... Neguinho só faz "Merda"...!!
... Essas Palavras são pronunciadas de forma tão banal e com uma espantosa frequência que há muito já faz parte do idioma tupiniquim.
Todo idioma é um modo de pensar, assim como a fala é uma maneira de eu existir para o outro.
Quando falamos "neguinho é isso, neguinho faz isso ou neguinho é aquilo", nós enquadramos, desqualificando e aprisionando de forma natural e humilhante com desenvoltura os nossos pares. Atentando para o fato de que o fazemos em duas distintas dimensões de nossa existência como Negros; uma quando tratamos com nossos próprios pares, os negros; e outra quando tratamos com o branco.
Sendo assim o "neguinho" tem a função de inferiorizar e mostrar o lugar do negro nessa sociedade branca, ao mesmo tempo em que coloca o branco num patamar de superioridade. Ou seja, o próprio negro tem assumido os arquétipos que o branco criou para ele, que o mitifica, mantendo-o dessa forma, alienado de si mesmo e dos seus.
Por isso encorporamos em nossa fala as palavras imposta pelo colonizador, quando este colonizador se refere ao dono da terra como índio, sinonimizando-o como um selvícola, um incivilizado, e não como um indígena, senhor da terra invadida pelo brancú; ou então quando falamos de tribo, referindo ao espaço geográfico ocupado pela comunidade indígena em questão, fazendo alusão a animalidade do outro, ou mesmo quando sinonimizamos NEGRO como ESCRAVO. Atentando para o fato de que a palavra escravo se origina de slavo. Ou seja, a palavra era usada para classificar o escravizado branco oriundo do norte europeu; sendo assim, a palavra escravo ressignificada veio substituir a palavra escravizado, diferenciando desse modo, o escravizado brancú do escravo negro. Sendo assim, um está sendo e o outro é. Duas condições e lugares bem distintos.
Essas formas adjetivas que saem da boca daqueles que negam o racismo, mas, no entanto,
assassinam, estupram e humilham a pessoa de cor com o silêncio de seu vocabulário gritante, da mesma maneira que o ébrio nega seu crítico estado etílico.
O preto modernamente intitulado de racista não é um bêbado nem é um louco, mas reproduz a psicopatia dos brancús a medida em que tenta se embranquecer, negando tudo que diz respeito a sua própria origem. Dessa maneira, esses pretos se tornam instrumentos de manipulação usados pelos brancos, para justificar e legitimar na sociedade seu sistema racista, implementado de forma institucional, científica e religiosa.
Dessa maneira, a violência com que se dá o genocídio do Povo Negro, se dá com a permissão do Povo Negro que não sabe que é negro e nem sabe que é Povo, e nem faz a mínima ideia de que nem sabe que não sabe.
Dividir para massacrar foi uma campanha de Willian Linchy iniciada com muito sucesso e que atualmente se encontra a pleno vapor e na moda. O Genocídio do Povo Negro hoje tornou-se fashion, o genocídio do Povo Negro hoje é Chic, o genocídio do Povo Negro hoje é tudo. Se fez com os povos indígenas, se faz com o Povo Negro; com o agravante de que agora está sendo progressivamente incrementado com especial requinte de crueldade nas brancas manchetes jornalisticas dos jornais as capas de revistas.
Por aceitar incondicionalmente a condição de escravos, aceitamos caminhar em direção ao pelourinho como vassalos, servis a toda a prova, já que escravo não significa estar privado de sua liberdade, mas se refere aquele que tem sua mente e sua subjetividade controlada por seus senhores brancús. Isso é um dado, é um incontestável fato; somos escravos sem estar na condição de escravizados. Esperamos a nossa vez na fila, a fim de sermos humilhados, trucidados e devidamente assassinados. Como o número de brancús pra fazer esse execrável serviço é pequeno, os próprios pretos são recrutados a fim de executar tal kármica tarefa, e mesmo assim, como o número de negros excede em muito ao número de algozes, esperamos ordeiramente nossa vez na fila desse branco mercado de carne negra, com nossas cabeças baixa, de forma conformada e servil, enquanto a sociedade cínica e hipócrita se comove com um cachorro abandonado pisando em qualquer criança negra abandonada que passar a sua frente.
Essa é a democracia branca que a gente vê por aqui, traduzido por esse voluntarismo e espírito altruístico branco nazifascista estruturado pela Ku Krux Klan, patrocinada por Willian Linchy e executada com um indolente toque de elegância arrogante pelos inclassificáveis eurodescendentes.
Por isso encorporamos em nossa fala as palavras imposta pelo colonizador, quando este colonizador se refere ao dono da terra como índio, sinonimizando-o como um selvícola, um incivilizado, e não como um indígena, senhor da terra invadida pelo brancú; ou então quando falamos de tribo, referindo ao espaço geográfico ocupado pela comunidade indígena em questão, fazendo alusão a animalidade do outro, ou mesmo quando sinonimizamos NEGRO como ESCRAVO. Atentando para o fato de que a palavra escravo se origina de slavo. Ou seja, a palavra era usada para classificar o escravizado branco oriundo do norte europeu; sendo assim, a palavra escravo ressignificada veio substituir a palavra escravizado, diferenciando desse modo, o escravizado brancú do escravo negro. Sendo assim, um está sendo e o outro é. Duas condições e lugares bem distintos.Essas formas adjetivas que saem da boca daqueles que negam o racismo, mas, no entanto,
assassinam, estupram e humilham a pessoa de cor com o silêncio de seu vocabulário gritante, da mesma maneira que o ébrio nega seu crítico estado etílico.
O preto modernamente intitulado de racista não é um bêbado nem é um louco, mas reproduz a psicopatia dos brancús a medida em que tenta se embranquecer, negando tudo que diz respeito a sua própria origem. Dessa maneira, esses pretos se tornam instrumentos de manipulação usados pelos brancos, para justificar e legitimar na sociedade seu sistema racista, implementado de forma institucional, científica e religiosa.
Dessa maneira, a violência com que se dá o genocídio do Povo Negro, se dá com a permissão do Povo Negro que não sabe que é negro e nem sabe que é Povo, e nem faz a mínima ideia de que nem sabe que não sabe.Dividir para massacrar foi uma campanha de Willian Linchy iniciada com muito sucesso e que atualmente se encontra a pleno vapor e na moda. O Genocídio do Povo Negro hoje tornou-se fashion, o genocídio do Povo Negro hoje é Chic, o genocídio do Povo Negro hoje é tudo. Se fez com os povos indígenas, se faz com o Povo Negro; com o agravante de que agora está sendo progressivamente incrementado com especial requinte de crueldade nas brancas manchetes jornalisticas dos jornais as capas de revistas.
Por aceitar incondicionalmente a condição de escravos, aceitamos caminhar em direção ao pelourinho como vassalos, servis a toda a prova, já que escravo não significa estar privado de sua liberdade, mas se refere aquele que tem sua mente e sua subjetividade controlada por seus senhores brancús. Isso é um dado, é um incontestável fato; somos escravos sem estar na condição de escravizados. Esperamos a nossa vez na fila, a fim de sermos humilhados, trucidados e devidamente assassinados. Como o número de brancús pra fazer esse execrável serviço é pequeno, os próprios pretos são recrutados a fim de executar tal kármica tarefa, e mesmo assim, como o número de negros excede em muito ao número de algozes, esperamos ordeiramente nossa vez na fila desse branco mercado de carne negra, com nossas cabeças baixa, de forma conformada e servil, enquanto a sociedade cínica e hipócrita se comove com um cachorro abandonado pisando em qualquer criança negra abandonada que passar a sua frente.
Essa é a democracia branca que a gente vê por aqui, traduzido por esse voluntarismo e espírito altruístico branco nazifascista estruturado pela Ku Krux Klan, patrocinada por Willian Linchy e executada com um indolente toque de elegância arrogante pelos inclassificáveis eurodescendentes.

Nenhum comentário:
Postar um comentário