A natureza,
em sua infinita bondade e majestade, sofreu um ingênuo golpe através de uma infame
tentativa de clonagem, realizado por uma parte da pequena população
eurocêntrica especialista em golpes, e sedenta de poder.
Foi a
partir dessa estultícia, que os elementos visíveis que compunham uma pequena
parte da engenharia quântica da natureza, sofreram essa tentativa tosca de reprodução
em laboratório, e foram transformados em produtos
oxidados auto elogiáveis.
Dessa maneira,
nossos antepassados foram convencidos a largarem suas lavras e consumir os
pseudos alimentos híbridos e transgênicos criados em laboratórios, e
legitimados através do incansável trabalho do constante autoelogio desse projeto
que se tornou o próprio produto. Ou seja, ele é o meio e o fim em si mesmo.
Desse modo,
iniciamos um inconsequente processo de intoxicação desse corpo humano que faz
parte da natureza, intoxicando a própria natureza, que vem recebendo por tabela,
todo o lixo que expelimos de formas diversas, transformando o esplendor da terra,
de joia do universo, em latrina a céu aberto.
O processo
de autoelogio realizado para sustentar esse dolo, banalizou a violência praticada
contra a natureza, transformando essa perversidade em sinônimo de modernidade. As
pessoas de bem foram transformadas em
gente da moda pelas pessoas de bens, fazendo com que o Ter desse um golpe no Ser. Desse modo, o açúcar tomou o lugar
do mel e o sal virou o principal tempero que torna úmido os corpos que jazem sobre
os leitos e corredores dos hospitais públicos de todo país, sendo diuturnamente
regados pelas lágrimas parentais.
Blindemos então
a essa deliciosa, viciante e mórbida modernidade nutricida, com a qual nos suicidamos a cada dia do hoje que nos doerá amanhã. Façamos de nosso funeral um
banquete a Komo e Kaos celebrando nossa colonização mental,
controlada pelo comercial matinal promovido pela elite marginal, que comanda esse
público através do controle remoto estatal. Um povo teleguiado é um povo
modernizado.
Um viva a tecnologia biocida da máquina pública escravagista que
extirpou a natureza do Corpo Elemental, separando a Razão da Emoção ao induzir a preferência por um cardápio de uma lógica meritocrática e excludente.
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