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sábado, 21 de julho de 2012

A realidade dos Factoides verdadeiramente falsos da democracia pós-moderna


Nossos gestores contemporâneos desenvolveram uma forma muito especial de escravismo. Uma forma que germinou acompanhando o desenvolvimento tecnológico, em especial as tecnologias de informação e comunicação.


Her Golbels a usou de forma extremamente eficaz nos campos nazistas; agora os gestores norte-americanos o fazem da mesma maneira. Através dessa tecnologia, conseguem realizar a magia, há muito procurado pelos alquimistas, de transformar uma inocente e perversa mentira em mil verdades falsas.
Os EUA, por exemplo, é um país que consegue manter campos de concentração, invasões perenes, torturas contínuas e assassinatos em volta de todo o mundo, sem ser incomodados em momento algum e tudo dentro da lei. Sendo eles mundialmente, os maiores consumidores de drogas e pornografia, além do culto a violência gratuita.


Obviamente que a seus aliados é dado a legitimidade de também fazê-lo, visto que os negócios sempre giraram em torno do genocídio e do escravismo, hoje isso é feito à priori através da promoção e manutenção  da alienação; domesticando dessa forma seus cidadãos usando para isso os veículos de informação e comunicação. Assim se afasta da cabeça do indivíduo, o pensamento de uma hipotética ideia de revolução. Isso faz com que a KKK seja um evento passado, que hoje jaz envolto pelo imaculado manto do sagrado, institucional e cultural, representado por esses legitimadores e formadores de opiniões: os gestores.


Os gestores se caracterizam pela fala fácil e agradável, mas de sua boca só sai o vômito do cinismo, além de sempre procurar elogiar a si mesmo, o discurso desse canalha se confunde com do homem de bem, já que ambos têm a mesma fala.


Os gestores normalmente são democraticamente eleitos a partir desses discursos, veiculados incansavelmente pela mídia domesticadora. O telespectador é aquele indivíduo que se encontra no fundo de sua caverna platônica, sem nenhuma chance de encara a luz da realidade fora dela; e a TV mostra essa realidade formatada a partir do ponto de vista dos gestores e da oligarquia escravocrata de plantão. Assim, qualquer gestor que, por acaso queira se candidatar de novo ao cargo, deve, como de costume, ser financiado por esse mercado, devendo assim sua gratidão eterna se desejar permanecer no confortável cargo para o qual foi democraticamente eleito; portanto, uma vez político profissional, sempre político profissional.
É dessa forma que a escravização no continente africano, continua de vento em popa, nesse Height tech tumbeiro pós-moderno. Lá, os gestores são eleitos da mesma forma, pedindo a benção ao mercado. 
Portanto, só nos países árabes existe o terrorismo; nos países nórdicos jamais, mesmo quando seus pacatos cidadãos, de posse de suas legalizadas metralhadoras, alvejam e assassinam dezenas de pessoas que assistem a um filme no cinema da esquina ou estão nas salas de aulas de suas escolas, até mesmo passeando tranquilamente no Central Park de sua cidade no final da tarde. Isso ato desproporcional pode ter qualquer nome, desde que seja batizado pela mídia de plantão, menos terrorismo. 


A TV e os meios de informação e comunicação em geral, transformaram-se numa poderosa algema mental; algema essa que encarcera o indivíduo apelando para sua afetividade; justamente o que a escola não faz, visto que ela está preparando esse mesmo indivíduo pra ser gestor ou ser escravizado. 
A mídia legitimou-se como uma escola paralela; nela os infantes aprendem, conversam, namoram, fazem sexo; ela diz a verdade que o chato do professor teima em desdizer; é nela que acreditamos. Acordamos com ela, dormimos com ela, (quando dormimos), rimos com ela, nos divertimos com ela; ela é linda, grande elegante e fica no centro da sala, do quarto e até no banheiro, além de estar presente em todos os lares; principalmente nos mais paupérrimos; isso é democracia.


Por que trocar uma inocente mentira, por uma verdade que dói...!?? É totalmente ilógico, como diria Spok. Aparecer na TV é tudo de bom, mesmo que seja algemado, os minutos de protagonismo é o que conta. Protagonismo projetado na luz da TV que tudo vê, dentro dessa total escuridão em que se encontram os habitantes dessa caverna chamada mundo pós-moderno: n verdade um grande navio negreiro, capitaneado por gestores que se venderam, sempre valendo bem menos pelo que foi pago.
Nossas TVs, de forma inescrupulosa e perversa, transformam vítimas em réus; fazendo, de forma extremamente hábil, com que se odeiem os que são oprimidos e se amem os opressores; sendo o espetáculo diário do pão e circo em volta do pelourinho nosso de cada dia, a principal atração do horário nobre, para todos os pobres se lembrarem de que eles não são, no momento, a bola da vez alí esquartejado e estuprado junto ao tronco pós-moderno do simpático gestor; o cara que elegemos para administrar nossa dor, convencidos em troca de um lindo comercial de cerveja em dias de calor.




segunda-feira, 9 de julho de 2012





domingo, 1 de julho de 2012

O bom empregado e o mau patrão


Um bicho muito esquisito bem conhecido pelos Tuaregues, era o Mancapirato: uma mistura de araia, pelo formato de seu corpo achatado; com tubarão, por sua grande voracidade. Esse bicho esquisito vivia sob a terra, comendo qualquer coisa que se mexesse, e por ter extrema dificuldade de locomoção, preferia ficar aguardando sua presa assim, bem quieto, camuflado pelo solo. 
Dependendo de sua idade, ele tinha três tamanhos inconfundíveis: mini, como um pequenino lagarto; médio, como uma tartaruga marinha; e tamanho gigante, como um hipopótamo. Quando o Mancapirato abocanhava algo ou alguém, ele digeria vagarosamente, como uma jibóia engolindo sua presa. Uma vez abocanhada dificilmente sua boca liberava sua presa; só sacrificando esse esquisito animal se conseguia libertava a presa de sua boca trituradora.
Mesmo livre, a presa ficava com seqüelas da investida, uma vez que a saliva do Mancapirato é similar à saliva do dragão de Comodo; possuía um poderoso ácido corrosivo, que desintegrava parcialmente a parte mordida.
Certa feita havia por aquelas bandas, um fazendeiro que tinha a riqueza do tamanho de seu egoísmo; como a maioria das pessoas ricas, ele convivia com o terrível receio de algum dia perder toda sua riqueza; e com a idade chegando, também seu receio foi aumentando.
Tendo um filho único, começou a ter uma idéia fixa, imaginando que um dia esse filho pudesse reclamar sua riqueza justificando seu golpe pela sua condição de incapaz, por sua idade avançada.
Um dia, o filho desse homem foi atacado por um Mancapirato de tamanho médio, mas seu fiel empregado conseguiu livrar o rapaz de um mal maior, sacrificando aquele bicho esquisito a tempo de salvar-lhe a vida.
Quando o dito fazendeiro soube do acontecido, ele foi ter com o empregado. Por sua vez o humilde homem, eufórico por ter feito uma boa ação, perguntou se havia sido um bom empregado; respondendo, ele disse com muito desdém:
-Teria sido um bom empregado se esperasse mais quinze minutos antes de sacrificar o animal!!
Sem entender, o empregado frustrado calou-se.
Alguns dias depois, acompanhado pelo mesmo empregado, o fazendeiro inadvertidamente pisou num Mancapirato gigante; o bicho esquisito deu o bote certeiro. O patrão gritou desesperadamente para que seu empregado sacrificasse o animal antes que fosse tarde demais; mas o homem como bom empregado, olhando atentamente para o relógio respondeu que ainda não havia se passado quinze minutos.
Assim, o rico fazendeiro foi sendo lentamente engolido pelo Bicho esquisito, durante os terrificantes e infindáveis minutos que se seguiram de agonia, sofrimento e desespero, com sua face aterrorizada vendo o fim próximo, ele ainda conseguiu ouvir a última e ingênua frase do eufórico empregado:
-... E agora patrão...?? Estou sendo um bom empregado...!!???





JÁ DISSE 10.639 VEZES QUE RACISMO É CRIME...!! SERÁ QUE VOU TER QUE REPETIR 11.645 VEZES A MESMA COISA!!??