A facilidade de enganar um povo mal educado foi extremamente potencializada quando a ponte entre o pensamento e a ação do sujeito foi bombardeada pelo habilitado poder idiotizador da mídia; guardiã canina do infame mercado financeiro mundial. Mercado esse dirigido por meia dúzia de famílias que detém quase metade do dinheiro que circula pelo mundo; isso tudo após colonizar a mente do indivíduo, construindo para ele uma confortável prisão sem paredes a qual o próprio persiste em permanecer a qualquer preço.
Portanto, os donos do poder, produtores de verdades de ocasião, sabem bastante bem que qualquer mentira repetida torna-se verdade, visto que uma vez a mentira tornada verdade, sempre continuará sendo verdade, mesmo que um dia venha a ser desmentida; é justamente dessa forma que os governos norte-americanos, desde que promoveram os maiores ataques terrorista do mundo nas cidades de Hiroshima e Nagazaki, tiveram a certeza de que poderiam fazer o que bem entendessem, desde que tendo a mídia, fiel escudeira, defendendo as suas verdades sempre mentidas.
Dessa forma, os ianques vem assassinando todos os líderes do mundo Africano e Árabe que por quaisquer motivos, venham representar alguma ameaça que seja, ao domínio da liberdade americana; liberdade essa de se apropriar, roubar, matar, estuprar, torturar e usar os povos como seus escravizados de estimação. A mídia, desde que idiotizou o indivíduo a seu bel prazer, não tem nenhuma dificuldade de convencê-lo da legitimidade de qualquer barbárie que sistematicamente os norte-americanos vem praticando, em nome desse infame mercado, contra povos que não têm como defender-se de seu poderio bélico.
Dessa maneira, o ato de ver TV; comprovado cientificamente que produz no cérebro do expectador ondas que se assimilam as de um doente em estado de coma, assim como a vício de internet que provoca efeitos similares ao uso de drogas; passaram a ser motivo de saúde pública na Europa e EUA, onde foram criados centros de tratamento aos dependentes da Web. Aqui no Brazil, na contramão da educação, existe muito mais coisas entre o céu e a terra do que a disseminação de um mero incentivo do uso as tecnologias digitais e similares.
Dessa maneira, o ato de ver TV; comprovado cientificamente que produz no cérebro do expectador ondas que se assimilam as de um doente em estado de coma, assim como a vício de internet que provoca efeitos similares ao uso de drogas; passaram a ser motivo de saúde pública na Europa e EUA, onde foram criados centros de tratamento aos dependentes da Web. Aqui no Brazil, na contramão da educação, existe muito mais coisas entre o céu e a terra do que a disseminação de um mero incentivo do uso as tecnologias digitais e similares.
Por isso é que me refiro a geração "Y" como Geração Branca, já que tal geração se encontra imersa nessa Matrix tecnológica produzida exclusivamente para o controle das massas, deixando que nosso governo reserve o uso das forças de repressão para aqueles que destoam dessa vibe, saindo desse controle vital, ameaçando ou provocando qualquer desequilíbrio no sistema. Portanto, os jovens afrodescendentes mergulhados nessa branquitude, naturalmente apropriando-se dessa cultura e de sua história assimilando-as e reproduzindo com fidelidade canina seus efeitos como única forma de se encaixarem ao sistema e serem socialmente aceitos pelo mesmo. Apesar de verificado o efeito contrario, as proféticas promessas de sua aceitação como ser social feitas pelo sistema, retroalimentam sua condição passiva e servi, renovando continuamente sua fidelidade enquanto é adestrado a acreditar nesse devir.
Sendo assim, falar de Marcos históricos para esse docente, seria personificar uma ameaça de quebrar as
promessas de bondades veiculada pelas mídias: velhas promessas novíssimas e sagradas verdades seculares contemporâneas que, como qualquer dogma, seria heresia contradizer seus divinos princípios. Imaginem só quando o docente, um neófito cristão novo, seguidor de charmosos padres e veementes pastores de palanques televisivos, descobrirem que parte da bíblia que seguem como livro sagrado é cópia fiel de mitos gregos, que por sua vez são cópias dos contos africanos; contos esses que eles tem certeza não serem coisas de Deus... A galera pira geral...!! Falar de marcos então...Nem pensar...!! Desmentir Heródoto, o pai da história branca, é coisa do demônio.
Nesse caso, falar de marco, o civil que não é militar, seria heresia merecedora da divina fogueira prosaicamente usada pelos representantes do Deus medieval. Fogueira essa que fora, por um pequeníssimo período de tempo, muito popular entre os traficantes de drogas cariocas, agora neo-evangélicos, mais que não se comparam aos requintes da medieval crueldade divina, claro.!!. Afinal, as únicas fofocas que valem a pena de serem ouvidas, não seria sobre o Marco, mais sobre os últimos capítulos da novela ou sobre as aventuras amorosas da nova vizinha. Isso sim, daria um bom debate para estimular o senso comum; esse é o único coletivismo aceitável que a TV propaga e legitima; o resto são ventos de junho.
Portanto, desde que o conhecimento tornou-se poder, nosso marco educacional não prevê o debate e nem adentra nessas questões do marco civil da internet, visto não ser um assunto da alçada do senso comum. Portanto, os sucessivos golpes sofridos ad continuo pela população, são prontamente amenizados pelos folhetins cotidianos; sem pão, mas com circo...
- Regulamentar a internet...!?? Marco civil...!?? Sei mais sobre a pena de morte que defendo; sobre a diminuição da responsabilidade criminal, sobre essas horríveis cotas pra preto, essa coisa de bolsa família e essas coisas que passam na TV... Esse tal de Marco eu não conheço... Mais sei que não é bom... Foi o que ouvi dizer... Já foi até preso, né...!??
Sendo assim, falar de Marcos históricos para esse docente, seria personificar uma ameaça de quebrar as
promessas de bondades veiculada pelas mídias: velhas promessas novíssimas e sagradas verdades seculares contemporâneas que, como qualquer dogma, seria heresia contradizer seus divinos princípios. Imaginem só quando o docente, um neófito cristão novo, seguidor de charmosos padres e veementes pastores de palanques televisivos, descobrirem que parte da bíblia que seguem como livro sagrado é cópia fiel de mitos gregos, que por sua vez são cópias dos contos africanos; contos esses que eles tem certeza não serem coisas de Deus... A galera pira geral...!! Falar de marcos então...Nem pensar...!! Desmentir Heródoto, o pai da história branca, é coisa do demônio.
Nesse caso, falar de marco, o civil que não é militar, seria heresia merecedora da divina fogueira prosaicamente usada pelos representantes do Deus medieval. Fogueira essa que fora, por um pequeníssimo período de tempo, muito popular entre os traficantes de drogas cariocas, agora neo-evangélicos, mais que não se comparam aos requintes da medieval crueldade divina, claro.!!. Afinal, as únicas fofocas que valem a pena de serem ouvidas, não seria sobre o Marco, mais sobre os últimos capítulos da novela ou sobre as aventuras amorosas da nova vizinha. Isso sim, daria um bom debate para estimular o senso comum; esse é o único coletivismo aceitável que a TV propaga e legitima; o resto são ventos de junho.
Portanto, desde que o conhecimento tornou-se poder, nosso marco educacional não prevê o debate e nem adentra nessas questões do marco civil da internet, visto não ser um assunto da alçada do senso comum. Portanto, os sucessivos golpes sofridos ad continuo pela população, são prontamente amenizados pelos folhetins cotidianos; sem pão, mas com circo...
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