A liberdade é uma estátua gringa catatônica esquizofrênica, comparsa da justiça; uma estatueta tupiniquim tetraplégica e deficiente visual; ambas trabalham como empregadas bem remunerada do Estado oligárquico plutocrático, contratadas para desempenhar a função de prostitutas lésbicas feminazi, submetidas como primeiras damas a um cafetão branco, cis, de meia idade, religioso e temente a Deus, de amplo sorriso de plástico.
A pessoa negra que enxerga de perto essa grotesca alegoria carnavalesca, sabe que não precisa de juizes nem de tribunais, e menos ainda de leis ou de julgamentos pasteurizados, enlatados e empacotados a vácuo, entregues em euro-domicílios, além de encontrado em todas as vitrines, oferecidos como promoções no mercado branco que pinta em quadro negro os valores invertidos, em forma de fórmulas mágicas, travestidas com conteúdos de desonras que recheiam os discursos de indignidade, envolto pelo legitimidade do veredicto-chacota do direito à vida do resiliente elemento padrão.
Este veredito pasteurizado, após ser emponderado com a pseudo estética da falsa Liberdade, Igualdade e Fraternidade, agora faz o negro se deitar em berço esplêndido em companhia de uma viúva branca, esposa de um traficante e escravagista oligárquico que a fez primeira dama, ao qual a própria vítima elegera para representá-lo no congresso nacional. Desse modo, a contumaz vítima se transforma num feroz defensor de seu próprio algoz, tal é a relação de cumplicidade entre oprimido e opressor e seu esdrúxulo contrato leonino. Essa é a conjuntura jurídica onde a lei serve somente para legitimar a indolência e arrogância do opressor, frente a atitude passivamente complacente e servil do oprimido pseudo-cidadão de cor.
Essa oficial justiça virtual não admite quaisquer elementos do humanismo concreto e seus correlatos quando se trata do julgamento de uma epiderme-alvo, ou tez-bandeira. Diagnosticada a cútis, o chicote desce sem apelações ou probabilidades de um divino perdão presidencial, pelo simples querer e desejar do indivíduo colonizador, que prosaicamente se estasia em infringir dor ao ser humano de cor; Sem explicações ou justificativas; apenas um passatempo dominical que se transformou em atração cotidiana global. Essa é a justiça descomunal, quase divina propiciado pelas queridas pessoas brancas desse país tropical, vindo desde as estepes até o paraíso equatorial.
A Justiça que se tornou uma religião, que prega o amor disseminando a dor naquele Ser que ele afirma não ser servo do seu mesmo Senhor. Portanto, o senso cristão da "Justiça" que é a religião da dor, incutida a qualquer homem de cor, traz Constantino como máxima da raça escravocrata, meritocrática e ingrata. Nesse sentido, Negro é Anticristo, e tem parte com o demônio; um infiel a ser dominado, subjugado e extinto.
Mas o que se mostra ironicamente contraditório na barafunda desse contexto global, é que sem o negro, o branco sabe que sentirá a ausência da humanidade, pois ele, o branco, se alimenta da humanidade do negro. Ou seja, sem o Ser negro no mundo, a humanidade se esvanece e se extingui. As queridas pessoas brancas estão cientes disso, por isso traficam e cultivam o negro e sua cultura como cultivam papoulas ou marijuana. Somos produtos tipo exportação, negociados a peso de ouro negro; nosso samba, jongo, capoeira, candomblé; todas as artes marciais, nosso rock, fado, tango e dança do ventre são testemunha mais recentes desse assalto e sequestro de nossa cultura.
Reclamar hoje do sequestro de nossa indumentária, significa reclamar a nossa cultura sequestrada, a falsa abolição, o fim do holocausto do povo Negro, etc. ao mesmo tempo em que silenciar, seria o mesmo que observar a vitrine branca que expões Cláudias e Amarildos como atração espetacular do dia, sem perceber os Rafaeis Bragas produzidos pela Polícia Militar cujos policiais agora começam a desconfiar fazer parte da humanidade, ao esboçar uma tímida reação quase humana, ao reivindicar dignidade humana que os mesmos sempre negaram as vítimas que o escravocrata aponta e acusa como culpado sem culpas, mesmo que tal sentimento humano seja em causa própria.
A Casagrande, que sempre teve como fonte de alegria indizível o exercício frugal de estimular as dissenções entre pretos de sapatos e negros rebeldes, usando ícones da crueldade como Willian Lynch e até mesmo o negro acadêmico Joahnn Blumemback, e os capitães-do-mato sustentadores da situação, hoje conhecidos como policial militar, que com as mesmas funções de outrora agora agem também como fiscais e juízes nesse fúnebre jogo dominical diuturno.
As queridas pessoas brancas, criadoras da competição, que trouxeram o machismo, o feminismo e a meritocracia como elementos primordiais nesse jogo de xadrez branco chamado de capitalismo, mostra a periculosidade avassaladora do vírus leucodérmico contraído pelos participantes, sem que os mesmos se deem conta de que estão participando de um jogo com regras leoninas, criadas pelo imperador dessa pequena arena eurocêntrica particular projetada no divino muro branco de lamentações negras.
Desculpas, reclamações, culpabilização e lamentações são os únicos elementos desse jogo branco fornecido gratuitamente aos participantes negros, como possibilidades de vitória, para que esses competidores possam fugir as responsabilidades de suas ações colonizadas e colonizantes. Não lhes são permitido questionar ou discutir as regras postas e impostas pela supremacia branca, pois branco pode tudo.
O negro que pensar, vai desejar a vida extra-muro, planejando e arquitetando planos de fuga e estratégias para pular ou derrubar esse muro; esse sujeito, enquadrado como elemento padrão, vai ser taxado de marginal, anormal e desleal, pois o mesmo foge as normas, as regras e as leis da "justiça" estabelecida e, sem tais leis e tal justiça não teríamos nada; isso justifica os excessos policiais, as torturas divinais, os carrascos de elite e os assassinatos categóricos da massa preta fora-da-lei. A massa preta sempre foi fora-da-lei, mesmo agindo dentro da tal famigerada arma branca que representa a lei leucodérmica, visto que o seu julgamento já foi acordado a mais de 1500 anos atrás.

Portanto, jogar capoeira de turbante antes do samba de roda e da umbigada, só e permitido a branca doente e mais nada; os demais que forem da cor, devem se calar ante o som de seu próprio tambor; pois assim reza o amurábico código penal grego-tupiniquim estampado no muro incolor; o muro da desigual justa da justiça medieval Estatal contemporânea.
Este veredito pasteurizado, após ser emponderado com a pseudo estética da falsa Liberdade, Igualdade e Fraternidade, agora faz o negro se deitar em berço esplêndido em companhia de uma viúva branca, esposa de um traficante e escravagista oligárquico que a fez primeira dama, ao qual a própria vítima elegera para representá-lo no congresso nacional. Desse modo, a contumaz vítima se transforma num feroz defensor de seu próprio algoz, tal é a relação de cumplicidade entre oprimido e opressor e seu esdrúxulo contrato leonino. Essa é a conjuntura jurídica onde a lei serve somente para legitimar a indolência e arrogância do opressor, frente a atitude passivamente complacente e servil do oprimido pseudo-cidadão de cor.
Essa oficial justiça virtual não admite quaisquer elementos do humanismo concreto e seus correlatos quando se trata do julgamento de uma epiderme-alvo, ou tez-bandeira. Diagnosticada a cútis, o chicote desce sem apelações ou probabilidades de um divino perdão presidencial, pelo simples querer e desejar do indivíduo colonizador, que prosaicamente se estasia em infringir dor ao ser humano de cor; Sem explicações ou justificativas; apenas um passatempo dominical que se transformou em atração cotidiana global. Essa é a justiça descomunal, quase divina propiciado pelas queridas pessoas brancas desse país tropical, vindo desde as estepes até o paraíso equatorial.
A Justiça que se tornou uma religião, que prega o amor disseminando a dor naquele Ser que ele afirma não ser servo do seu mesmo Senhor. Portanto, o senso cristão da "Justiça" que é a religião da dor, incutida a qualquer homem de cor, traz Constantino como máxima da raça escravocrata, meritocrática e ingrata. Nesse sentido, Negro é Anticristo, e tem parte com o demônio; um infiel a ser dominado, subjugado e extinto.
Mas o que se mostra ironicamente contraditório na barafunda desse contexto global, é que sem o negro, o branco sabe que sentirá a ausência da humanidade, pois ele, o branco, se alimenta da humanidade do negro. Ou seja, sem o Ser negro no mundo, a humanidade se esvanece e se extingui. As queridas pessoas brancas estão cientes disso, por isso traficam e cultivam o negro e sua cultura como cultivam papoulas ou marijuana. Somos produtos tipo exportação, negociados a peso de ouro negro; nosso samba, jongo, capoeira, candomblé; todas as artes marciais, nosso rock, fado, tango e dança do ventre são testemunha mais recentes desse assalto e sequestro de nossa cultura.Reclamar hoje do sequestro de nossa indumentária, significa reclamar a nossa cultura sequestrada, a falsa abolição, o fim do holocausto do povo Negro, etc. ao mesmo tempo em que silenciar, seria o mesmo que observar a vitrine branca que expões Cláudias e Amarildos como atração espetacular do dia, sem perceber os Rafaeis Bragas produzidos pela Polícia Militar cujos policiais agora começam a desconfiar fazer parte da humanidade, ao esboçar uma tímida reação quase humana, ao reivindicar dignidade humana que os mesmos sempre negaram as vítimas que o escravocrata aponta e acusa como culpado sem culpas, mesmo que tal sentimento humano seja em causa própria.
A Casagrande, que sempre teve como fonte de alegria indizível o exercício frugal de estimular as dissenções entre pretos de sapatos e negros rebeldes, usando ícones da crueldade como Willian Lynch e até mesmo o negro acadêmico Joahnn Blumemback, e os capitães-do-mato sustentadores da situação, hoje conhecidos como policial militar, que com as mesmas funções de outrora agora agem também como fiscais e juízes nesse fúnebre jogo dominical diuturno.
As queridas pessoas brancas, criadoras da competição, que trouxeram o machismo, o feminismo e a meritocracia como elementos primordiais nesse jogo de xadrez branco chamado de capitalismo, mostra a periculosidade avassaladora do vírus leucodérmico contraído pelos participantes, sem que os mesmos se deem conta de que estão participando de um jogo com regras leoninas, criadas pelo imperador dessa pequena arena eurocêntrica particular projetada no divino muro branco de lamentações negras.
Desculpas, reclamações, culpabilização e lamentações são os únicos elementos desse jogo branco fornecido gratuitamente aos participantes negros, como possibilidades de vitória, para que esses competidores possam fugir as responsabilidades de suas ações colonizadas e colonizantes. Não lhes são permitido questionar ou discutir as regras postas e impostas pela supremacia branca, pois branco pode tudo.
O negro que pensar, vai desejar a vida extra-muro, planejando e arquitetando planos de fuga e estratégias para pular ou derrubar esse muro; esse sujeito, enquadrado como elemento padrão, vai ser taxado de marginal, anormal e desleal, pois o mesmo foge as normas, as regras e as leis da "justiça" estabelecida e, sem tais leis e tal justiça não teríamos nada; isso justifica os excessos policiais, as torturas divinais, os carrascos de elite e os assassinatos categóricos da massa preta fora-da-lei. A massa preta sempre foi fora-da-lei, mesmo agindo dentro da tal famigerada arma branca que representa a lei leucodérmica, visto que o seu julgamento já foi acordado a mais de 1500 anos atrás.

Portanto, jogar capoeira de turbante antes do samba de roda e da umbigada, só e permitido a branca doente e mais nada; os demais que forem da cor, devem se calar ante o som de seu próprio tambor; pois assim reza o amurábico código penal grego-tupiniquim estampado no muro incolor; o muro da desigual justa da justiça medieval Estatal contemporânea.
Rael Preto
Organização para a Libertação do Povo Preto
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