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domingo, 13 de setembro de 2015

Polícia militar, a máquina de abortar ou...Maioridade fetal...!!


A mais nova obra de Vik Muniz: George Stinney Jr.Aos 14 anos, George foi condenado à cadeira elétrica e executado na...
Posted by Anistia Internacional Brasil on Sábado, 12 de setembro de 2015


Meu povo preto, desta vez vou resistir bravamente e não vou falar sobre ética, legalidade ou sobre a moral que permeia a nossa questão do momento, já que vamos falar sobre leis. Vou me ater somente aos fatos registrados nos artigos da lei chamada de lei do ventre livre, que foi “generosamente” redigida por um governo bastante preocupado com as “peças”, como era chamado o negro escravizado, de seu querido “povo”(do governo) brazilleiro residentes no Brazill. Desse modo, essa lei previa a liberdade dos infantes, filhos dessas peças escravizadas.

Para compreender melhor essa lei temos que observar mais de perto os artigos onde reza que esses infantes ficariam sobre guarda de seus carrascos. Digo, dos distintos senhores escravocratas, até completarem vinte e um anos de idade.

Esse mecanismo foi necessário para resolver um pequeno detalhe que o governo ainda não havia previsto, que era justamente a falta de estrutura para abrigar tantas crianças, já que o povo negro somavam cerca 85% da população.Desse modo, esse problema foi sanado.

Mas eis que surge outro; que motivos teriam os carrascos. Quero dizer, os distintos senhores escravocratas, para ser babá de neguinho, assumindo, dessa maneira, as funções que o governo deveria assumir...?

Eureca... Foi só abrir a carteira entupida de dólares e os problemas se acabaram; resultado: a cada infante o governo decidiu que pagaria uma considerável quantia até que o neguinho chegasse a maioridade. E assim, tudo se resolveu; o governo saiu bem na fita, por seu altruísmo e grande generosidade e os carrascos. Quero dizer, os respeitáveis senhores escravocratas passaram a lucrar com as mulheres negras grávidas.

Desse modo, houve um considerável aumento da população negra, surgindo assim, os mulatos, morenos, marrom bombos, os quase pretos e quase brancos, na medida em que coincidentemente, o número de estupros aumentavam em 100% e a profissão de ama-seca se naturalizaram no Brazill colônia.

Desses mulatos, chamados assim por acreditarem que, como as mulas, eles não poderiam se reproduzir, salvo se relacionassem com brancos; esses como filhos bastardos dos sinhôs, começaram por ter o privilégio, além de braços e pernas de seu senhor, ser também os capitães-do-mato. Sendo assim, eram eles que executavam as ordens dos senhores nas caçadas, torturas e mortes dos mais pretos, os negros fujões.


Dessa maneira, surgiu a polícia militar brazilleira que hoje cumpre o seu papel de manter os descendentes desses distintos escravocratas no poder sem serem incomodados por quem quer que seja. Com esses afrodescendentes no lugar certo, a colonização teve tudo para se perpetuar. Por isso até hoje esses policiais trazem em seus uniformes as iniciais GRP, Guarda Real Portuguesa, que mostra a quem eles pertencem, para quem servem as leis que supostamente são feitas em benefícios dos pretos, dos quase-pretos e quase brancos.

Baixar a maioridade penal é oficializar a matança promovida pela Guarda Real portuguesa, nossa respeitável e corrupta polícia militar, esses valentes afrodescendentes filhos das pretas que os pariu, estupradas pelos distintos Sinhôs escravocratas. Nossas crianças não são Sírias, mas são sérias na arte da sobrevivência. Este foi principal motivo que levou nosso respeitável, distinto e corrupto congresso nacional a ter aprovada a redução da maioridade fetal e o IBGE a inventar a cor PARDA: enquanto um se transforma em estatística o outro vira papel onde são grafados a constituição e o discurso do "todos somos humanos, somos uma só raça". Será que somos mesmo...!??






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