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sábado, 5 de janeiro de 2013

O contador de Histórias, o professor de história e o serial Killers na escola pública brazilleira


Atualmente, a mente precisa de livros tanto quanto o o machado precisa ser afiado e a alma precisa de histórias. Mas a mídia, através das tecnologias de comunicação e informação decretou o fim da leitura, se apropriando para isso, da narrativa dos contadores de história; fazendo com que o conto romântico esvaziasse a narrativa oral pautada na experiência de quem fala e de quem escuta.

O romance faz da vida comum uma mera distração, enquanto a oralidade se constituí num processo coletivo na construção de uma comunidade.
A TV em especial, utiliza a narrativa romântica desde o telejornal ao programa religioso, lamentavelmente de forma inescrupulosa e vil, para atender a elite nefasta que, como praga, infesta o orbe e a urbe dos quatro cantos da terra. É realmente FANTÁSTICO esse processo domesticador, que não difere em absoluto da máquina nazista ou da inquisição religiosa da Ku Kux Klan.

Para se ter uma ideia dessa perversidade, basta observar a mórbida avidez com que jornalistas e repórteres estão cobrindo o genocídio de negros no Estado de São Paulo, promovido pela elite, através das instituições policiais daquele Estado.




A forma sumária com que o Estado, representado pelos três poderes, trata da questão, é no mínimo motivo de intervenção urgente de um tribunal internacional. Sabemos bastante bem, que as estatísticas desses assassinatos e da miserabilidade da massa negra, são utilíssimos na produção de riquezas para os ricos, além de contribuir na manutenção da democratura do processo eleitoreiro brazilleiro.

Lá em Burkina Faso, Terra dos homens íntegros, os Djelis estão lutando contra as novelas brazilleiras veiculadas pela TV no mesmo horário da contação de Histórias; enquanto aqui no ocidente, com a contação de histórias restritas aos romances novelísticos, os atiradores de elite policiais e serial killers disputam entre si, os números de corpos de ébano sacrificados em nome da elite. Então temos comunidades que invadem comunidades e a abundância de atiradores nas ruas, nas escolas e nos hospitais, fabricando órfãos, viúvas, viúvos e matando nossos filhos.
Nosso Estado de exceção continua de vento em popa, enquanto os filhos da elite cogitam o retorno oficial do AI-5 para que possam ter mais liberdade de imprensa e de expressarem seu racismo sem culpas, desculpas ou limites.

Só assim, o gado marcado poderia tranquilamente ser sacrificado, uma vez que, aos olhos dos eleitos, se transformaram em dejetos humanos. mas como ainda existem safras de gados  que são uteis a causas religiosas, tais gados selecionados ainda não se destinam a alvos do seriais, visto serem de uma safra conveniente a manutenção de poder através de barganhas, afinal sem seus servos, um rei nunca poderia ser Rei.



Portanto, é importante que o o professor de história não seja um contador de história. Do contrário, ele teria de abandonar sua função de zelador da elite, para pensador. Como Professores contadores desarmam serial killers armando cidadãos, seriam persona non grata, terroristas e inimigo da nação; assim, a mídia se arma para dizer aos gados marcados o que eles devem pensar a respeito desses meliantes e militantes, trazendo a normalidade e o equilíbrio de volta a urbe, com seus Portos Maravilhas, carnaval, futebol e Pereiras Passos de plantão. Enquanto professores de história se postam ao lado do atirador de elite, contando aos gados os gloriosos feitos de Duque de Caxias, Marechal Floriano Peixoto e tantos outros assassinos que nossas escolas exaltam como heróis nacional.

Observe a graciosidade com que o policial negro trata o filho da KU KUX KLAN, não dá pra saber que é por respeito a KKK ou se é pela compreensão de que os filhos não deveriam ou não devem devem herdar os pecados dos pais... Ou ambos, o que é mais provável....!!

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