O
conceito de Nação: do latim natio (nascido),
pode ser definido como aquela comunidade que possuí sua língua e
território próprios, além de possuir em comum, a mesma cultura e
os mesmos costumes; formando desse modo, um Povo; que
vem a ser o conjunto de indivíduos que constitui essa nação.
O Estado deve sair, ou ser constituído, a partir da nação,
e nunca ao contrário.
População
é o conceito utilizado pela
geografia e pela sociologia para se referir a um grupo de indivíduos;
incluindo, além dos natos e os naturalizados, os estrangeiros e os
apátridas; circunscritos a um determinado espaço, num dado tempo; é
um termo usado como análise de referência demográfica. O termo
povo, referindo-se aos natos e naturalizados, é utilizado pela
história, referindo-se especificamente aos cidadãos. Ou seja, as
pessoas que gozam de direitos plenos. Esses, são os termos
que nos classificam com a tarja taxionômica das ciências sócias.
Na
primeira constituição brasileira, que se deu em 1824, foi
construída a ideia de povo, a partir da definição do perfil ideal
do cidadão brasileiro, e uma vez definido tal perfil, definiu-se
também quem deveria ter o privilégio de fazer parte do povo dessa
nação brazilleira que surgia retumbante entre o céu e o azul
do mar profundo. Dessa maneira, já se elimina de primeira o negro, o
indígena e a mulher, que sempre foram coisificados pelo elemento
eurocêntrico. Desse modo, a república, em sua despudorada sanha
pelo poder, passou a intensificar a desumanização do que, e de quem
não era espelho.
Assim, a
elite brasileira, se curvando servilmente a européia, copiando tudo
que vinha do estrangeiro como modelo fiel para si, em sua saga
sangrenta de, também parecer poderosa; ensejou violentamente um
Estado branco; e, na contramão do humanismo, construiu uma nação
uniétnica, baseada na monocultura e no saber único como saber universal;
dando assim, continuidade ao genocídio do povo indígena e africano.
Dessa maneira, a política da eugenia foi posta em prática, sendo
indubitavelmente, a única política brazilleira que foi aplicada com
mais eficácia e competência até os dias de hoje em toda a história
do Brasil.
Esse
empenho fenomenal, se deu através do incremento da importação das
teorias racistas, tendo os iluministas franceses como porta-voz dessa infâmia;
principalmente uma figura muito chegada a D. Pedro, o Conde Gobineau,
um dos mentores da hierarquização das raças, sem mencionar também
os religiosos norte-americanos que pregavam com fervor, propagando
aos quatro ventos a permissão divina a escravização dos negros
africanos. Mesmo que Antonin Fermin, um pensador negro haitiano, já
tivesse desconstruído a teoria da hierarquização das raças
contradizendo o conde Gobineau. Mas, como uma mentira repetida torna-se verdade, até hoje, esta verdadeira mentira
permanece produzindo, e mantendo, a segregação racial e a divisão
da sociedade em castas.
Do mesmo
modo, que a perfídia nos bastidores, que sustentam as bases do
capitalismo, tem como um de seus grandes musos inspiradores, o
florentino Maquiavel, o perverso Willian linchy foi o ídolo
imbatível dos cruéis coronéis escravocratas. Este ser, vindo das
profundezas abissais do umbral, estabeleceu os métodos de controle
dos escravizados que, como o capitalismo, perdura de maneira
tremendamente eficaz até os dias de hoje; sem, absolutamente,
nenhum sinal de desgaste por mínimo que seja. O método de
Maquiavel, casado ao de Willian Linchy, estruturaram o nazismo, dando
as bases ao fascismo contemporâneo que permanece bastante atuante,
dando suporte a política democrática neoliberal.
Portanto,
os menos de 1%, que fazem desse método, a sua religião; me refiro
aos MAÇONS; dominam o mundo, sem necessitar esforçarem-se para
isso, já que os próprios oprimidos, como incondicionais aliados
desses pervertidos opressores, se esmeram para que esses continuem no
topo da pirâmide social, tendo a divisão de raça e classe como a base desse golpe contra a humanidade.
Ou seja, são os próprios oprimidos que concedem o poder aos
opressores, cumprindo sua eterna servidão planejadamente patológica como legado de Linchy.





















