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sábado, 27 de abril de 2019

Teoria da Não Localidade


Segundo a ciência oficial, todos os seres viventes sobre o planeta terra, possuem exatamente 24 cromossomos; com exceção do homem; eis que surge uma questão emergente, já que o corpo humano é formado por todos os elementos da tabela periódica. Ou seja, somos formados exatamente pela mesma matéria que compõe todo o universo, da mesma maneira que esses elementos químicos constituem todo o nosso planeta, compondo todos os seres que nele habita; e dessa maneira, fazemos parte dessa natureza, e somos também parte da terra; esse organismo que é tão vivo quanto qualquer um de nós.

Partindo do princípio que toda qualquer matéria é energia condensada, inferimos então que, o que a torna matéria mais, ou menos densa, é o seu estado vibratório. Nesse caso então, como tudo se define por seu estado vibracional, quaisquer elementos em estado químico, passam para o estado físico, assim como o vigésimo quarto par de cromossomos do homem ainda não detectados pela ciência oficial. Sendo assim, podemos observar que, o magnetismo e a gravidade combinados num determinado corpo que ocupa um lugar no espaço e no tempo, é o que compõem a matéria do conhecimento que hoje chamamos de física quântica, cuja atenção se debruça sobre a vastidão existente desde o ADN até a glândula Pineal. Afinal, o que está em cima, está em baixo; e o que está dentro, é também o que está fora; sem o condicionamento do espaço/tempo que comporte a ideia da linearidade.

Quando o Criador de Todas as Coisas construiu o conceito de tempo em forma de planilha, formatando dessa maneira, o que hoje definimos e chamamos vulgarmente de agenda; e logo em seguida, criou o relógio despertador, fazendo com que o nosso espírito conhecesse a linearidade, a nossa liberdade passou a ser medida pelo limite da nossa realidade; realidade esta, concebida e construída a partir de nossa capacidade de olhar, e de ver, o que há entre ou além desse espaço palpável, visível e invisível da realidade criada por esses mesmos limites formatado através das datas, dos dias e das horas que fatiaram esse tempo que nos fora dado como um presente inteiro, mas que, depois de  personificado através da planilha divina, foi dividido entre os senhores do Passado e Futuros, acondicionados nesses pares quânticos de DNA.

O relógio de nossa alma, que é a glândula Pineal; testemunha dessa divisão; faz a ligação entre os elementos de nossa fisicalidade com as dimensões de nosso espírito, que aparentemente ainda não tem a percepção nem a consciência de sua multidimensionalidade.

Sendo assim, somos seres multidimensionais, mesmo que no atual momento nos encontremos na condição de cegos e surdos. Nesse caso, estamos na condição de deficientes das galáxias que, através da egolatria, vem cultivando a ignorância das galáxias, sem saber o que realmente somos; já que atualmente somos portadores patológicos dessa deficiência sapiente adquirida através da arrogância e da prepotência egocêntrica inerente ao homo sapiens sapiens que cultiva a egolatria, fazendo com que se perca aquela criança interior, sem conceitos ou pré-conceitos, que existe em todos nós, ao definir, padronizar, classificar e hierarquizar as miríades da sensibilidade de ser do próprio ser.

Dessa maneira, sem as luzes da ribalta, a vida torna-se um palco, aonde está sendo encenada a divina tragicomédia humana, sobre a lúgrume direção da escuridão que traz o eterno inverno aos corações surdos e cegos, que mascaram e travestem os intrépidos e destemidos Super heróis que escravizaram, e escravizam, nosso subjetivo ao simular a falsa sensação de liberdade que provocam as emoções e sensações manufaturadas pelas indústrias dos tempos modernos que são negociadas pelo mercado infame[1] como capital humano.

É nesse instante que a contribuição de Marx se faz presente, através do materialismo histórico dialético[2], desde que esse método venha se primar pela arte de partejar,[3] de forma sabática, numa conversa antidialética consigo mesmo, inaugurando de forma diatópica, o seu método singular de Espiritualismo Histórico Dialético; e de maneira maiêutica, antidialética e diatópica, vamos nos desfixar da localidade a qual fomos acondicionados, deixando de ser objeto, para sermos sujeitos, extrapolando o próprio ser, nos tornando criador e criatura que encontra o Eu interior.



[1] Como era conhecido o tráfico negreiro transatlântico.
[2] Método supostamente criado por Aristóteles; explorado por Marx ao disputar com o alemão Hegel, com sua “Dialética do idealismo”, e Feuerbach com sua “Dialética materialista”.
[3] Referência a maiêutica socrática.

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