Uma questão inquietante que ressalta a olhos
vistos é o fato do patrimônio dos políticos profissionais brasileiros, assim
como também se nota em relação ao patrimônio dos líderes africanos, crescer assustadoramente a mais de 500% em menos de um mandato...? Obviamente
que tal crescimento vem pareado pelos ganhos dos militares, do judiciário e dos líderes religiosos que jamais ficam para trás nesse espetacular rombo
bilionário do erário público, formando dessa maneira, uma glamorosa casta, com
diversos insidiosos clãs tanto lá quanto cá.
A única perceptível diferença entre ambas as
elites, a brasileira e a africana, é o grau da cor da pele e o grau de
subserviência. Aqui a elite é branca e subalternizada aos norte-americanos; lá
a elite é negra e subserviente aos europeus, tendo os russos como regente dessa
sinistra orquestra planetária. Entre essa exótica casta, temos um criadouro de
escravizados voluntários, que amam exercer a função de satélite em torno do
poder.
Lima
Barreto analisava de forma incrivelmente precisa essa farra criminosa promovida
diuturnamente pela república federativa do brasiu, que hoje se agravou sobremaneira
de forma insidiosa e grosseira, como uma patologia endêmica inerente aquele que
ocupa altos cargos como funcionário público nessa República Federativa da
ladroagem.
Enquanto isso,
os escravos voluntários que ganharam a alcunha de classe média, seres
eticamente degenerados, cujo objeto de afeição se encontra nos índices do infame
mercado financeiro, faz o trabalho sujo de submeter através do assédio moral,
da força bruta e todos os meios escusos necessários, os subalternizados pelo
sistema controlado e fiscalizado por essa classe satélite. Dessa forma, a
república federativa do brasiu se prepara para mais um período de farsa
democrática eleitoral, enquanto o eleitor se orgulha de cumprir a liberdade
obrigatória do voto.

Nenhum comentário:
Postar um comentário