Quero e prefiro a loucura de Nietsche ou a de Ninjisk do que a brusca queda de Lima Barreto, esse
preto.
Quero uma loucura branca, sem
planto nem planta ou mesmo arquitetura, somente a loucura sem cura de conversar
com animais, dançar sem música na insanidade normal de uma loucura irracional.
Nada de razão, paixão ou emoção;
nunca deixar nada pro coração; só o fatal niilismo da branca loucura, sem visto
nem passaporte na pista desse esporte que é a vida vivida com Feridas e Kalos.
Que o resto de banzo arrestado no peito
Preto, racione a razão remediando a
emoção, como cota de ração desse alimento
sensação, servido nessa cidade
tumbeiro ao preto preso forro, de dezembro a fevereiro.

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