveniências e caprichos daqueles que acham que detém, sem pudor, o poder. Essas informações oficializadas pela história, formatam a nossa memória passada, presente e futura, que é acondicionada em vistosas caixas de crenças limitantes e paradigmas paralisantes.

Suspender essas crenças e paradigmas que nos engessam, seria ousar derrubar as paredes dessa caixa de crenças e ideologias limitantes, dando início a um heroico processo de desaprender tudo aquilo que faz o nosso espírito criativo se prender. A história busca validar os valores da memória ao sequestrar o subjetivo do indivíduo e o inconsciente autoconsciente do sujeito no traçar da trajetória em busca de si mesmo, em meio a narrativa de sua própria história. 

A tendenciosidade histórica que fundamenta o controle da cultura, e consequentemente, domina o passado factual e dita um futuro virtual dirigindo os olhares, os passos e as atitudes do neófito, transformando-o num mero produto exposto na vitrine capital desse contemporâneo mercado de valores medievais. Essa história que mascara a memória, é que cria cada holografia projetada sobre as paredes das cavernas internas do ser cativo em si. Essa prisão inexistente, encarcera exclusivamente aqueles convertidos em crentes, enquanto os quânticos observam em prantos de compaixão, as quezilas e quebrantos empedernidos produzidos no centro de cada coração.

Professores são Mestres, portanto, devem estar despertos diante desse mundo virtual que escandalosamente oculta o sobrenatural, como se fosse uma praga medieval, ou uma antiga pandemia repaginada e atualizada, que nos afasta da vida ao ser trocada por promessas políticas ou empresariais exaustivamente propagados a cada coito eleitoral. Professores que ainda mantém esse estado pandêmico de liberdade condicional por via virtual, deveria desaprender o que ele considera ser normal, voltando-se para a verdade da humanidade real, ignorando a vontade empresarial que cerceia, transformando o mundo numa Senzala comercial.

Essa honra de regressar a si mesmo, como um processo de retorno a própria casa, é um processo que se encontra presente em Gaia enquanto uma Escola Universal. Muitos mestres escolheram repetir o ano, pensando que tudo isso não passasse de um ledo engano, enquanto a memória e a história de cada educando, se entrelaçando, formando então o tapete xamã que ornamenta o quântico caminho do Rei dos Reis. Enquanto a história for um fator decisivo e peremptoriamente definidor dos rumos da presente memória holográfica, os mestres continuarão como reféns desse distópico e decrépito sistema cadente.

Dessa maneira, o ardiloso e didático fruto proibido continuará a ser um pedagógico produtor de pecados para os neófitos crentes e para os perdidos descrentes de si mesmo enquanto criador e criatura do próprio universo, cuja história é narrada em verso e prosa pela oralidade em progresso, e por outro lado, é manipulado em ponto e vírgula pela escrita escriba estratégica do sistema cadente, mantida pela mente dominada pelas holografias das marcas, barras de validade, efemérides, classificação e categorizações históricas, jurídicas e religiosas. Portanto, diante de tudo isso, Nós, Professores Despertos, asseveramos que não buscamos implantar nenhum processo de Revolução, mas sim, uma Metodologia de Evolução, para o caminhar de uma humanidade de fato e direito.

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