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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Não se pode odiar as raízes de uma árvore sem odiar a própria árvore ou: "O VÍRUS BRANCO DA MORTE"


Escravização serviçal, existente desde que o mundo é mundo; escravização racial, existente desde que os europeus se tornaram protagonista na interrupção da história da humanidade, proporcionando o holocausto do povo negro durante a colonização e devastação. dos países africanos, lapidando suas riquezas do, afastando a idade das trevas da europa e trazendo a modernidade para a medíocre brancquitude que, após inventar a metralhadora; o único invento branco que proporcionou e impulsionou o virulento capitalismo, criando o conceito de raça e o perverso conceito do racismo como uma construção histórico-político-social-religioso.  


Falar nisso hoje como algo aceitável, é admitir e conceder poderes absolutistas a religião e aos religiosos, nunca a religiosidade. É admitir Willian Linchy e a perversidade dos crimes de linchamentos direcionados ao homem de cor. É usar o nome de "Deus" como justificativa para quaisquer atrocidades e assassinatos categóricos que sejam. É ser vil em último grau, sendo tudo de odiável odiado pelo próprio odiador. 

Considerando a África a origem do ser humano e considerando a cor negra como a cor originária do ser humano, podemos considerar o homem branco uma mutação genética no caminho da humanidade. Uma infeliz mutação que se voltou contra a humanidade e tudo que venha  lembrar essa humanidade, podemos considerar essa elite branca como um infeliz vírus pestilento contra a vida humana e contra toda e qualquer existência de vida no planeta terra.

Portanto, a branquitude é contra qualquer atitude ou tentativas de manutenção da vida, de humanidade e de tudo que preserve a dignidade do ser, e deve ser considerado como única forma mais vil de insustentabilidade do planeta, como lugar de habitabilidade nesta imensidão de planetas camarotes de onde os extra-terrestres observam as estúpidas bestialidades, imbecilidades e inconsequências típicas advindas da mutação desse vírus que retirou a melanina e a capacidade do ser humano agir como humano.



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