O Estado Brazilleiro é um Estado Negreiro, ancorado no Porto Maravilha da Terra do Nunca, de portas abertas para o campo de colheitas de tâmaras e pimentas que não são do Reino. Nossa
pátria é uma madrasta raivosa; é a pátria que nos pariu durante uma tentativa frustrada
de euro aborto, provocado nos porões seus úteros apodrecidos.
Um Estado composto por Ministros-traficantes,
senadores e deputados-escravocratas, militares que organizam e gerenciam o
tráfico de entorpecentes e toda a estrutura do submundo, contando com a prestimosa
anuência do indolente poder judiciário, que lubrifica a máquina estatal, para
seu total funcionamento arrogantemente corrompido, enquanto a mídia ordena aos
cidadãos às atitudes a serem tomadas em face a tal Estado, ditando sua relação para
o progresso desse perfeito sistema biocida, onde pastores protestantes são
traficantes de armas e ministros católicos se dedicam a pedofilia.
A televisão habilmente passa a
visão em tela plana, monopolizando a educação mental de cada cidadão, enquanto
subliminarmente dita as devidas atitudes aos servos escravizados; propriedade
do sistema; fabricando o cidadão padrão, o cidadão de bem como sinônimo de cidadão
de bens. Deste modo, temos a cultura de uma Nação Zumbi que robotiza o cidadão, domesticando e adestrando-o
como fiel servidor do Rei Nu.
As tâmaras e as pimentas serão
servidas nesse picante Banquete de
Momo, regado a sangue, suor, lágrimas e ranger de dentes brancos de pele preta,
com sabores de pólvora das trincheiras que içam bandeiras negras tendo ao fundo o alegre som do
samba réquiem, em pleno merdi-gras[1].
Ianques de
todo o mundo, sejam bem vindos ao solo desse Brazill estrangeiro e sirvam-se a vontade do Maná dessa terra que
tudo dá.
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