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domingo, 22 de novembro de 2015

Os incômodos, escândalos e vergonha do ser e de ser o que se é: um... branco...!!




Desde que o homem branco nasce, ele não a chance de escolher ser ou não ser racista, pois o sistema cuida meticulosamente para que ele seja assimilado dentro da sua distopia fascista. Portanto, não há como se ele questionar se é ou não racista, preconceituoso ou machista, já que seu código de barras, que determina suas diretrizes como fruto e instrumento desse projeto eugênico, desse contexto Ku Krux Klan, como causa dessa doença branca que vem a ser o racismo, lhe impõe tal condição.

A pessoa branca descende do neanderthal, surgido entre o sul da França e o norte da Espanha; diferente do afrodescendente, que tem sua origem no australopcinius que mais tarde gerou Homo Sapiens. Este mesmo homem branco desde que saiu das cavernas e desceu as montanhas do Cáucaso, após a última era do gelo, vem assassinando, destruindo e dizimando tudo que encontra pela frente até os dias de hoje. O povo negro da Índia, no vale do Indo, há mil anos foi a primeira vítima racial nas garras dos caucasianos. Essa tem sido a sina desse bando de brancos que até então, não faziam parte da raça humana; da raça que se originou na África há centenas de milhares de anos antes de sua aparição (do homem branco). O homem branco não tem mais que 10 mil anos nesse planeta, portanto, pode-se considera-lo com evento recente a atravessar o caminho da humanidade.

Sendo-lhes comum o ato de roubar, pilhar, assassinar, trucidar, destruir e fazer uso da extrema violência;  fato este inerente à história do homem branco; toda a sorte de punição ou consequências que deveriam advir desses atos não lhe são tão comuns, já que criaram um sistema de supremacia onde eles mesmos, além de autores, são também juízes e executores da própria sentença que lhes caberiam. Crimes esses que hoje atendem pelo nome de colonialismo, capitalismo, machismo, racismo e afim. Dessa maneira qualquer europóide se privilegia desse sistema que lhes beneficia de todas as formas e maneiras jurídicas, sociais, politicas e educacionais possíveis, imagináveis e inimagináveis.

Atrás de cada riqueza de um homem branco, existem inúmeros crimes, rios de sangue e violências extremas. Hoje, os eurodescendentes usufruem dessa riqueza adquirida através de tais dolos, e se justificam, se irresponsabilizando perante as violências categóricas como coisa do passado. Como se isso o eximisse das responsabilidades dos sofrimentos impingidos a humanidade que deu origem ao mundo: a raça Negra.

Ora, esse bando que se diz povo, mas nunca teve uma história e nem teve sequer civilização; carecendo, portanto de identidade própria; insiste em roubar a história alheia e até mesmo a personalidade do outro, sem nunca ter tido a sua, carecendo portanto, de ser humano, de ser gente. Para dar cabo a tais atrocidades. e legitima-las sem que houvessem forças contrárias, desenvolveram, de forma perversa e  violentamente sutil, a Síndrome de Estocolmo na única raça considerada humana desse planeta: a raça negra; possibilitando que a escravização desse Povo, após seu violento início, não tivesse fim.

Aos brancos que ainda não se identificaram como criminoso, com seu racismo estúpido internalizado e incrustrado no fundo da alma, sem nem saber que não sabe o quanto são racistas, e que costumam usar a negação como sua principal arma, saiba que justamente a NEGAÇÃO é o primeiro sintoma dessa doença.

Os sistemas, além de lhes garantir privilégios globais, brindam os brancos, colocando-os numa especialíssima zona de conforto, onde os imunizam, insensibilizando-os de forma eficaz, de maneira a desejar estarem presos nessa zona branca, nesse Estado branco de ser, passando a vida em brancas nuvens, sem a diversidade nem as possibilidades dos 69 tons de preto.

Portanto, por mais que algum branco, num ensolarado dia de mais felicidade, acaso se predisponha a fazer uso de sentimentos de empatia ou de alteridade, ele jamais poderia saber exatamente o que é ser Negro num mundo de branco. A este branco só restaria a vergonha de ser o que é, enquanto não passar pelos sentimentos de culpabilização, pois só assim, ele poderia reconhecer o seu lugar nesse contexto e finalmente tomar uma postura digna, até chegar a devida REPARAÇÃO...


Esse processo é exclusivamente branco: Negação, Culpa, Vergonha, Reconhecimento e Reparação é um longo processo em que, a maioria dos brancos ficam no primeiro estágio; No estágio da NEGAÇÃO. Pois esse estágio o protegerá em sua zona de conforto, sem passar pela vergonha de ser o que é: Um branco...












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