Nossa "imponente" e impotente civilização cristã ocidental, afundada em meio a seu lamaçal, ainda tenta acreditar, como se fosse sua única salvação; e agarra-se a grande mentira ela mesmo criou, e sustenta com unhas e dentes, tentando se esquivar do seu infortúnio iminente e queda inevitável.
O desespero é tanto, que até mesmo um de seus braços, que é a religião; essa igreja que prega em seu livro, o amor ao próximo; contrata seguranças, normalmente ex-detentos ou ex policial, o que dá no mesmo; para espancar sem tetos e mendigos; formam exércitos, vivem da riqueza do dízimo, além da lavagem de dinheiro da corrupção empresarial, política e religiosa; pregam o amor incondicional e a piedade enquanto apedrejam adeptos de religião de matriz africana, expulsando os mesmos da comunidade em que residem, sobre o silêncio permissivo dos angelicais cristãos que falam tanto da passagem de Zaqueu, e no entanto, execram os que não comungam de suas opiniões.
Esses mesmos líderes evangélicos, que se sustentam com o dinheiro da pregação, fazendo disso sua profissão e meio de vida, habilmente invertem valores e criam verdades, a exemplo dos juízes brancos que interpretam a lei conforme as conveniências facultadas pelo cargo; conveniências essas que eles mesmos se outorgam, renovando seu poder absoluto a cada novo veredicto antigo.
As gangues se espalharam pelo sistema de governo, subdividindo suas áreas de atuação no judiciário, legislativo, executivo, mídia, militarismo e religião. Trata-se de uma quadrilha internacional capitaneada pelas famílias oligárquicas tradicionais do mundo que fizeram fortuna com o infame comércio. Portanto, quando a briga acontece entre os brancos, pode-se inferir que se trata de uma desentendimento entre gangues por causa de seus territórios de atuação; é o processo que eles, dissimuladamente, classificam como sendo o importante exercício da diplomacia.
Essa quadrilha que se inovou inventando termos e conceitos tais como "luta de classes", "minoria e maioria", machismo", "feminismo" e tudo mais que fosse possível para distrair o povo, desviando-o dessa maneira, de seus reais interesses, a partir do momento em que deu a esse conjunto de conceitos, a denominação de "democracia"; invertendo dessa maneira, os valores inerentes ao próprio conceito formulado.
Destartes, o povo imagina realmente que faz parte de um sistema democrático, portanto, ele aceita as regras do jogo e, ingenuamente joga dentro dessas regras, enquanto para quem estabeleceu as ditas regras, tais regras não lhes dizem respeito; passando assim, a fazer parte de um reinado absolutista, produtor de castas e em estado permanente de apartheid; onde as forças do império mantém as regras da colonização por meio das armas, através do exercício oficial de assassinatos e intimidações cotidianos. E o povo, vivendo numa sociedade imaginária, imaginada e implementada pelos gangsteres da mídia, é mantido em seu cercado construído com vistosas peças de dominós espelhados, que refletem e mostram a imagem dos seus companheiros de sofrimento, como sendo os verdadeiros inimigos do Estados e portanto, seus adversários a serem combatidos.
Desse modo, enquanto o povo se distraí com as deixas e ordens dadas, as gangues oficializadas pelo Estado agem com desenvoltura e liberdade total. Sendo assim, os efeitos despendidos pelos poucos paladinos da liberdade acabam por se mostrarem nulos, quando atacam a máfia Estatal, vistos que, o que faz a existência dessas gangues oficiais, é justamente a existência da massa alienada, que se transformou numa turba de manobra fácil e servil. Ou seja, atacar as gangues é inútil, pois invariavelmente essa turba alienada vai reconduzi-los ao cargo continuamente.
O único caminho seria tirar essa turba de seu berço esplêndido e levantá-los do sono eterno, para que fosse possível uma intervenção real, e com modificações reais, seria a partir das modificações das representações que fazem sentido a essa turba, essa massa preta formatada pela branquidão; este é o princípio usado pela mídia, para criar as emoções, e é a criação dessa emoção que a possibilita ter o controle total dessa massa órfão de referências. Essa é a metodologia perfeita usada por essa minoria para controlar a grande maioria, a partir das subversões de conceitos e inversões de valores, que se retroalimenta a si mesmo, num moto-perpétuo.
Resumindo: enquanto os idiotas existirem, existirão os espertos...Um faz o outro e, ambos fazem o sistema como ele é...desaliená-los, seria fazer ruir as bases desse sistema; por isso, a importância da educação subalternizante, para que esse mesmo sistema possa continuar produzindo seres subservientes, garantindo sua perpetuação e o poder das castas de sua linhagem como tal. Dessa maneira, a massa continua a discutir fervorosamente assuntos tais como o das ações afirmativas, o sistema de cotas e a tal da famigerada igualdade racial, enquanto o que importa, passa ao largo, sendo mantido longe do foco das principais apreciações. Afinal, o show não pode parar nesse circo de horrores chamado Brazill, visto que o pão e circo é o alimento principal desse mórbido espetáculo cinematográfico dirigido pela oligarquia mundial e tupiniquim.
Essa quadrilha que se inovou inventando termos e conceitos tais como "luta de classes", "minoria e maioria", machismo", "feminismo" e tudo mais que fosse possível para distrair o povo, desviando-o dessa maneira, de seus reais interesses, a partir do momento em que deu a esse conjunto de conceitos, a denominação de "democracia"; invertendo dessa maneira, os valores inerentes ao próprio conceito formulado.
Destartes, o povo imagina realmente que faz parte de um sistema democrático, portanto, ele aceita as regras do jogo e, ingenuamente joga dentro dessas regras, enquanto para quem estabeleceu as ditas regras, tais regras não lhes dizem respeito; passando assim, a fazer parte de um reinado absolutista, produtor de castas e em estado permanente de apartheid; onde as forças do império mantém as regras da colonização por meio das armas, através do exercício oficial de assassinatos e intimidações cotidianos. E o povo, vivendo numa sociedade imaginária, imaginada e implementada pelos gangsteres da mídia, é mantido em seu cercado construído com vistosas peças de dominós espelhados, que refletem e mostram a imagem dos seus companheiros de sofrimento, como sendo os verdadeiros inimigos do Estados e portanto, seus adversários a serem combatidos.
Desse modo, enquanto o povo se distraí com as deixas e ordens dadas, as gangues oficializadas pelo Estado agem com desenvoltura e liberdade total. Sendo assim, os efeitos despendidos pelos poucos paladinos da liberdade acabam por se mostrarem nulos, quando atacam a máfia Estatal, vistos que, o que faz a existência dessas gangues oficiais, é justamente a existência da massa alienada, que se transformou numa turba de manobra fácil e servil. Ou seja, atacar as gangues é inútil, pois invariavelmente essa turba alienada vai reconduzi-los ao cargo continuamente.
O único caminho seria tirar essa turba de seu berço esplêndido e levantá-los do sono eterno, para que fosse possível uma intervenção real, e com modificações reais, seria a partir das modificações das representações que fazem sentido a essa turba, essa massa preta formatada pela branquidão; este é o princípio usado pela mídia, para criar as emoções, e é a criação dessa emoção que a possibilita ter o controle total dessa massa órfão de referências. Essa é a metodologia perfeita usada por essa minoria para controlar a grande maioria, a partir das subversões de conceitos e inversões de valores, que se retroalimenta a si mesmo, num moto-perpétuo.
Resumindo: enquanto os idiotas existirem, existirão os espertos...Um faz o outro e, ambos fazem o sistema como ele é...desaliená-los, seria fazer ruir as bases desse sistema; por isso, a importância da educação subalternizante, para que esse mesmo sistema possa continuar produzindo seres subservientes, garantindo sua perpetuação e o poder das castas de sua linhagem como tal. Dessa maneira, a massa continua a discutir fervorosamente assuntos tais como o das ações afirmativas, o sistema de cotas e a tal da famigerada igualdade racial, enquanto o que importa, passa ao largo, sendo mantido longe do foco das principais apreciações. Afinal, o show não pode parar nesse circo de horrores chamado Brazill, visto que o pão e circo é o alimento principal desse mórbido espetáculo cinematográfico dirigido pela oligarquia mundial e tupiniquim.
Rael Preto
Organização para a Libertação do Povo Negro
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