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domingo, 25 de setembro de 2016

A identidade brazilleira com Passaporte para o limbo...

O conceito de Nação: do latim natio (nascido), pode ser definido como aquela comunidade que possuí sua língua e território próprios, além de possuir em comum, a mesma cultura e os mesmos costumes; formando desse modo, um Povo; que vem a ser o conjunto de indivíduos que constitui essa nação. O Estado deve sair, ou ser constituído, a partir da nação, e nunca ao contrário.

População é o conceito utilizado pela geografia e pela sociologia para se referir a um grupo de indivíduos; incluindo, além dos natos e os naturalizados, os estrangeiros e os apátridas; circunscritos a um determinado espaço, num dado tempo; é um termo usado como análise de referência demográfica. O termo povo, referindo-se aos natos e naturalizados, é utilizado pela história, referindo-se especificamente aos cidadãos. Ou seja, as pessoas que gozam de direitos plenos. Esses, são os termos que nos classificam com a tarja taxionômica das ciências sócias.

Na primeira constituição brasileira, que se deu em 1824, foi construída a ideia de povo, a partir da definição do perfil ideal do cidadão brasileiro, e uma vez definido tal perfil, definiu-se também quem deveria ter o privilégio de fazer parte do povo dessa nação brazilleira que surgia retumbante entre o céu e o azul do mar profundo. Dessa maneira, já se elimina de primeira o negro, o indígena e a mulher, que sempre foram coisificados pelo elemento eurocêntrico. Desse modo, a república, em sua despudorada sanha pelo poder, passou a intensificar a desumanização do que, e de quem não era espelho.

Assim, a elite brasileira, se curvando servilmente a européia, copiando tudo que vinha do estrangeiro como modelo fiel para si, em sua saga sangrenta de, também parecer poderosa; ensejou violentamente um Estado branco; e, na contramão do humanismo, construiu uma nação uniétnica, baseada na monocultura e no saber único como saber universal; dando assim, continuidade ao genocídio do povo indígena e africano. Dessa maneira, a política da eugenia foi posta em prática, sendo indubitavelmente, a única política brazilleira que foi aplicada com mais eficácia e competência até os dias de hoje em toda a história do Brasil.

Esse empenho fenomenal, se deu através do incremento da importação das teorias racistas, tendo os iluministas franceses como porta-voz dessa infâmia; principalmente uma figura muito chegada a D. Pedro, o Conde Gobineau, um dos mentores da hierarquização das raças, sem mencionar também os religiosos norte-americanos que pregavam com fervor, propagando aos quatro ventos a permissão divina a escravização dos negros africanos. Mesmo que Antonin Fermin, um pensador negro haitiano, já tivesse desconstruído a teoria da hierarquização das raças contradizendo o conde Gobineau. Mas, como uma mentira repetida torna-se verdade, até hoje, esta verdadeira mentira permanece produzindo, e mantendo, a segregação racial e a divisão da sociedade em castas.

Do mesmo modo, que a perfídia nos bastidores, que sustentam as bases do capitalismo, tem como um de seus grandes musos inspiradores, o florentino Maquiavel, o perverso Willian linchy foi o ídolo imbatível dos cruéis coronéis escravocratas. Este ser, vindo das profundezas abissais do umbral, estabeleceu os métodos de controle dos escravizados que, como o capitalismo, perdura de maneira tremendamente eficaz até os dias de hoje; sem, absolutamente, nenhum sinal de desgaste por mínimo que seja. O método de Maquiavel, casado ao de Willian Linchy, estruturaram o nazismo, dando as bases ao fascismo contemporâneo que permanece bastante atuante, dando suporte a política democrática neoliberal.


Portanto, os menos de 1%, que fazem desse método, a sua religião; me refiro aos MAÇONS; dominam o mundo, sem necessitar esforçarem-se para isso, já que os próprios oprimidos, como incondicionais aliados desses pervertidos opressores, se esmeram para que esses continuem no topo da pirâmide social, tendo a divisão de raça e classe como a base desse golpe contra a humanidade. Ou seja, são os próprios oprimidos que concedem o poder aos opressores, cumprindo sua eterna servidão planejadamente patológica como legado de Linchy.







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