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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Canção do asilo

Em São Paulo os assassinatos de Negros angolanos, assim como no Rio de Janeiro, são crimes inexplicáveis e insolúveis; levando em conta que Lula apertou a mão de um criminoso procurado pela Interpol, selando assim a formação de quadrilha oficial, tendo em vista que um condenado pela justiça, Collor de Mello, é relator de uma CPI contra a corrupção, considerando que os indígenas, chamados pejorativamente de índios e sua comunidade de tribo, em plena Rio+20 são alijados, como de costume, dos assuntos que lhe dizem respeito; o massacre de Corumbiara foi só uma amostra grátis. Numa sociedade em que o canalha tem exatamente o mesmo discurso do homem de bem, é normal que  os valores de nossos cidadãos se encontrem invariavelmente invertidos. Ou  seja, o certo é errado e o errado é certo, nesse nosso país de fantasia e da fantasia.
Assim os homens de bens apascentam os homens de bem num dos mais lucrativos negócios, o agronegócio, multinacional...Isto é Brazill...
Agora o tráfico resolve o difícil problema do crack que assola a cidade, enquanto o governo brazilleiro prepara um saco de bondades para ajudar os pobres países rico europeus; obviamente só ateus, como Anjelina Jolie se dedica a fazer o bem sem olhar a quem, diferente daqueles que creem em Deus, se tornando grandes vendedores de milagres on-line, ao vivo e a cores; preto e branco nem pensar. 
Por isso que eu digo:
Minha terra tem palmeiras, onde um negro já chorara; os escravos que aqui morrem, já sofreram como lá. Nossos morros tem mais pobres, nossas ruas mais horrores, nossos orfãos têm mais ira, nessa vida de impostores. Se sair à rua a noite só a morte encontro lá; nessa terra tem palmeiras onde um negro chorará.
Minha terra tem impostores qu'em Vênus n'entrará, se eu sair "a rua a noite mais cadáver encontro lá; nessa terra tem palmeiras onde um negro chorará.
me permita deus a morte, pra que eu não volte para lá; pra qu'eu não veja esses horrores quando Oxalá me abraçar; pra qu'inda só aviste as palmeiras sem um negro pra velar.
Moro num país tropical, abençoado por Zeus, Odin, Jeová e CIA, além do FBI; Oxalá nem pensar. É isso ai...amanhã de manhã, vou virar talibã pra manter meu pão de cada dia que roubaram junto com minha alforria; sorria você está sendo filmado, estuprado e sacaneado, porque alguém afirmou que você é inferior. É o Brazill que mostra a sua cara, rindo de minha cara preta, sinônimo de mutreta; mesmo eu sendo um careta que acredita na incerteza do o nu que reveste a beleza.

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