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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Há muito mais entre a democracia greco-romana e a Democracia Africana do que imagina a nossa vã filosofia brazilleira-ariana...

Agora, após essa notória farsa democrática eleitoral, o nosso Brazill está devidamente vestido com o modelito verde e amarelo das cores privatizadas pela estúpida e falsa burguesia, além de travestida com a verdade absoluta da bestial elite mundial; e a verdade  das ruas aparecendo nua e crua pra quem tem olhos para ver; faz-se necessário vestir a nossa colônia tupiniquim com o designe adequado para o desfile popular, nesse cenário cuidadosamente preparado por essa estúpida elite escravocrata, para o deleite extravasador e anestesiante dessa gentalha descamisada e pés descalços.

Dessa forma, nossas sonoras mordaças, após equalizada com expressões convenientes do senso comum, poderão desovar discursos embranquecidos, armando nossas línguas, para asfixiar a coletividade, enquanto desumanizamos o povo negro e seus simpatizantes.

Esse vírus branco, inoculado pela mídia, nos aliena de nós mesmos; visto que essa alienação habilmente introjetada em nossas entranhas, tal como um hospedeiro predador, não nos deixa perceber esse calamitoso estado de servidão a qual nos encontramos nesse fatídico momento.

Está passando da hora de parir a nossa própria história; história essa que foi criminosamente abortada pelo branco status quo; pois nosso casulo foi gentrificado quando contaminado pelo vírus da besta branca. Esse vírus que fez da burguesia colonizada, uma reles massa manipulada, transformando-a num instrumento de perversidade, esmerada na prática de crueldades extasiantemente requintadas; enfim, transmutada num perfeito espelho de arrogâncias e indolências histéricas e automatizada. 

Dessa maneira, a falsa democracia, que financiou a falsa abolição, nos confirma a independência fictícia e intensamente verdadeira em que, nós negros, sempre vivemos. Essa premeditada divisão, faz com que, para lutar contra a elite, tenhamos que lutar contra nossos próprios pretos pares e contra nós mesmos, visto ser o ódio o único tesouro que, nesse momento, temos a oferecer aos nossos colonizadores e seus asseclas. 

Fora isso, poderíamos ouvir o padre Antônio Vieira, pregando sobre a dádiva do contentamento nas tétricas adversidades e do sofrimento em vida como única condição de receber seu divino prêmio no pós morte. Ou então, poderíamos escolher cerrar os punhos  e ir à luta, em vez curvarmo-nos, caindo como moscas ante as chamas do fogo da vida; nas chamas do mesmo fogo que deu ao mundo a humanidade no solitário Vale do Rift, em meio ao fértil ventre solidário de Quênia. 

Mas isso, essa luta, só será possível se houver a união do povo preto, visto que não basta querer cerrar os punhos e lutar, pois essa batalha é de um povo e não de personagens ou personalidades criadas pelo clamor dos discursos inflamados pela ótica egocêntrica, produtos da contaminação do vírus da branquidão e da gentrificação mental conferida pela mídia de tino medieval.

REPARAÇÃO JÁ...!!!









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