
Segundo a ciência oficial, todos os seres
viventes sobre o planeta terra, possuem exatamente 24 cromossomos; com exceção do
homem; eis que surge uma questão emergente, já que o corpo humano é formado por
todos os elementos da tabela periódica. Ou seja, somos formados exatamente pela
mesma matéria que compõe todo o universo, da mesma maneira que esses elementos
químicos constituem todo o nosso planeta, compondo todos os seres que nele habita; e dessa
maneira, fazemos parte dessa natureza, e somos também parte da terra; esse
organismo que é tão vivo quanto qualquer um de nós.
Partindo do princípio que toda qualquer
matéria é energia condensada, inferimos então que, o que a torna matéria mais, ou menos densa, é o seu estado vibratório. Nesse caso então, como tudo se define
por seu estado vibracional, quaisquer elementos em estado químico, passam para o
estado físico, assim como o vigésimo quarto par de cromossomos do homem ainda
não detectados pela ciência oficial. Sendo assim, podemos observar que, o
magnetismo e a gravidade combinados num determinado
corpo que ocupa um lugar no espaço e no tempo, é o que compõem a matéria do
conhecimento que hoje chamamos de física quântica, cuja atenção se debruça
sobre a vastidão existente desde o ADN até a glândula Pineal. Afinal, o que
está em cima, está em baixo; e o que está dentro, é também o que está fora; sem
o condicionamento do espaço/tempo que comporte a ideia da linearidade.
Quando o Criador de Todas as Coisas construiu o
conceito de tempo em forma de planilha, formatando dessa maneira, o que hoje definimos
e chamamos vulgarmente de agenda; e
logo em seguida, criou o relógio despertador, fazendo com que o nosso espírito
conhecesse a linearidade, a nossa liberdade passou a ser medida pelo limite da
nossa realidade; realidade esta, concebida e construída a partir de nossa
capacidade de olhar, e de ver, o que há entre ou além desse espaço palpável,
visível e invisível da realidade criada por esses mesmos limites formatado através das
datas, dos dias e das horas que fatiaram esse tempo que nos fora dado como um presente inteiro, mas que, depois de personificado através da planilha divina, foi dividido entre os senhores do Passado e Futuros, acondicionados nesses pares quânticos de DNA.
O relógio
de nossa alma, que é a glândula Pineal; testemunha dessa divisão; faz a ligação
entre os elementos de nossa fisicalidade com as dimensões de nosso espírito,
que aparentemente ainda não tem a percepção nem a consciência de sua
multidimensionalidade.
Sendo assim, somos seres multidimensionais,
mesmo que no atual momento nos encontremos na condição de cegos e surdos. Nesse caso, estamos na condição de deficientes das galáxias
que, através da egolatria, vem cultivando a ignorância das galáxias, sem saber o que realmente somos;
já que atualmente somos portadores patológicos dessa deficiência
sapiente adquirida através da
arrogância e da prepotência egocêntrica inerente ao homo sapiens sapiens que
cultiva a egolatria, fazendo com que se perca aquela criança interior, sem
conceitos ou pré-conceitos, que existe em todos nós, ao definir, padronizar,
classificar e hierarquizar as miríades da sensibilidade de ser do próprio ser.
Dessa maneira, sem as luzes da
ribalta, a vida torna-se um palco, aonde está sendo encenada a divina tragicomédia humana, sobre a lúgrume direção da escuridão
que traz o eterno inverno aos corações surdos e cegos, que mascaram e travestem os
intrépidos e destemidos Super heróis que escravizaram, e escravizam, nosso subjetivo ao simular a falsa sensação de liberdade que provocam as emoções
e sensações manufaturadas pelas indústrias dos tempos modernos que são negociadas
pelo mercado infame[1]
como capital humano.
É nesse instante que a contribuição
de Marx se faz presente, através do materialismo
histórico dialético[2],
desde que esse método venha se primar pela arte de
partejar,[3] de forma sabática, numa conversa antidialética
consigo mesmo, inaugurando de forma diatópica, o seu método singular de Espiritualismo Histórico Dialético; e de
maneira maiêutica, antidialética e diatópica, vamos nos desfixar da localidade a qual fomos acondicionados, deixando de ser objeto, para sermos sujeitos, extrapolando o próprio ser, nos tornando criador
e criatura que encontra o Eu interior.
[1] Como
era conhecido o tráfico negreiro transatlântico.
[2]
Método supostamente criado por Aristóteles; explorado por Marx ao disputar com o alemão Hegel, com sua “Dialética do idealismo”, e Feuerbach com sua “Dialética materialista”.
[3] Referência
a maiêutica socrática.
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