Nos tortuosos caminhos da educação
brasileira, o quadro negro, que já foi verde. hoje é totalmente branco homogeneizador,
padronizantemente alvo; indiferente ao diferente, sendo igual somente para os
iguais; um branco monoteicamente monótono, democraticamente hierárquico e com o
perfume da estratificação a flor da pele.
Resumindo: as irmãs siamesas
teocracia e plutocracia são as cortesãs do branco deus dessa babilônia que encarcera
e mata em massa; e como a viúva negra em sua cotidiana cópula, essa cúpula se
realiza num orgasmo pleno sobre o negro sangue alheio alienado e enfeitado de
liberdade, na estatística desse quadro branco...
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