A mesma
ciência que formatou o inconsciente coletivo, e que habilmente faz uso do artificio
de legitimar a cultura de massa que tem a função de controle remoto de bons cidadãos,
maquiavelicamente instituiu o sutil processo simbólico do Black Face contemporâneo como um meio eficaz para apagar definitivamente
os resquícios Ancestral da Pintura de
Guerra como signo regente do indivíduo que busca a si mesmo; Essa ciência vem
buscando para esse fim, a erradicação do Azul,
que é a Cor desse Amar refletido no Amarelo colorido pelos raios solares emitidos
pelo etérico Coração de Cor Vermelha; raios estes oriundos da Rosa cultivada no interior do Vaso de Ouro
postado aonde nasce o Arco-íris da vida, tonalizando o Alfa e o Ômega desse
indivíduo que se constituí enquanto Ser.
Paradoxalmente,
essa mesma ciência “publicou” a descoberta desse azul como sendo a cor desse sujeito,
cujo corpo se compôs através do Elemento químico conhecido como carbono, elemento
este que propositalmente foi bestificado pela religião a partir de uma
concepção professada por uma conveniente interpretação de seu número atômico
como algo apocalipticamente demoníaco.
Dessa forma,
inventaram a melanina para
substituir o número atômico desse homem da cor de grafite, que no passado também foi conhecido
e chamado genericamente de etíope, e hoje foi catalogado e categorizado como negro, além de ser genericamente classificado como preto. Dessa forma, a partir da religião e das ciências, foi
oficialmente legitimada consecutivamente a sua coisificação e demonização.
Portanto, a cor da
pele de uma pessoa negra, tornou-se uma moderna bandeira pirata, um desacato, um ato político e uma ação
provocativa a partir de sua presença ou de sua mera existência enquanto
sujeito. Dessa maneira, a aparição
da imagem de uma pessoa negra nas telas, on-line ou ao vivo, é motivo da construção
de inúmeras fantasias e fetiches, ao passo que, paradoxalmente gera desconfiança
e medo no imaginário desse inconsciente coletivo construído e cultivado para
desempenhar a mesma função de um controle remoto. Dessa forma, os programas de auditório, novelas, filmes e noticiários populares de nossa TV a cores buscam sempre
exibir a morte em preto e branco, que são as cores dessa meritocracia instalada, imposta e oficializada pelo padrão colonial plutocrático tupiniquim.
Dessa forma, as cores primárias exibidas pela diversidade Pan-africana, se transformaram em ameaças meticulosamente roteirizadas e edificadas, processo semelhante aos vírus mortais que foram inoculados no contingente africano presentes ao redor de Urântia, nossa querida
Gaya, essa nave mãe que nos conduz pelas estradas da Via Láctea. Essa conjuntura somente tem nos revelado
que, a falsa sensação de controle outorgada pelos que pensam comandar Gaya, já
chegou às raias do non sense ao fazer
uso das hierarquias desse tradicional sistema escravocrata moribundo, para
tentar manter o domínio e o comando dessa viajem nas estrelas.
Dessa forma, os que ainda se dividem, ao se definir pelas cores de times de clubes de Futebol, de Partido Políticos, de religiões,
Raças ou Etnias certamente deverão seguir viagem em outra Nave, pois o
espaço/tempo desses artifícios ególatras já feneceu e foi devidamente
estabelecido em outros páramos. As cores da Diversidade se preestabelecem, como
a luz dissipando a escuridão em meio ao caos imposto pelos Tempos Modernos já proscrito sobre
Gaya. Nesse Agora, a celeste aurora boreal, trajando cores vivas, brinca com o
Arco-íris da vida livre do medo e da escravidão, aguardando com alegria pela anunciada contagem
regressiva de ejeção da ariana escuridão, pois a bomba atômica de Luz já foi acionada e todos deverão passar debaixo do argônio desse Arco-íris para realizar a magia de transmutar o Carbono em Silício. Haja luz...

